"Os nossos desejos são como crianças pequenas: quanto mais lhes cedemos, mais exigentes se tornam."( Provérbio Chinês)
LIÇÕES ...
...Ao incluirmos toques de beleza e de prazer no cotidiano, refinamos a sensibilidade e aguçamos o bom humor. Sob a influência desses radares, detalhes deliciosos, como uma cena engraçada, uma borboleta no jardim, um gesto de carinho, antes ofuscados pela rabugice, não mais passam despercebidos. "Nessa nova sintonia, não há mais necessidade de somente correr atrás dos deveres. É permitido usufruir cada minuto e, por tabela, ser tomado por sentimentos de paz e gratidão", afirma Ligia.
INFÂNCIA
O cotidiano cansativo dos adultos limita nossa capacidade de se encantar com as diversas descobertas da existência, porém é possível atenuarmos isso
18/08/2011 17:39
Texto Raphaela de C. Mello
Texto Raphaela de C. Mello
Foto: Dreamstime
A infância é possível em qualquer idade, basta o estado de espírito
Você já parou para pensar no papel que a infância exerce no seu dia a dia? Para algumas de nós, essa fase da existência permanece enclausurada nos álbuns de fotografia. Atestado de que a aurora da vida ficou para trás, como um fato irrevogável. Nem tanto. A leveza, a curiosidade e a alegria infantis podem e devem nos acompanhar até o último suspiro. Viva!
"Infelizmente, muitos adultos perderam a vez na magia da existência e, com ela, seu poder de transformação. Eles se fecham no sofrimento e dentro do medo de viver", escreve a psicóloga e arte-terapeuta canadense Alexandra Duchastel no livro O Caminho do Imaginário - O Processo de Arte-Terapia (Paulus).
Em algum momento de nossa trajetória, trocamos o andar ereto e comportado pelas cambalhotas; a lente colorida do caleidoscópio pela ótica cinzenta das preocupações e das responsabilidades. Transição necessária para se alcançar a maturidade. Não há dúvida. No entanto, o radicalismo dessa virada é totalmente dispensável, uma vez que nada nos proíbe de carregar nossa criança interior para todo canto.
"Infelizmente, muitos adultos perderam a vez na magia da existência e, com ela, seu poder de transformação. Eles se fecham no sofrimento e dentro do medo de viver", escreve a psicóloga e arte-terapeuta canadense Alexandra Duchastel no livro O Caminho do Imaginário - O Processo de Arte-Terapia (Paulus).
Em algum momento de nossa trajetória, trocamos o andar ereto e comportado pelas cambalhotas; a lente colorida do caleidoscópio pela ótica cinzenta das preocupações e das responsabilidades. Transição necessária para se alcançar a maturidade. Não há dúvida. No entanto, o radicalismo dessa virada é totalmente dispensável, uma vez que nada nos proíbe de carregar nossa criança interior para todo canto.
Para ler, clique nos itens abaixo:
- Carregando mundo nas costas
- As propostas indecorosas
- A perda da imaginação
- Quando a severidade dá o tom
- Conexão refeita
- A dramaterapia
- Tintas e pincéis
- Tocando a alma
- Vendo as coisas de outro jeito
- Colorindo o olhar
- Os pequenos (e deliciosos) detalhes
- Alegria circense
- Desafios e benefícios
- As memórias afetivas
- Só alegria
- Trocando o cinza pelo colorido
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