TÍTULO: Escola da Ponte
SINOPSE:
A Escola da Ponte surgiu do desejo de criar uma escola que se diferenciasse do modelo tradicional. Por isso, a escola idealizada por José Pacheco, além de não possuir séries, testes, turmas ou aulas, também se diferencia pela forma de aprendizagem: por um lado os professores não se prendem a uma única turma ou disciplina e, por outro, os alunos, geralmente considerados crianças ou adolescentes problemáticos, desenvolvem tanto estudos individuais, que são mais tarde compartilhados com os demais colegas, quanto projetos de pesquisa, que são feitos em grupos formados de acordo com suas áreas de interesse.
Da leiura que ora faço do livro Escola da Ponte, o que mais me chama atenção é o modo e o despertar da aprendizagem do professor. Descobrir a importância das trocas e das concepções do estudo, da pesquisa e do fazer conhecimento. Estou adorando e gostaria de compartilhar. Existem muitas controversias sobre, se esta é a escola ideal, o mais relevante a saber é o despertar para a reflexão. Em qualquer lugar que estejamos precisa-se de compromisso, de reflexão, de teoria e de prática.
Paralela a leitura, fui pesquisar, conhecer novas leituras a respeito desta prática...
Notícias/reportagens relacionadas:
Reportagem site da EDUCARE
Escola da Ponte num livro de José Pacheco
Sara R. Oliveira 2008-09-29
O livro Escola da Ponte - Formação e Transformação em Educação é apresentado amanhã em Vila das Aves. O autor espera que a obra seja "mais um contributo para o reconhecimento de zonas obscuras no exercício da profissão de professor".
Parte da entrevista
"... O professor realça ainda que há poucos estudos centrados em efectivas transformações na área da formação. "O drama dos pesquisadores tem sido esse: a quem vive o quotidiano da escola, a quem investiga a todo o momento, não sobra tempo para fazer registos. Os que estudam 'sobre' as práticas observam, captam o supérfluo e generalizam-no. As conclusões de muitos estudos reflectem a origem dos pesquisadores, raramente a realidade dos investigados", comenta. "A reflexão sobre a prática está cada vez mais viciada por lugares-comuns e uma retórica herdada da formação de modelo clássico, transmissivo, académico, ou o que lhe quisermos chamar..."
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http://www.educare.pt/educare/Actualidade.Noticia.aspx?contentid=571B4D1028596A19E0400A0AB800223E&opsel=1&channelid=0
ASSISTAM ALGUMAS MATÉRIAS
"Um dia na Escola da Ponte" (vídeo)
Jornal da Educação
http://www.jornaldaeducacao.inf.br/index.php?option=com_content&task=view&id=493&Itemid=29#myGallery1-picture(3)Na Escola da Ponte o aluno estabelece o conteúdo e com quem quer aprender
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Experiências de pedagogos brasileiros
"Grande parte das idéias, que usamos na Ponte são exemplos e herança cultural de pedagogos brasileiros, desconhecidos dos próprios professores brasileiros", informou José Pacheco que citou alguns grandes pedagogos brasileiros e experiências práticas que deram certo e deveriam ser conhecidas e seguidas. Entre os bons exemplos, estão a experiência de Anísio Teixeira e a Escola Parque, implantada em 1950 (http://www.prossiga.br/anisioteixeira/livro11/pagina33), em Salvador e no Rio de Janeiro; as idéias e a obra de Tomás Novelino (fundador do Educandário Pestalozzi); o exemplo de vida de Anália Emília Franco, a Grande Dama da Educação Brasileira (http://www.analiafranco.org/); Eurípedes Barsanulfo que, em 1907, inaugurou o Colégio Allan Kardec, primeiro colégio espírita do mundo; o filósofo prático português, George Agostinho Baptista da Silva, que radicou-se no Brasil de 1947 a 1969 e é um dos fundadores da Universidade de Santa Catarina; Paulo Freire que defendeu a educação como forma de conquista de liberdade para os homens, entre outros.Todos estes pedagogos e educadores têm em comum a idéia de que a aprendizagem acontece pela prática. Ou seja, a aprendizagem pela liberdade, em moralidade e autonomia. É a idéia central do construtivismo, na qual o indivíduo constrói o seu próprio conhecimento e sempre através da ação.
RETISCÊNCIAS.