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Boas aulas de filosofia vão muito além de uma simples discussão de achismos. Saiba por que é importante que o seu filho leve essa disciplina a sério
Foto: Claudia Marianno
Conceitos importantes como verdade, beleza, liberdade, ética e política, por exemplo, são trabalhados nas aulas de filosofia
Há muito tempo, nós homens, tentamos entender o sentido da vida, os motivos que nos levam a amar ou odiar algo, a entender o que é bom e mau. Todas estasquestões são filosóficas. E vão aparecer independentemente de serem ou não discutidas na escola. Quando os alunos têm filosofia na grade curricular, o assunto acaba fazendo parte do dia a dia...
Boa parte de nós, brasileiros, não teve contato com a disciplina porque ela foi banida do currículo escolar pela Ditadura Militar, e substituída por Educação Moral e Cívica. Só em junho de 2008, mais de 40 anos depois, a filosofia voltou e se tornou matéria obrigatória no Ensino Médio das escolas de todo o país.
Agora é a hora de alunos, pais e professores redescobrirem a importância da disciplina. A metodologia empregada nas aulas ainda está em debate e, no ano que vem, pela primeira vez, livros didáticos de filosofia serão distribuídos para as escolas.
Enquanto isso, os governos fazem concursos públicos para contratar professores da área. Para que o ensino de filosofia dê certo, é crucial que o professor seja da área. "A exigência é óbvia: do mesmo modo que se espera encontrar um bom hospital e um bom médico quando se está doente, deveríamos poder encontrar uma sala de aula estimulante e um professor preparado para nos ajudar a pensar sobre o conhecimento, a vida, a linguagem, os afetos, a percepção, etc.", diz Filipe Ceppas, professor da Faculdade de Educação e da pós-graduação em Filosofia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Além disso, é importante que todos estejam envolvidos com a disciplina - alunos, pais e professores.
Quer saber por que é importante seu filho ter contato com essa área? Confira abaixo!
Contribuíram para esta reportagem:
Darcísio Muraro, professor da Universidade Estadual de Londrina (UEL) e coordenador do Instituto de Filosofia da Philosletera;
Filipe Ceppas, professor da Faculdade de Educação e da pós-graduação em Filosofia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ);
Márcio Danelon, professor de Filosofia e Educação na Universidade Federal de Uberlândia (UFU);
Mauro Sérgio Santos, professor de Filosofia e escritor membro da Academia de Letras e Artes de Araguari (MG).
Boa parte de nós, brasileiros, não teve contato com a disciplina porque ela foi banida do currículo escolar pela Ditadura Militar, e substituída por Educação Moral e Cívica. Só em junho de 2008, mais de 40 anos depois, a filosofia voltou e se tornou matéria obrigatória no Ensino Médio das escolas de todo o país.
Agora é a hora de alunos, pais e professores redescobrirem a importância da disciplina. A metodologia empregada nas aulas ainda está em debate e, no ano que vem, pela primeira vez, livros didáticos de filosofia serão distribuídos para as escolas.
Enquanto isso, os governos fazem concursos públicos para contratar professores da área. Para que o ensino de filosofia dê certo, é crucial que o professor seja da área. "A exigência é óbvia: do mesmo modo que se espera encontrar um bom hospital e um bom médico quando se está doente, deveríamos poder encontrar uma sala de aula estimulante e um professor preparado para nos ajudar a pensar sobre o conhecimento, a vida, a linguagem, os afetos, a percepção, etc.", diz Filipe Ceppas, professor da Faculdade de Educação e da pós-graduação em Filosofia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Além disso, é importante que todos estejam envolvidos com a disciplina - alunos, pais e professores.
Quer saber por que é importante seu filho ter contato com essa área? Confira abaixo!
Contribuíram para esta reportagem:
Darcísio Muraro, professor da Universidade Estadual de Londrina (UEL) e coordenador do Instituto de Filosofia da Philosletera;
Filipe Ceppas, professor da Faculdade de Educação e da pós-graduação em Filosofia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ);
Márcio Danelon, professor de Filosofia e Educação na Universidade Federal de Uberlândia (UFU);
Mauro Sérgio Santos, professor de Filosofia e escritor membro da Academia de Letras e Artes de Araguari (MG).
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