
"Sem a curiosidade que me move, que me inquieta, que me insere na busca, não aprendo nem ensino".( Paulo Freire )
Declaramos nossa profissão, e com inúmeras dificuldades passamos a realizar nosso trabalho... todos os dias temos que exerce-la com amor, paixão, coragem, estudo, pesquisa, entusiasmo e responsabilidade.... Não é bom... Sentir de tudo, a não credibilidade...dos que juntos...compartilhamos.
"Não fomos ensinados a suportar a angústia. Temos que saber e pronto.Ter conflito para nós é sinal de fraqueza, portanto, ou eu sei o que quero e imediatamente faço a minha opção e acerto, ou me declaro incapaz."
...
"Não é possível refazer este país, democratizá-lo, humanizá-lo, torná-lo sério, com adolescentes
brincando de matar gente, ofendendo a vida, destruindo o sonho, inviabilizando o amor. Se a educação sozinha não transformar a sociedade, sem ela tampouco a sociedade muda."
( Paulo Freire )
"Não posso ser professor se não percebo cada vez melhor que, por não poder ser neutro, minha prática exige de mim uma definição. Uma tomada de posição. Decisão. Ruptura. Exige de mim que escolha entre isto e aquilo".
"Só desperta paixão de aprender, quem tem paixão de ensinar."Paulo Freire
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Foto: Leo Drumond
'Nossa Educação não é excelente, mas também não é de má qualidade para todos'

"Não fomos ensinados a suportar a angústia. Temos que saber e pronto.Ter conflito para nós é sinal de fraqueza, portanto, ou eu sei o que quero e imediatamente faço a minha opção e acerto, ou me declaro incapaz."
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"Não é possível refazer este país, democratizá-lo, humanizá-lo, torná-lo sério, com adolescentes
brincando de matar gente, ofendendo a vida, destruindo o sonho, inviabilizando o amor. Se a educação sozinha não transformar a sociedade, sem ela tampouco a sociedade muda."
( Paulo Freire )
'Nossa Educação não é excelente, mas também não é de má qualidade para todos'
01/03/2008 15:09
Texto
Paulo Araújo
DIRETRIZES
A Educação ainda não é para todos
Segundo a vice-presidente de Educação da Unesco, Ana Luiza Machado, falta equiparar o ensino nas escolas e erradicar o analfabetismo de adultos
Há 12 anos, a educadora mineira Ana Luiza Machado acompanha de postos privilegiados os números da Educação nacional. Como chefe do escritório da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) para a América Latina e o Caribe, ela pôde analisar, em Santiago, no Chile, o avanço do Brasil em relação aos vizinhos do continente em setores como a universalização do Ensino Fundamental. No início de 2007, mudou-se para Paris, onde assumiu a vice-presidência do programa de Educação do órgão para todo o planeta. Desde então, teve a oportunidade de comparar nosso desempenho com o de cerca de 200 nações. Ana Luiza coordena pesquisas sobre questões ligadas ao professor: carreira, formação, saúde e condições de trabalho, entre outras. Com base nesses dados, cria projetos em parceria com universidades e governos a fim de minimizar os problemas detectados. Recentemente, propôs que a Universidade Federal de Minas Gerais criasse um curso de formação de lideranças escolares. A idéia está em estudo. Nesta entrevista, ela comenta a posição do Brasil no mais recente relatório do Programa Educação para Todos (EPT).
Para ler a entrevista, clique nas perguntas abaixo:- Que imagem o mundo faz da Educação brasileira?
- Mas continua ocupando as últimas posições de rankings internacionais.
- É possível citar os principais fatores?
- Por que há 72 milhões de crianças fora da escola em todo o mundo?
- Isso não é um paradoxo para um país que está tão próximo de universalizar o Ensino Fundamental?
- Que metas são essas?
- No quadro geral da América Latina, qual é a situação do Brasil?
- Quantos adultos analfabetos há no Brasil e no mundo? Por que é tão difícil resolver esse problema?
- Como explicar a disparidade de sexos em nossas escolas?
- Como os envolvidos com o ensino devem ajudar o país a cumprir as metas do Educação para Todos em 2015?
- Por exemplo?
- O mundo vai precisar de 18 milhões de novos professores até 2015 para universalizar o Ensino Fundamental. Onde estão essas pessoas?
- O que a senhora pensa dos contratos de trabalho temporários?
- Quanto a Unesco recomenda que os países invistam em Educação?
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