"Seja paciente com tudo que está mal resolvido em seu coração e tente amar as perguntas em si como se fossem quartos trancados ou livros escritos em uma língua muito estranha." Minuto de Sabedoria
Educar é crescer. E crescer é viver. Educação é, assim, vida no sentido mais autêntico da palavra (Anísio Teixeira) O brincar é o principal meio de aprendizagem da criança...a criança gradualmente, desenvolve conceitos de relacionamentos causais, o poder de discriminar, de fazer julgamentos, de analisar e sintetizar, de imaginar e formular. ( Des, 1967 Par. 523)
sexta-feira, 30 de julho de 2010
CAMINHO JOVEM... ESPERANÇA!!!!

ESPERANÇA...
na vida tudo perde
na vida tudo ganha
na vida a fé chega há esperança
da mentira da verdade
da paz e da maldade... (nildo gueto)
WWW.MYSPACE.COM/RIMATIVACP
O grupo surgiu no ano de 2007, onde os integrantes Derbney (D. Bê), Ricardo Rodrigues e Ivanildo (Nildo Gueto), freqüentavam um projeto social do governo que fornecia ensinamentos sobre a cultura Hip Hop, os garotos aprenderam algumas oficinas que eram o Grafite, o Break, o Dj, inclusive o Rap. Com um tempo foram demonstrando talentos a si mesmos e a todos que presenciavam suas performances. Um ano de preparo e aprendizado voltado apenas para a música, levou-os a pensar diferente, e o desejo de vencer e serem prestigiados era gigantesco, no qual, os jovens fez com que decidissem o que realmente queriam, expressar seus sentimentos em Ritmo e Poesia . Apesar de ser um grupo de adolescentes, estão percebendo que entrar na cena não está nada fácil, estão trabalhando duro pra isso. Além de produzirem seus próprios sons, escrevem letras de nível inteligente que falam de como tem que se levar o jogo da vida, enxergam o dia-a-dia de uma maneira diferente, para poderem relatar o que vêem e o que sentem. Em suas melodias, estão inclusas influências de estilos musicais como, a excepcional velha malandragem do samba, o arrepiante poder poético junto com as batidas do Hip Hop que formam uma embolada onde surge o Rap. Os garotos levam a sério o que fazem. Estes artistas vêm fazendo um excelente trabalho no qual está surpreendendo a todos. Os mesmos procuram se entregar ao espírito musical, com ousadia e romantismo, sem fugir da realidade atual é claro. Vale a pena conferir!Myspace 2.0 Layouts - Graphics |
Ler mais:http://www.myspace.com/RIMATIVACP#ixzz0vCiCh55l
SER COMO CRIANÇA.
JOVENS NÃO CONFORMISTAS

Assim caminha a juventude... Lia Zatz
E será desse barco, que ainda anda à deriva, que o desenvolvimento sustentável, a utopia deste século, poderá lançar âncora
Vai chegando ao fim o ano em que se comemorou e se homenageou de diversas formas -festas, debates, palestras, exposições- os 40 anos de Maio de 68. Nesses eventos, foi possível ouvir um discurso repetido como uma espécie de mantra por muita gente da chamada geração 68: "Os jovens de hoje não têm ideais como tínhamos, não lutam como lutávamos". Causa no mínimo estranheza ver muitos desses sessentões sendo vítimas de conhecida armadilha: manifestar surpresa ao encontrar um jovem que não é contestador.
Inimaginável pensar que não saibam que sempre foi e sempre será uma minoria dentro da juventude a principal alavanca de novas idéias, de mudanças e de revoluções. Ou não foi assim com a geração 68? Pesquisa realizada em 1967 pela finada revista "Realidade" e citada em caderno especial da Folha sobre o perfil do jovem do século 21 (27/7) mostra que as mudanças revolucionárias, como a libertação da mulher, não eram ideais da juventude como um todo, mas de uma minoria.
O que interessa, portanto, é entender as dificuldades que hoje enfrentam os jovens que tendem a ser contestadores e rebeldes. Muitos filhos da geração 68, ao ouvirem embevecidos os relatos das aventuras vividas por seus pais, chegam ao ponto de afirmar que estes é que tiveram sorte de viver no tempo da ditadura militar, pois sabiam contra o que lutar.
Esses perplexos adolescentes e/ou jovens adultos se deparam com múltiplos adversários ou inimigos, sendo não só difícil identificá-los como localizá-los, nomeá-los, hierarquizá-los e, principalmente, enfrentá-los.
É fácil ficar perdido em época de inigualáveis liberdades, governos democráticos, abundância, crescimento rápido da esperança de vida e comunicação interligando todas as partes do planeta. Sobretudo porque tudo isso coexiste com a insegurança de uma crise financeira anunciada que finalmente atingiu todos e cujas conseqüências ainda são imprevisíveis, com a persistência trágica da fome, da subnutrição, da pobreza, da insatisfação das necessidades mais básicas, da falta de oportunidades em todos os âmbitos, da violação das liberdades, das injustiças e violências cometidas contra pobres, mulheres, negros, deficientes, indígenas etc. e, finalmente, da ameaça à única casa em que todos -brancos ou negros, homens ou mulheres, ricos ou pobres, enfim gente, bicho ou planta- podem morar.
Em tal situação, não há por que se surpreender com o fato de que o jovem deste início de século 21 queira, em sua maioria, atender em primeiro lugar suas necessidades básicas, como se formar, ter emprego, uma carreira, uma casa, uma família. E, sobretudo, não ter tanto medo dos perigos cada vez mais presentes e próximos, como a violência e a Aids. O Nobel de Economia Amartya Sen já dizia, no livro "Desenvolvimento como Liberdade", que, para pensar em outras demandas, não basta sequer ter as necessidades básicas -renda digna, saúde e instrução- supridas. É fundamental ter também a oportunidade de fazer escolhas e de exercer a cidadania.
Não é difícil constatar que se está muito longe de viver algo parecido.
Mas também é preciso estar atento e sensível para perceber que há, sim, no mundo todo, jovens não conformistas. Uma minoria combativa, discutindo novas formas de fazer política, escancarando em atos coletivos e participativos coisas que acontecem em pleno regime dito democrático.
Como o exílio (dentro do próprio país) de quem não está inserido na economia de mercado. Mais: propondo modos de vida, de produção, de consumo, de trabalho alternativos aos vigentes nas atuais sociedades.
E será certamente desse barco, que ainda anda à deriva, que o desenvolvimento sustentável, a utopia deste século, poderá lançar âncora.
LIA ZATZ é escritora de livros infantis e juvenis. Lançou recentemente em co-autoria com José Eli da Veiga o livro dirigido aos jovens "Desenvolvimento Sustentável, que Bicho é Esse?".
http://www.planetaeducacao.com.br/portal/artigo.asp?artigo=1381
FELICIDADE COMPARTILHADA...

Erika de Souza Bueno Consultora-Pedagógica de Língua Portuguesa do Planeta Educação. Professora de Língua Portuguesa e Espanhol pela Universidade Metodista de São Paulo. Articulista sobre assuntos de língua portuguesa e família. Editora do Portal Planeta Educação (www.planetaeducacao.com.br).
Alegre-se na felicidade do outro
Exercício do verdadeiro amor ao próximo
Algo que precisa ser tema de intensas e contínuas reflexões nos dias de hoje é, certamente, a tendência que temos de sermos indiferentes aos outros. É necessário refletirmos, pois a reflexão é um importante instrumento que nos permite repensar muitos pontos dentro de nós e, assim, mudarmos aquilo que não está adequado quando o que se quer é uma vida melhor. Contudo, quando a indiferença é vencida, ou seja, quando conseguimos pensar mais no outro, sensibilizando-nos com as lágrimas que escorrem pela face conhecida ou não, precisamos pensar também sobre até que ponto estamos conseguindo de fato sermos mais humanos, mais amigos, mais companheiros. Em várias faixas etárias e grupos sociais, temos identificado um fato realmente preocupante, que é a dificuldade que temos para comemorar uma vitória que não é nossa, uma vez que se é difícil chorar com aqueles que choram, muito mais difícil é sorrir com aqueles que sorriem, instruções riquíssimas que Bíblia Sagrada diz a nós todos os dias. Isto ocorre porque muitas das vezes julgamos não termos tempo para nos preocupar com as dores, as tristezas, os conflitos e os dramas dos outros, visto que as correrias do dia a dia nos impedem de sermos solidários e, ainda que tudo esteja à nossa frente, preferimos fingir que não temos o conhecimento sobre as mazelas que afligem quem está próximo a nós. Entretanto, se há algo que pode ser pior que a indiferença em relação à dor alheia, é quando identificamos o sucesso e a alegria presentes na família e na carreira profissional de outras pessoas e, em vez de ficarmos felizes por isto, a sensação que nos invade é semelhante àquilo que se pode chamar de desgosto e desprazer. Perguntas e frases como “por que isto está acontecendo com ele e não comigo?”, “ele não merece ter isso, eu sim”, “o carro que ele comprou nem é tão bonito assim, se fosse eu, compraria de outra cor ou modelo”... e muitas outras se formulam na mente e no coração daquele que não sabe “sorrir com aqueles que sorriem”. Esta tendência é muito negativa, mas mesmo assim é cada vez mais fácil identificar tais comportamentos e, por isso, nós na figura de pais e professores temos muito trabalho à frente, visto que saber se alegrar frente à felicidade de outras pessoas é característica de pessoas com autoconfiança e verdadeiro amor ao próximo, desejos que temos para nossos alunos e filhos. Entre os conhecimentos que precisamos ajudar nossos jovens a construírem está o fato de que o sucesso do outro nunca será impedimento para o meu sucesso, mas as dores e as aflições alheias precisam ser vencidas juntamente a cada um de nós, pois cada pessoa é membro de um corpo maior, que pode ser tanto a sociedade como também a família. Nossos jovens também precisam compreender que é muito melhor vermos alguém bem-empregado profissionalmente, fazendo parte de uma família unida, conseguindo alcançar seus objetivos do que vermos pessoas sofrendo as muitas mazelas que hoje assolam o mundo e, por isso, é tão importante nos alegarmos com a alegria do outro. Uma verdade que também não pode deixar de ser considerada é que, não raras vezes, não compreendemos quando alguém vem nos contar um grande feito. É comum imaginarmos que este alguém está, na verdade, exibindo o que conseguiu, de maneira a alcançar alguns prestígios que poderiam ser nossos. Tais pensamentos são comuns entre muitos de nós, pois vivemos em meio a pessoas que assim pensam e acabamos reproduzindo muitos destes maus conceitos dentro de nós, fazendo aumentar ainda mais a distância e a barreira que existem entre nós e a felicidade de outro. Como pais e professores, é nosso papel orientarmos nossos jovens a olhar do lado e entender a conquista de outras pessoas como também a sua. Como exercício para isto, podemos sugerir que eles elogiem uns aos outros, extraindo somente o que há de melhor em cada um. Certamente, este exercício irá contribuir significativamente para que nossos jovens adquiram um comportamento nobre diante do sucesso alheio e, de quebra, os ambientes das nossas salas de aula e das nossas casas serão, sem a menor dúvida, muito melhores, enquanto que nós teremos a certeza de um futuro muito melhor do que o nosso presente tem sido.
VOCÊ É X, SEU FILHO É Y...

Você é X, seu filho é Y
Surge uma geração que consegue fazer o dever de casa enquanto ouve o iPod, tecla no MSN, aguarda um download e troca torpedos. Para essas mentes multitarefa, a escola precisa oferecer mais do que giz e saliva do professor. Aqui, os caminhos para educar (em casa – isso é com você – e na escola) jovens e crianças que aprenderam o sentido de play antes de montar uma frase inteira em português
Paulo de Camargo
Provavelmente, você se lembra de quando seus pais lhe davam broncas carinhosas perguntando como conseguia estudar com os fones do walkman no ouvido. Agora, veja a si mesma observando seus filhos sem compreender como eles conseguem fazer a lição de casa, acessar o Orkut, ouvir música no iPod, fazer um download, falar ao celular e ver TV – tudo ao mesmo tempo. Algo mudou, não é? No admirável mundo novo da tecnologia, uma geração diferente de jovens surgiu, com muitas características com as quais pais e educadores estão, a duras penas, aprendendo a lidar. Estamos diante da geração Y. Esse foi o termo encontrado por pesquisadores e profissionais da área de recursos humanos para tentar entender o comportamento de crianças e jovens multitarefa, ou seja, que fazem muitas coisas simultaneamente, são colaborativos, ágeis, compartilham ideias com facilidade e mostram-se acostumados a um ambiente de mudanças e de incertezas. A expressão surgiu na década de 1990, mas vem se popularizando. “Enquanto os adultos com mais de 30 anos nasceram no mundo analógico, a geração Y cresceu imersa nas infovias, com acesso ilimitado a imagens, sons e outros recursos de comunicação”, afirma a pesquisadora Cristina Cano, estudiosa das diferenças geracionais, da Universidade de Barcelona, na Espanha. Segundo ela, há um gap com o qual precisamos aprender a conviver, pois somos verdadeiros imigrantes nesse mundo. Os adultos representam a geração conhecida como X, pós-baby boom (a grande explosão populacional do pós-guerra). De maneira geral, são pessoas que brincaram na rua e têm uma relação no máximo amigável com o computador. Os filhos – daí o Y – já conheciam o play e o stop aos 3 anos. E há quem já fale em geração Z para incorporar outros aspectos, como a disseminação e a sofisticação crescente dos games. Não se trata apenas de ter mais brinquedinhos eletrônicos à mão. Há muitas mudanças que não devem ser desprezadas. Segundo os especialistas, entre as características dessas novas gerações está a organização em comunidades de valores – isso explica a explosão de sites de relacionamento, como Orkut, Facebook e MSN. Na era digital, esses grupos se multiplicam exponencialmente, influindo no modo como consomem, formam juízos de valor e se informam. Nós confiávamos nas enciclopédias, enquanto eles recorrem a redes in termináveis para descobrir o que querem e para expressar suas preferências, seus desejos e suas posições.
Além dessa vida comunitária intensa, há diversos pontos em comum entre os jovens de hoje, segundo Renato Trindade, presidente da Bridge Research, empresa de pesquisa que estuda o comportamento das novas gerações, entre outros assuntos. “Eles clamam por feedback e resultados imediatos. Se não percebem que estão evoluindo, têm dificuldade em continuar insistindo”, observa. No mundo do trabalho, essa carapuça serve para jovens que trocam de emprego a cada três meses. Na sala de aula, questionam o tempo todo se o que estão aprendendo vai adiantar para alguma coisa. Para entender e educar essa geração, é preciso saber que são bastante diferentes de nós. Mais do que nunca, os pais devem encontrar nas escolas bons parceiros para lidar com essa nova realidade. A escolha da escola e o acompanhamento do aprendizado tornam-se especialmente importantes nesse contexto – sem esquecer que a presença da família continua imprescindível.
Professor X diz “vovô viu a uva”.O aluno, que passa horas na net, ouve isso e se sente um ET MARIO SERGIO CORTELLA
HUMANO...


Amorosidade
Dizem que falta amorosidade entre as pessoas nos dias de hoje. O que exatamente isso significa?
por Eugenio Mussak
– Há dois tipos de pessoas no mundo. As que vivem em estado de egoísmo e as que vivem em estado de amor.
Faz muito tempo que eu escutei essa ponderação de uma pessoa muito amorosa, inteligente e uma pianista excepcional: a professora Adelaide Moritz, minha mestra na música e na vida. Nunca me esqueci de sua análise por dois motivos: porque ao colocar “estado de” antes dos substantivos egoísmo e amor, ela criou uma nova classificação da condição humana; e porque ela qualificou o egoísmo como o antônimo de amor, e não o ódio, como seria de esperar.
Ela fez isso porque não se referia ao amor em si, e sim à condição de amar como um jeito de ser. É quase uma filosofia viver em estado de amor, o mesmo que estar conectado com o mundo por um cordão de luz, que ilumina as relações e as torna sempre agradáveis, independentemente de serem afetivas, familiares ou profissionais.
Por outro lado, viver em estado de egoísmo seria o mesmo que criar um cordão de isolamento que afasta as pessoas e condena seu “usuário” a uma vida pobre de espírito e curta de esperança. Viver em egoísmo significa querer só para si, não compartilhar, desconsiderar as necessidades e os sentimentos alheios. Ser um habitante do estado de egoísmo é o mesmo que declarar guerra ao mundo, usando como armas as palavras duras, a desconfiança permanente, o desrespeito latente.
Todos conhecemos pessoas dos dois tipos, mas vou falar aqui do primeiro jeito de ser, claro. Das pessoas que, por índole e por opção, vivem em amorosidade, o que não significa que não possam ser duras se isso for necessário para reinstalar a ordem no mundo ao seu redor. Lembro que a professora Adelaide era amada por seus alunos até quando, exigente, mostrava que não estava satisfeita com o desempenho deles. Pessoas amorosas são assim, são amadas porque são amorosas e são amorosas porque não têm medo de ser amadas. Há quem diga que amar é fácil e que ser amado é difícil. Os verdadeiramente amorosos deixam aberto o caminho nos dois sentidos.
Mas é importante esclarecer que ser digno de amor não é ser bonzinho, certinho, modesto e gentil para fazer amigos e influenciar pessoas. Isso é ser polido, amável. “A polidez é um simulacro da moral”, afirma o filósofo André Comte-Sponville, que se deu ao trabalho de escrever o Pequeno Tratado das Grandes Virtudes.
Ele afirma que agir de modo amável não é ser amoroso, mas é um bom começo. A esperança é que da polidez surja o nobre sentimento, mas nada é certo. Ao preencher o amor que lhe falta, por hábito ou por educação, a moralidade pode virar amorosidade, seu estado mais alto. Ao atingir esse auge, as virtudes se dissolvem e viram uma só, passando a ser praticadas sem artifício, ao natural, com amor verdadeiro.
Segundo essa visão, viver em estado de amor pode ser uma opção, algo que pode ser desenvolvido conscientemente, uma atitude que começa na mente e acaba instalando no coração um novo jeito de ser. E o mundo agradece por isso.
A amorosidade seria uma das manifestações da capacidade humana de amar?Amorosidade não é amor, é um hábito de quem é capaz de amar. Mas, para isso, é necessário viver o amor em si, o que dá mais trabalho do que parece, pois há mais de um tipo de amor, e só seremos completos quando visitarmos a todos. Para melhor entendimento, sempre podemos beber da fonte segura do mundo grego antigo, simples e coerente, e reduzir a essência do amor a três tons primários: Eros, Philia e Ágape.
O mais primitivo tipo de amor seria erótico. Egoísta, incompleto, é uma espécie de desejo pela falta. A palavra vem de Eros, deus do amor, fruto da união de Pênia, a penúria, com Poros, o faustoso. Filho pobre, sujo, sem sapato, sem teto e sempre faminto, herda do pai a atração pelo belo e pelo bom; é sagaz, caçador, e está sempre a maquinar planos e a desejar mais e mais.
Eros nasceu de um golpe de Pênia, dado enquanto Poros dormia embriagado após a festa de nascimento da deusa Afrodite. A deusa da penúria quis aliviar sua condição miserável tendo um filho com o senhor da riqueza, e assim concebeu Eros. Desde cedo ele viveu sob intensa atração pelo belo, mas oscilando entre os extremos, pois era pobre porque não possuía nada e era rico porque guardava recursos potenciais para gerar novas vidas. Eros quer sempre mais, cobiça sair de si mesmo, corre sempre atrás do saber, da beleza, da fertilidade. É angustiado e insaciável.
Sendo a forma mais embusteira dentre todos os amores, o amor erótico geralmente consuma-se pelo contato sexual. “Na verdade, o amor delas (pessoas apaixonadas) é um egoísmo a dois; elas são duas pessoas que se identificam uma com a outra e resolvem o problema do estado de separação pelo encontro erótico”, diz o psicanalista Erich Fromm. Amor sedento que busca embriagar-se mesmo quando já saciado, ele é feito ausência cheia de vácuo; está sempre à espreita de alguma completude inacabada, vazia. Assim é Eros.
Apesar de necessário e próprio de nossa condição de humanos incompletos, Eros não representa a amorosidade, apesar de poder ser parte dela como gerador de vida. Esse estado começa – sim, apenas começa – a se manifestar através do segundo modelo, o amor Philia, que é fraternal, companheiro. Menos estimulado pela posse, esse tipo de sentimento cristaliza- se pela amizade, e seu prazer deriva do simples ato de estar junto, de compartilhar momentos. Philia se alimenta da conversa, do cuidado, da alegria, do compartilhamento. É generoso, mas tem lá seu lado egoísta, apesar de se manifestar como altruísta, uma vez que se coloca sempre a serviço do outro. Seu egoísmo deriva do fato de que ao servir ao amigo sente prazer, por isso serve.
De Philia surgiram nomes como filosofia, que significa o amor à sabedoria, ao conhecimento. E em zoologia, o estudo dos animais, usa-se a palavra filo para designar grandes grupos de espécies que têm afinidades entre si. Nós, humanos, por exemplo, pertencemos ao filo dos vertebrados, porque, assim como os peixes, as aves, os répteis e os outros mamíferos, temos uma coluna vertebral. Pois é, até a ciência foi buscar inspiração nos mitos gregos para explicar suas conclusões.
Bem acima dessas coisas mundanas, como erotismo e amizade, encontramos o amor Ágape, que eleva o amor a um estado divino, imaculado. Na verdade, ele vai além do amor, é universal, sem predileção nem eleição, é inteiramente desinteressado. Não é paixão nem amizade, mas divino, criador. É ele que dá valor ao que não tem nenhum valor em si mesmo. Ele não precifica capacidades, concede-as. É a aceitação invariável do outro, seja ele quem for, amigo, inimigo ou indiferente.
Quem vive em estado de amor e tem amorosidade como filosofia experimenta o amor Ágape todos os dias. Esse é um tema que não escapou aos filósofos. “Na essência, todos os seres humanos são idênticos. Na verdade, somos todos parte do Um”, conclui Erich Fromm, para explicar a amorosidade. “Ser amado precede a graça de amar e prepara o estado de amor”, pensa Comte para explicar a origem de tudo.
Platão, em O Banquete, põe à mesa duas soluções para explicar a amorosidade: como não podemos fugir de nossa incompletude, temos que direcionar nosso amor para outros corpos e gerar filhos. Ou então expressá- lo por meio da arte, política, poética, ciências, filosofias ou o que for, sempre dando prioridade ao belo. “Seguir o amor sem nele se perder, obedecer a ele sem nele se encerrar é transpor umas depois das outras as gradações do amor: amar primeiro um só corpo, por sua beleza, depois todos os corpos belos, depois a beleza que lhes é comum, depois a beleza das almas, que é superior à dos corpos, depois a beleza que está nas ações e nas leis, depois a beleza que está nas ciências, enfim, a beleza absoluta, eterna, sobrenatural, a do Belo em si, que existe em si mesmo, de todas as belas coisas que participam, de que procedem e recebem sua beleza...”
Então ser amoroso é ter capacidade de amar pelo amor em si, sem interesse, sem posse, assim como uma mãe ama seu filho?A amorosidade está presente nas relações familiares, mas extrapola esse limite e transborda para o mundo humano melhorando as relações. Entre os membros da família, notadamente entre a mãe e o filho, a amorosidade ganha profundos contornos de Ágape, mas muitas vezes se perde nesse caminho, pois Ágape pressupõe a não-posse, e esse é um sentimento que a mãe tem que se esforçar muito para não desenvolver.
Todas as mães amam, mas há mães amorosas e mães possessivas. A amorosa sabe que seu filho nasceu dela, mas não lhe pertence de verdade. Prepara o filho para a vida e prepara-se pela deixá-lo partir e viver sua condição de indivíduo, com suas virtudes e defeitos, conhecendo conquistas e riscos. A mãe possessiva é egoísta e controladora. Ela exige amor e entrega porque ama e se entrega. Mas amorosidade não é isso, não é moeda de troca nem objeto a ser compartilhado. O amoroso, ao contrário, é libertário, não retém, não exige, não controla.
Amorosidade é uma condição humana elevada, aproxima as pessoas do conjunto de virtudes, pois nela estão incluídos o cuidado, o respeito, a confiança. A amorosidade é bela, boa e verdadeira. Se Eros, Philia e Ágape são deuses que personificam o amor, a amorosidade é a qualidade que eleva os humanos à condição de deuses. E o amor da mãe é o começo desse treino para sermos divindades, pois é o primeiro, o maior, o mais puro e completo. Só não pode ser egoísta, pois assim perderia a qualidade de produzir amorosidade, uma vez que nesta encontramos também a liberdade, valor maior e insubstituível.
Assim, concluímos, se amorosidade não é amor, é por ele fertilizada e, ao fazer isso, gera uma sublime possibilidade humana: a de construir a paz, essa insubstituível condição para a felicidade.
terça-feira, 27 de julho de 2010
Renascidos, em Recrescimento... CRIANÇAS.
"A morte não é a maior perda da vida. A maior perda da vida é o que morre dentro de nós enquanto vivemos."
Norman Cuisins
Muros são estruturas que limitam.
Nasci já à época dos muros.
Mesmo nos idos ’60 lá estavam eles a separar. Ainda que os homens desta cidade não se matassem como hoje, nem os abismos entre eles fossem tão profundos e largos como hoje, existiam os muros para nos repelir.
Com o tempo eles se multiplicaram, ganharam altura. Ficamos ainda mais desconhecidos, mais temerosos. Isso acontecia como conseqüência do progresso, diziam.
Nós, as crianças, nos divertíamos neles subindo e pulando para a zona proibida. Era um desafio de crianças. Escalar e pular o muro que nos impedia de ser crianças nos excitava ao extremo. Não nos conformávamos com os muros, com os portões, com as grades. Queríamos, em calções e pés descalços, ganhar o mundo, as casas, os terrenos baldios, as piscinas dos vizinhos, a goiabeira do quintal alheio. (Era no tempo dos quintais). Não havia limites para nós, crianças imortais e destemidas.
Correr com todas as forças, a plenos e limpos pulmões, por quanto tempo fosse necessário, nos impelia com coragem às mais perigosas e palpitantes missões. Caso empreender fuga sob a mais nítida ameaça fosse uma necessidade imperiosa, o fazíamos com um sorriso aberto e uma força imensa e não extenuante. Não tínhamos limites. Éramos deuses, cheios de vontade de vida.
Crescemos.
Os muros também cresceram. Cresceu nosso medo. Nossa vontade de vida arrefeceu. Com efeito, não decresceu a vontade de vida; arrefeceu, sim, nossa coragem, nossa energia. A vida, a mesma que nos excitara a vontade de si, passou a nos golpear incessantemente. À medida que crescíamos perdíamos as formas de criança e nosso aspecto se tornou ameaçador para alguém. Descobrimos, então, que o que fazíamos impunemente, porquanto nossa pureza nos fazia inimputáveis, não nos era mais possível fazer. Ainda que guardássemos bem à vista na alma, não se conseguia vislumbrar em nós nossa ludicidade, a criança que ainda existia em nós.
Então, morremos. Tornamo-nos outro alguém. Nem vale a pena enveredar por constatações tão chocantes e tristes. Voltemos às crianças que éramos.
Não; façamos melhor – descrevamos o processo de descrescimento. O descrescimento é um conjunto de decisões que dão o revertério. Não é um fenômeno biológico. É uma trama urdida nas ferventes confusões da alma, após um cansaço enorme, alguma sabedoria e doses cavalares de resignação. Descrescer não é parar de crescer; é uma espécie de purgação, de limpeza. É olhar os muros e não se intimidar com sua altura, com os limites impostos. É voltar a ser uma criança por decisão própria, com as enormes vantagens da inexorável sabedoria. É ser uma criança grande, um crianção.
Se o homem nasce, cresce, se reproduz e morre, só me restava morrer. Sim, é a única coisa que me restava. Não conformado, resolvi descrescer. De quebra havia ainda a possibilidade de meu renascimento. Como não há no Aurélio o verbo descrescer, talvez fosse mais certo usar o verbo recrescer, este, sim, existente.
O que quero dizer é que resolvi recrescer, e para tanto, renasci. Comecei a renascer quando resolvi me desmontar. O desmonte foi uma morte, sem dúvida. Reparem, então, que estão diante de alguém que já morreu.
Foi simples. Certo dia, uma linda manhã de sol, acordei triste, pesado, a cabeça doendo, sem tesão. Olhei pela janela e vi o vai-e-vem da cidade, as pessoas correndo, o trânsito movimentado – ainda não era como hoje – o céu tão azul que parecia um jardim de uma cor só. Pensei: -“Morri.” E ali mesmo, com a janela aberta para o mundo, deixei de existir. O diabo é que, se se morre em vida, não há outra saída que não o renascimento. Só morre em vida quem quer ainda muito viver. E, no mesmo instante, ali mesmo, com a janela escancarada para o jardim de uma cor só, renasci. Foi mesmo muito simples.
Desde então voltei a pular muros. Hoje é bem mais difícil; pode-se ser alvejado com uma bala certeira. Ainda assim pulo uma enormidade deles. Entro e saio do vizinho num piscar de olhos. As casas são poucas aos dias de hoje, de modo que os quintais com goiabeiras, sirigüelas e limoeiros são uma coisa rara; mas ainda os encontro vez ou outra. Outro dia quase me morde um enorme pastor alemão sentinela.
O que muito me faz falta é a companhia de outras crianças renascidas como eu. Brinco sozinho o tempo inteiro porque não há amiguinhos com quem brincar. Sinto-me, de fato, muito só neste mundo. Ainda me resta a esperança de que encontrarei alguém morto, renascido, em recrescimento. Anelo encontrá-lo em breve.
Fernando Cavalcanti, 01.07.2010
EDUCAÇÃO NO BRASIL... E NO MUNDO .
'Custo Brasil' e educação contêm avanço do Brasil, diz relatório
"Foto: Agencia Brasil (Marcello Casal Jr./Arquivo ABr)"
As deficiências do Brasil nos setores de infraestrutura e educação estão entre os principais "desafios" que o país precisa enfrentar para crescer de maneira sustentável, avalia um relatório da consultoria britânica Economist Intelligence Unit (EIU) divulgado nesta terça-feira.
O estudo reuniu dados da própria consultoria, entrevistas com analistas e especialistas e um levantamento feito entre abril e maio junto a executivos de 536 companhias em 18 países.
A EIU identificou quatro áreas nas quais o país precisa fazer progressos se quiser realizar o seu potencial econômico: educação, infraestrutura, inovação e reconhecimento internacional de marcas.
"Se estes desafios arraigados puderem ser solucionados na próxima década, a economia poderia sustentar taxas de crescimento acima de 5% ao ano por um longo período", disse a especialista da EIU para as Américas, Justine Thody.
"Para um país de renda média com uma população perto de 200 milhões de habitantes, seria um dos mercados mais atraentes do mundo."
Percepções e realizações
O relatório, encomendado pelo banco HSBC, procurou avaliar "como os investidores veem o Brasil e como o Brasil vê o mundo".
Quase metade dos entrevistados (49%) disse perceber o Brasil como um "mercado jovem e crescente à altura da China, Índia ou Rússia" e dois em cada cinco (40%) disseram ver o país também como "um ator emergente na cena mundial".
Entretanto, 31% associaram a economia brasileira a um "mercado com grande potencial, mas contido por um ambiente pobre de negócios", enquanto 13% afirmaram que o Brasil é "principalmente conhecido pelos extremos de riqueza e pobreza".
A EIU estima que o país crescerá 7,8% neste ano e 4,5% no ano que vem, chegando a 2014 com um PIB per capita de US$ 13,8 mil.
Entretanto, para sustentar um crescimento em torno de 5% em níveis prolongados, o país precisa resolver gargalos pelo menos nos quatro campos citados no relatório, segundo a consultoria e os entrevistados ouvidos na pesquisa.
Desafios
Questionados sobre os principais obstáculos operacionais para seus negócios no Brasil, por exemplo, praticamente metade dos respondentes (49%) citou os baixos padrões - ou os altos preços, daí o termo "custo Brasil" - da infraestrutura do país.
O estudo aponta que as atividades de frete ainda dependem de transportes rodoviários custosos, a malha ferroviária é pequena, os portos e aeroportos estão congestionados e o potencial hidroviário permanece inexplorado.
Entre outras respostas frequentes, os pesquisadores da EIU também registraram a preocupação dos empresários com o não-cumprimento de contratos, a corrupção e a fraca governança corporativa (34% das menções).
No quesito educacional, o relatório apontou a falta de mão-de-obra qualificada para preencher vagas cruciais nas empresas. Entre as companhias americanas, por exemplo, esse é considerado o principal desafio a ser enfrentado pelo Brasil (na opinião de 47% das empresas).
Para a EIU, a saída passa, além da melhora no currículo educacional e o treinamento dos professores, por um redirecionamento dos recursos públicos do ensino universitário para a escola secundária.
"Uma educação pobre e poucos recursos na educação secundária significam que os alunos que terminam a escola estão entre os menos educados do mundo", afirma a EIU.
Inovação e reconhecimento
Por fim, o país enfrenta também desafios relativos à inovação e ao reconhecimento de seus produtos no exterior. Mais da metade dos entrevistados no Brasil (57%) disse não ter estruturas voltadas para pesquisa e desenvolvimento, ou sequer planos de criar tais estruturas.
O relatório aponta que é necessária uma maior aproximação entre empresas e universidades para gerar conhecimento e inovação - a exemplo do que já ocorre nas áreas ambiental e agrícola, nas quais o Brasil é um exportador de tecnologia.
Na questão da percepção da "marca Brasil" - essencial para garantir uma boa acolhida aos produtos brasileiros nos mercados destinos -, o relatório indicou que as companhias verde-amarelas "ainda sofrem do pouco reconhecimento no exterior".
"À parte algumas companhias de alto perfil, as marcas brasileiras ainda carecem do reconhecimento global de suas concorrentes ocidentais", afirma o estudo.
Nada menos que 84% dos entrevistados disseram que as marcas brasileiras não são reconhecidas ou apreciadas no exterior. Nos EUA, por exemplo, apenas 3% das empresas crêem que as marcas do Brasil alcançam este grau de distinção.
Já na China, as marcas brasileiras são bem-recebidas por 24% dos empresários.
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domingo, 25 de julho de 2010
CAMINHOS... REALIZANDO SONHOS
Brincando agora de esconder, se te escondesses no meu coração, não seria difícil encontrar-te. Mas se te escondesses dentro de tua própria casca, então seria inútil procurar por ti." |
Gibran Kallil Gibran |
Inovação envolve uma forma nova e melhor de fazer alguma coisa. Muitas coisas de nossa sociedade são baseadas em inovações que ocorreram no passado, passaram pelos olhos de pessoas empreendedoras que tiraram vantagem da inovação, e nos proveu com um padrão de vida e qualidade que desfrutamos hoje.
Todas as organizaçãoes podem inovar, através de mudanças eficientes em seus produtos, processos ou serviços.
Como se integra emoção à inovação? Quando a inovação contém elementos que geram mudanças no humor, percepção e comportamento das pessoas e evocam nelas reações emocionais e mudanças comportamentais que poderão modificar a forma como conduz sua vida. Isto pode ocorrer, por exemplo, com inovações no ensino.
Exemplo de inovação no ensino...
ASSISTA O VÍDEO
Vídeo 1. Tema: As características de um vencedor tomando como exemplo Walt Disney.
Nestes vídeos criados, produzidos e apresentados pela Dra. SIlvia H. Cardoso, a proposta é educar incluindo elementos que causam recrutamento de emoções e memórias positivas. Além disso, utilizando-se alta tecnologia, tanto na produção, quando na transmissão, a qual foi feita via satélite para diversas cidades do país.
Clique aqui para enviar seu comentário sobre estes vídeos.
Van Gogh "Girassois"... FELICIDADE!!!

Olhe para esta bela pintura "Girassois" de Van Gogh. Agora feche os olhos e responda, quantas flores você viu nela? No momento que você começou a imaginar a pintura, uma população de neurônios no lobo temporal começou a trabalhar ativamente. Esta é a mesma região da qual foi ativada quando você olhou para a imagem. Esta área é conhecida pela integração entre memória visual, imagem e visão
O fato de que a memória de uma imagem específica ativa os mesmos neurônios como percepção visual daquela imagem sugere uma intrigante interação entre memória visual, imagem e visão. Os neurônios ativados estavam localizados no lobo temporal, uma parte do cérebro envolvida significativamente com o processo de memória e outras memórias.
Referencias: Robinson et al, 1984
Felicidade em Versos
Clique aqui para ver e ouvir Vinicius de Moraes e Tom Jobim interpretando esta canção.
Livro Premiado: O que nos faz felizes - Vencedor do Prêmio da Academia de Ciências da Royal Society, em Londres. O prêmio foi de 15 mil euros. Não se trata de um manual de auto-ajuda, com instruções para sermos felizes. É um livro que descreve o que a ciência tem a dizer sobre como e até que ponto o cérebro humano é capaz de imaginar o seu próprio futuro, e sobre como e até que ponto consegue prever de qual desses futuros irá gostar mais". Referência: BBC: Happiness wins science book prize
Inovação & Emoção
Tecnologia transmite emoções positivas a distância..
Videos educacionais desenvolvidos com alta tecnologia encorajam a força e liderança no trabalho, e emocionam alunos adolescentes. Sua institutição também pode ter. Fale conosco
E também:
TeleSmiles Um encontro a distância com alguém próximo. Veja, e pense que você também pode fazer alguém sorrir mesmo estando a grandes distâncias.
Aulas EmoSat - Aulas interativas via satélite utilizando elementos que causam bem estar e alegria em sala de aula. Você também pode fazer educação a distância séria e de qualidade. Entre em contato.
Vídeo 2. Tema: Homenagem à raça negra e características de um vencedor.
Nestes vídeos criados, produzidos e apresentados pela Dra. SIlvia H. Cardoso, a proposta é educar incluindo elementos que causam recrutamento de emoções e memórias positivas. Além disso, utilizando-se alta tecnologia, tanto na produção, quando na transmissão, a qual foi feita via satélite para diversas cidades do país.
Clique aqui para enviar seu comentário sobre estes vídeos.

FAZENDO COM AMOR!!!!!!

EDUCAR E BRINCAR...
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A voz do autor no rádio...
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