quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Selo Aqui se Brinca

EDUCAR E BRINCAR... Também pensa nesta alternativa, " AQUI SE BRINCA" uma contribuição para nossas crianças de oportunizá-las a verdadeira educação!!! Educar com alegria e emoção...




domingo, 26 de setembro de 2010

Por um mundo melhor... EDUCAÇÃO EM VALORES

"...tudo ao seu redor é arte..."

EDUCAR E BRINCAR

Pesquisando formas de viver em um mundo melhor.

Conviver com arte

Frequentar exposições de quadros ou fotos, investir em curso de artes, chamar a atenção para o formato do brinquedo, o tom da luz que bate na planta, a textura dos móveis da sala, as ilustrações dos livros infantis, as canções do seu iPod. Há muito o que fazer quando o assunto é arte e criança. É hora de experimentar!


Cássio Vasconcellos















Espanto. É essa a sensação de uma criança diante de uma obra de arte. E ela se entrega. Não quer saber o que os críticos acharam ou quem é o artista. Ela sente a obra, gosta ou não gosta, interpreta da sua maneira. É livre para isso


Tinta, papel, melodia, emoção. Técnica, pensamento, habilidade, imaginação. Prática, espontaneidade, gosto, representação. Criatividade, ritmo, limite, fascínio, imitação. Estética, crítica, forma, dança, encanto, liberdade, descobertas... Mas isso é arte ou infância? Difícil vai ser você achar duas palavras que se entrelacem tanto. É tudo coisa de criança, é tudo coisa de artista. É tudo meio e é tudo fim. E uma e outra acontecem sob regras e tendências, mas sempre com um quê de natural.

Quando esquecemos de que somos seres prontos para nos emocionar, lá vêm as crianças para nos lembrar. E por uma razão muito simples: as crianças ainda se sentem livres para experimentar. Por isso elas querem se lambuzar de tinta, não se importam de colorir o elefante de vermelho ou misturar xadrez e bolas no modelito escolhido para ir à casa da avó. Elas estão provando. Olham à volta, percebem tudo e não julgam. “A criança geralmente escolhe o que o adulto descarta, não dá valor: pedrinhas da rua, caquinhos, restos de inseto, papel amassado. Aí elas investigam, recolhem, combinam, descombinam, criam. Somos todos seres criativos e estéticos por natureza e esta é a maneira de nos relacionar com o mundo”, diz Sylvia Helena Boock, que há 31 anos desenvolve trabalhos de artes com crianças em escolas e em seu ateliê.

Apesar de naturais, essas pequenas descobertas das referências estéticas – que aparecem para as crianças desde bebês – também são passíveis da interferência dos adultos, claro. Nós formamos os padrões e as regras e é bem fácil escorregar no “certo” e “errado”, no “isso é bom” e “isso é ruim”. Nesse começo, o melhor é dar as mãos e aproveitar: sentir junto as texturas, se sujar, experimentar muito. E fomentar. O músico Hélio Ziskind, aquele que faz seu filho cantar e dançar com a turma do Cocoricó, diz que incentivar a criança a conviver com a arte é como colocar minhocas dentro de um jardim, condição fundamental para que ele seja de fato um jardim fértil. E por dois motivos: o primeiro porque é prazeroso até quando provoca a tristeza (o que tem de mau chorar com a animação UP – Altas Aventuras ou com um filme de cachorro?). E o segundo, Hélio nos explica: “A música, a literatura, o teatro, as artes visuais são como bichinhos que estimulam as crianças a serem criativas e a expandirem suas visões de mundo”. Uma pesquisa do museu Isabella Stewart Gardner, de Boston (EUA), comprova essa “fertilização”. Os pesquisadores observaram cerca de 250 crianças de 3 a 5 anos e verificaram o quanto o contato com as artes desenvolve o pensamento crítico e ajuda no aprendizado. Notaram ainda um outro efeito colateral: ao conversar com seus colegas, trocar gostos e impressões, as crianças aprendem a respeitar diferentes opiniões e, portanto, a diversidade.

É COMO BRINCAR

Conviver com arte pode ser muito mais “cotidiânico” do que você pensa. Dar repertório à criança é, sim, visitar uma galeria de arte ou assistir a shows e peças teatrais. Mas é também dar lápis e tintas para o seu filho encher um papel, é inventar com ele uma música na hora do banho ou criar uma história maluca com seus personagens favoritos. “Para elas, fazer arte já é algo espontâneo, como uma brincadeira. Elas desenham com um palito na areia da praia, gostam de música desde bebês. Isso é maravilhoso”, diz Paula Ruggiero, psicóloga e coordenadora da Escola de Artes Integradas Grão do Centro da Terra, uma parceria entre a escola Grão de Chão e o Teatro do Centro da Terra, ambos de São Paulo. Esse contato faz com que seu filho se desenvolva, aprenda a viver coletivamente, a expressar suas opiniões, a ter mais concentração e a lidar com suas fantasias. “Ele vai se tornar um adulto com mais jogo de cintura, com um olhar mais humano para as coisas, não importa qual carreira for seguir”, diz Genny Chaves, psicopedagoga e coordenadora dos cursos de pré-formação da escola de música Tom Jobim. Isso mesmo: o contato com a arte não é só para o seu filho se tornar um artista no sentido profissional. Faz parte de um desenvolvimento saudável. Por isso é preciso ter espaço e tempo reservados. Ela quer ir ao casamento de chinelo? Você explica que naquele momento não vai ser possível, mas negocia em seguida. Sugira uma brincadeira com um amigo em casa depois usando somente suas roupas, por exemplo. A criança tem que se sentir autorizada a ter seu próprio gosto, fazer escolhas porque é com a ação que ela mostra seu jeito de pensar. “Assim ela vai criar o que podemos chamar de um “estilo” de ser. Dar este espaço é permitir que ela desenvolva sua sensibilidade para o mundo”, afirma Sylvia Helena.

É com a arte também que a criança experimenta outros jogos da vida. A escultura de argila pode tomar a forma que quiser mas, se não tiver uma base sólida, pode desmanchar toda. O desejo é desenhar uma menina com vestido vermelho e calça marrom, mas se essas cores não estão na caixa de lápis, a solução é ter outra ideia. “E qual é o instrumento básico da arte? A criatividade. E é ela que será usada na hora de pensar em uma solução para algum problema, em uma situação de emergência qualquer da vida”, diz Kátia Canton, escritora, ilustradora e PhD em artes pela Universidade de Nova York.

Está ainda difícil de entender a importância desta relação? Olhe para você. Qual foi a última vez que se surpreendeu com a arte? Que sentimentos provocaram em você? Pode ser a maluca versão do filme Alice, de Tim Burton, ou a bolsa artesanal da loja de esquina da sua casa ou uma poesia. É como tirar a venda dos olhos, não? A gente aprofunda a percepção para tudo, vê mais. Olhamos para o céu e não são mais somente nuvens: vemos um cachorro, um dinossauro, uma cadeira. Nos damos conta de formas, cores, texturas e sentimentos que dançam ali à nossa frente, nos provocam, fazem pensar.

Conviver com arte – VÍDEO

Há muito o que fazer quando o assunto é arte e criança. É hora de experimentar!





Redação Crescer


CRESCER e Jonhson's Baby por um mundo melhor. Uma série com 10 reportagens sobre como educar seu filho com valores que façam a diferença no futuro. Confira aqui o olhar das crianças em contato com a arte e a opinião de especialistas sobre o assunto.




http://revistacrescer.globo.com/Revista/Crescer/0,,EMI157472-18164,00.html

"um por todos e todos por um": este era chamado de político

"O homem não é nada além daquilo que a educação faz dele." Immanuel Kant




09/09/2010 12:52

ANÁLISE

Política é coisa de idiota?

Os gregos davam um nome apropriado a quem cuidasse da vida pública, da comunidade e que acreditasse que a mais nobre regra é "um por todos e todos por um": este era chamado de político



Foto: Mario Sergio Cortella é filósofo











"Política é coisa de idiota!". Mas não poder ser! Essa sentença aparece em comentários indignados, cada vez mais frequentes noBrasil, e, em nome da verdade histórica, o que podemos constatar é que acabou se invertendo o conceito original de idiota, pois a expressão idiótes, em grego, significava aquele que só vive a vida privada, que recusa a política, que diz não à política. Em outros termos, os gregos antigos chamavam de idiota a pessoa que achava que a regra da vida é "cada um por si e Deus por todos".


Os mesmos gregos davam um nome apropriado a quem cuidasse também da vida pública, da comunidade, e que acreditasse que a mais nobre regra é "um por todos e todos por um": este era chamado depolítico. E se entendia que todas e todas éramos e deveríamos ser políticos, a partir da noção de que pólis é a comunidade, a cidade, a sociedade, e é nela, com ela e por ela que vivemos.

No cotidiano, o que se fez foi um sequestro semântico, uma inversão do que seria o sentido original de idiota, a ponto de muitas e muitos hoje pensarem que só deixa de ser idiota aquele que vive fechado dentro de si e só se interessa pela vida no âmbito pessoal. Sua expressão generalizada é: "Não me meto em política".

Recusemos tal percepção negativa da política, pois afeta a convivência decente e saudável e, antes de mais nada, esquece que "os ausentes nunca tem razão". De fato, muitos se sentem assim em relação a um determinado modo de fazer política, mas não corresponde à ideia mais abrangente de política, dado que ausentar-se em nome da liberdade e do interesse próprio esbarra novamente no mundo clássico, para o qual o idiota não é livre (porque toma conta só do próprio nariz), pois entendiam que só é livre aquele que se envolve na vida pública, na vida coletiva.

Assim, a política é vista aí como convivência coletiva, mesmo que moremos cada um em nossa própria, usando o latim, domus, ou seja, em casa, nosso domínio. Porém, na prática, porque vivemos juntos e só assim o conseguimos, a questão é que não temos domus, só temos con-domínios. Viver é conviver, seja na cidade, ainda que em casa ou prédio, seja no país, seja no planeta.

A vida humana é condomínio. E só existe política como capacidade deconvivência exatamente em razão do condomínio.

*Mario Sergio Cortella é filósofo, professor-titular da PUC-SP e escreveu com o filósofo Renato Janine Ribeiro (USP) o livro Política: para não ser idiota (Papirus, 2010)

- Confira o especial Eleições 2010.

Dia Internacional da Limpeza de Rios e Praias.

Já participamos destes momentos em anos anteriores, foram marcantes e importantes para toda comunidade escolar. Pena que não fomos convidados este ano, as escolas que fazem parte das comunidades precisam ficarem atentas, passarem a ter como meta esta participação, para que de fato ocorra a verdadeira educação na sociedade, daqueles que estejam visitando, trabalhando, morando e estudando próximos as nossas praias e rios.

Tem coco, canudo e até sofá na areia

Uma gincana foi realizada para coletar o lixo espalhado na Praia do Futuro e conscientizar os banhistas

25.09.2010| 22:00

Cem voluntários divididos em 21 equipes participaram da ação (FOTO IANA SOARES )

Quem observa o mar, num momento de lazer, nem imagina toda a biodiversidade que existe ali dentro. A mesma pessoa, olhando a faixa de areia, se depara com canudos, tampas de garrafa, cocos, sacos plásticos por toda parte. “A maré sobe e, quando volta, leva todo o lixo que estiver na areia. Há uma vida imensa no mar e, junto com isso, muito lixo”, lamenta Eduardo Franklin, diretor da Atlântida Esporte e Aventura, que neste sábado realizava, em parceria com a Superintendência Estadual do Meio Ambiente (Semace), uma campanha alusiva ao Dia Internacional da Limpeza de Rios e Praias.

Para isso, a Atlântida resolveu fazer uma gincana, neste sábado, na Praia do Futuro, com a participação de mais de 100 voluntários. 21 equipes com cinco integrantes percorreram a praia para coletar todo o lixo que encontrasse pela frente. “Aqui você encontra tudo. Sofá velho, colchão, bola de futebol furada... Coco é o principal”, explica. E tem também canudo, tampas de garrafas, tudo jogado ali por frequentadores. “Em um dia, a gente não consegue limpar a praia. Mas a gente sensibiliza a população”, acrescenta.

Um dos componentes de cada equipe sensibilizava os banhistas sobre a preservação da praia. A ação se inspira no projeto Aware, que é realizado no mundo inteiro, com o mesmo propósito. “A maior preocupação é a biodiversidade marinha, que precisa ser preservada”, afirma Franklin. Na praia, houve palestras sobre o assunto e ao meio-dia, o lixo foi pesado.

Voluntários

O estudante Guilherme Veras, 21, participou da gincana a convite de um amigo. “A gente gosta de colaborar com o meio ambiente. Os banhistas vão não só observar a ação, como também vão ser questionados, já que uma das missões das equipes é a conscientização”, disse, acrescentando que o ideal seria se as pessoas não sujassem e ainda catassem a sujeira que vissem pela frente.

O estudante Mateus de Andrade também participou a convite de amigos. “Tem bastante plástico e metal, tampas de cerveja. A gente já coleta fazendo a divisão dos materiais”, explica. Para ele, é importante que moradores da área e visitantes sejam sensibilizados.

EMAIS

Todo o lixo coletado foi levado pelo Sindicato das Indústrias de Reciclagem do Ceará (Sindiverde) para ter a destinação correta. Na tarde deste sábado, um grupo de mergulhadores entrou no mar da Praia de Iracema para coletar lixo. A área vasculhada compreendia o Cais do Porto até a Ponte Metálica .”Para nós, que mergulhamos, é triste ver sujeira no mar. Todo mergulhador coleta o lixo que encontra”, diz o tenente do Corpo de Bombeiros, Fernandes Gonçalves, mais antigo instrutor de mergulho do Ceará.

Lucinthya Gomes
lucinthya@opovo.com.br


"OS SETE SABERES" pensamentos de Edgar Morin.

“A compreensão humana é o caminho para a paz. Para a educação do futuro, é preciso ensinar civilização, solidariedade e responsabilidade, que caminham juntas no mundo atual, globalizado”.
Soubemos desta ilustre visita a Fortaleza, através dos jornais... O professor ainda fica longe das informações e das formações, não porque não queira, mas o acesso é para poucos...
Não comentarei os motivos, mas eles existem de fato... Saberes que devemos saber, saberes que não podemos saber...
Mas para aqueles que participaram e estiveram a escutá-lo, foi inesquecível!!!!!
Saber os sete saberes é URGENTEMENTE necessário por todos e para todos.

Conferência sobre Sete Saberes marca Dia Internacional da Paz em Fortaleza
Ter, 21 de Setembro de 2010 17:02

“A compreensão humana é o caminho para a paz. Para a educação do futuro, é preciso ensinar civilização, solidariedade e responsabilidade, que caminham juntas no mundo atual, globalizado”. Com essas frases, o pesquisador francês Edgar Morin conquistou aplausos de mais de 1.300 educadores e pesquisadores do Brasil e do mundo, durante a abertura da Conferência Internacional dos Sete Saberes Necessários Para a Educação do Presente.


Edgar Morin, autor do livro Sete Saberes, discutiu com participantes maneiras e métodos que podem melhorar a educação e o processo de conhecimento no mundo contemporâneo. Entre eles, segundo Morin, o estudo da compreensão humana e da civilização. “É preciso compreender a complexidade humana, evitar o egocentrismo, a pobreza ligada à desigualdade e a falta de solidariedade. É o caminho para a paz”, ressaltou Morin. A reforma do conhecimento político e social e formação de uma ética pessoal, civil, humana planetária também foi ressaltada por Edgar Morin como parte dessa reforma do conhecimento.


Em seu discurso, professor Assis Araripe, reitor da Uece explicou que “Os Sete Saberes”, na verdade, é um maravilhoso e simplificado método pedagógico que vem revolucionando a educação, abrindo promissoras perspectivas de resgate da escola e da valorização dos seus agentes. Araripe enfatizou ainda, tudo condensado em sete atitudes, tudo sumarizado em sete verdades pedagógicas, que o extraordinário engenho do seu proponente ordenou e hierarquizou em teses que têm circulado o mundo.


Como forma de concretizar os métodos pensados pelo estudioso Edgar Morin, foi assinado ainda no evento a Declaração Conjunta da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), a Secretaria da Educação do Estado do Ceará (Seduc) e a Universidade Estadual do Ceará. “É uma forma de nos comprometermos com a educação e materializar os métodos pensados por Edgar Morin”, ressaltou o Reitor da Uece.


Estiveram presentes na cerimônia a secretária de Educação do Estado de Ceará, Isolda Cela, representando o governador do Estado, o reitor Assis Araripe, a Pró-reitora de Extensão da UECE e Vice-presidente da Conferência, Celina Ellery, e Vincent Defourny, representante da Unesco e Presidente da Conferência Internacional dos Sete Saberes.


A Conferência Internacional é uma parceria entre a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) e a Universidade Estadual do Ceará (Uece), associadas à Universidade Católica de Brasília (UCB). O evento que começou nesta terça-feira procede até a próxima sexta-feira, 24 de setembro de 2010, no Hotel Praia Centro, em Fortaleza.


Amanhã, às 10h, o pesquisado Edgar Morin, fará uma coletiva com a imprensa local sobre a conferência e sobre o livro Sete Saberes necessários para o Futuro. Às 19h, a Uece, em reconhecimento à pessoa e à obra do Pensador e Sociólogo Edgar Morin, concederá o Título de Doutor Honoris Causa, no Auditório Paulo Petrola, no Campus do Itaperi. O Professor Assis Araripe, Reitor da Uece, fará a entrega da merecida homenagem ao escritor.


Com resultado da Conferência, será encaminhada uma carta de recomendações à Assembleia Geral das Nações Unidadas - ONU, até o final de 2010, para os devidos desdobramentos de natureza políticoadministrativa. A conferência conta o apoio da Unifor, FIC, BNB, Coelce e Capes, Mec, dentre outros.

Outras informações sobre o evento:
Assessoria de Imprensa
Universidade Estadual do Ceará
www.uece.br/setesaberes
Fátima Serpa
(85) 9987-8507




Brasil é o país que melhor acolhe os ideais de Edgar Morin, afirma representante da Unesco
Qua, 22 de Setembro de 2010 16:02

Fortaleza, 22/09/2010 – O representante da Unesco no Brasil, Vincent Defourny, falou durante entrevista coletiva na Conferência Internacional sobre os Sete Saberes, nesta quarta-feira, em Fortaleza, para a imprensa local, que o Brasil e a América Latina “foram os que melhor se adaptaram aos pensamentos de Edgar Morin” no desenvolvimento da educação do futuro.

Segundo Vincent Defourny, o Brasil vive uma verdadeira explosão política, econômica e social e por ser um país em desenvolvimento “cria condições de receber os pensamentos de Morin e colocá-los em prática”. Como exemplo, o representante da Unesco destacou a experiência do trabalho realizado na educação integral. “As escolas de tempo integral já são parte de uma solução. As atividades físicas e culturais interagem com todas as áreas do conhecimento, como matemática, história, provocando uma transdisciplinalidade”, completou.


Vincent afirmou, ainda, que a educação brasileira encontra-se num momento muito positivo. “O Brasil hoje forma três mil doutores por ano. Nenhum país da America Latina tem essa capacidade”. “Os ideais dos sete saberes chegaram agora em mais 1.300 expectadores que receberam este conhecimento e com certeza vão colocar em prática o pensamento de Morin nas salas de aula”, completou o representante da Unesco sobre a importância deste evento para a educação do Brasil.


Ao finalizar a coletiva, Vincent enfatizou que para a educação ser completa e eficaz ela “tem que ser transformada, inovada e reinventada constantemente” para atender e se adequar a realidade social, cultural e política de cada geração. Nesse contexto, Vincent falou da importância da internet como ferramenta fundamental para o desenvolvimento de uma nova educação. “A internet é um meio de abrir a escola e desenvolver o conhecimento crítico dos alunos”, finalizou.

Conferência Internacional dos Sete Saberes

A Conferência Internacional é uma parceria entre a UNESCO e a Universidade Estadual do Ceará (Uece), associadas à Universidade Católica de Brasília (UCB). O evento, que começou nesta terça-feira (21/09), prossegue até a próxima sexta-feira (24/09) no Hotel Praia Centro, em Fortaleza. Nesta quarta-feira, às 19h, a Uece entrega ao pesquisador francês Edgar Morin o título de Doutor Honoris Causa no Auditório Paulo Petrola, no Campos Itaperi da Uece.


Uece homenageia Edgar Morin com Título de Doutor Honoris Causa
Qui, 23 de Setembro de 2010 12:39

Fortaleza, 23/09/2010 – O pensador francês Edgar Morin foi homenageado com o título de Doutor Honoris Causa, concedido pela Universidade Estadual do Ceará (Uece), por intermédio do reitor, professor Francisco de Assis Moura Araripe, na noite dessa quarta-feira (22/09), durante sessão solene do Conselho Universitário (Consu), no auditório Paulo Petrola, no Campus Itaperi.




Homenagem

O título de Doutor Honoris Causa concedido a Edgar Morin, foi aprovado por unanimidade pelos membros do Conselho Universitário (CONSU) da Uece, durante reunião realizada no 17/09/2010, através da Resolução 746/2010, apresentada e lida na noite dessa quarta-feira.

Leia na íntegra

http://www.uece.br/


“Aula Cronometrada”

Esta semana recebi de uma amiga este e-mail, carta reposta a Revista Veja de uma professora que ainda consegue falar em nome de muitos de nós que não temos mais forças para gritar. Quando muitos nos indicam que devemos falar baixo, por muitas e variadas questões, inclusive para o nosso próprio bem estar e saúde...
Não resisti, repassar a mensagem, agradecida pela coragem...
...E que possamos refletir, pensar e agir...


RESPOSTA REVISTA VEJA


Sou professora do Estado do Paraná e fiquei indignada com
a reportagem da jornalista Roberta de Abreu Lima “Aula Cronometrada”.
É com grande pesar que vejo quão distante estão seus argumentos sobre
as causas do mau desempenho escolar com as VERDADEIRAS razões que
geram este panorama desalentador.

Não há necessidade de cronômetros, nem de especialistas
para diagnosticas as falhas da educação. Há necessidade de todos os
que pensam que: “os professores é que são incapazes de atrair a
atenção de alunos repletos de estímulos e inseridos na era digital”

entrem numa sala de aula e observem a realidade brasileira. Que alunos
são esses “repletos de estímulos” que muitas vezes não têm o que comer
em suas casas quanto mais inseridos na era digital? Em que pais de
famílias oriundas da pobreza trabalham tanto que não têm como
acompanhar os filhos em suas atividades escolares, e pior em
orientá-los para a vida? Isso sem falar nas famílias impregnadas pelas
drogas e destruídas pela ignorância e violência, causas essas que
infelizmente são trazidas para dentro da maioria das escolas
brasileiras. Está na hora dos professores se rebelarem contra as
acusações que lhes são impostas.
Problemas da sociedade deverão ser
resolvidos pela sociedade e não somente pela escola.


Não gosto de comparar épocas, mas quando penso na minha
infância, onde pai e mãe, tios e avós estavam presentes e onde era
inadmissível faltar com o respeito aos mais velhos, quanto mais aos
professores e não cumprir as obrigações fossem escolares ou
simplesmente caseiras, faço comparações com os alunos de hoje
“repletos de estímulos”. Estímulos de quê? De passar o dia na rua,
não fazer as tarefas, ficar em frente ao computador, alguns até altas
horas da noite??? (quando o têm), brincando no Orkut, ou o que é ainda
pior envolvidos nas drogas. Sem disciplina seguem perdidos na vida.
Realmente, nada está bom. Porque o que essas crianças e jovens
procuram é amor, atenção, orientação e ...disciplina.

Rememorando, o que tínhamos nós, os mais velhos, há uns
anos atrás de estímulos? Simplesmente: responsabilidade, esperança,
alegria. Esperança que se estudássemos teríamos uma profissão,
seríamos realizados na vida. Hoje os jovens constatam que se venderem
drogas vão ganhar mais. Para quê o estudo? Por que numa época com
tantos estímulos não vemos olhos brilhantes nos jovens?
Quem, dos mais
velhos, não lembra a emoção de somente brincar com os amigos, de ir
aos piqueniques, subir em árvores? E, nas aulas, havia respeito, amor
pela pátria.. Cantávamos o hino nacional diariamente,tínhamos aulas
“chatas” só na lousa e sabíamos ler, escrever e fazer contas com
fluência.
Se não soubéssemos não iríamos para a 5ª. Série.
Precisávamos passar pelo terrível, mas eficiente, exame de admissão. E
tínhamos motivação para isso.

Hoje, professores “incapazes” dão aulas na lousa, levam
filmes, trabalham com tecnologia, trazem livros de literatura juvenil
para leitura em sala-de-aula (o que às vezes resulta em uma
revolução), levam alunos à biblioteca e outros locais educativos
(benza, Deus, só os mais corajosos!) e, algumas escolas públicas onde
a renda dos pais comporta, até à passeios interessantes, planejados,
minuciosamente, como ir ao Beto Carrero.
E, mesmo, assim, a
indisciplina está presente, nada está bom.
Além disso, esses
mesmos professores “incapazes” elaboram atividades escolares como
provas, planejamentos, correções nos fins-de-semana, tudo sem
remuneração;

Todos os profissionais têm direito a um intervalo que não
é cronometrado quando estão cansados.
Professores têm 10 m. de intervalo, onde tem que se escolher entre ir ao banheiro ou tomar às
pressas o cafezinho.
( Professor de Educação infantil, não tem interva-lo).
Todos os profissionais têm direito ao vale alimentação, professor tem que
se sujeitar a um lanchinho, pago do próprio bolso, mesmo que trabalhe 40 h.semanais.
E a saúde?
É a única profissão que conheço que embora apresente atestado médico, tem que
repor horas aulas.
Plano de saúde? Muito precário. Há de se pensar,
então, que são bem remunerados... Mera ilusão! Por isso, cada vez
vemos menos profissionais nessa área, só permanecem os que realmente
gostam de ensinar
, os que estão aposentando-se e estão perplexos com
as mudanças havidas no ensino nos últimos tempos e os que aguardam uma
chance de “cair fora”.Todos devem ter vocação para Madre Teresa de
Calcutá
, porque por mais que esforcem-se em ministrar boas aulas,
ainda ouvem alunos chamá-los de “vaca”,”puta”, “gordos “, “velhos”
entre outras coisas. Como isso é motivante e temos ainda que ter
forças para motivar.
Mas, ainda não é tão grave. Temos notícias,
dia-a-dia, até de agressões a professores por alunos. Futuramente,
esses mesmos alunos, talvez agridam seus pais e familiares.

Lembro de um artigo lido, na revista Veja, de Cláudio de
Moura Castro, que dizia que um país sucumbe quando o grau de
incivilidade de seus cidadãos ultrapassa um certo limite.
E acho que
esse grau já ultrapassou. Chega de passar alunos que não merecem.
Assim, nunca vão saber porque devem estudar e comportar-se na sala de
aula; se passam sem estudar mesmo, diante de tantas chances, e com
indisciplina... E isso é um crime! Vão passando série após série, e
não sabem escrever nem fazer contas simples.
Depois a sociedade os
exclui, porque não passa a mão na cabeça. Ela é cruel e eles já são
adultos.

Por que os alunos do Japão estudam? Por que há
cronômetros? Os professores são mais capacitados? Talvez, mas o mais
importante é porque há disciplina.
E é isso que precisamos e não de
cronômetros. Lembrando: o professor estadual só percorre sua íngreme
carreira mediante cursos, capacitações que são realizadas,
preferencialmente aos sábados. Portanto, a grande maioria dos
professores está constantemente estudando e aprimorando-se.

Em vez de cronômetros precisamos de carteiras escolares,
livros, materiais, quadras-esportivas cobertas (um luxo para a grande
maioria de nossas escolas), e de lousas, sim, em melhores condições e
em maior quantidade.
Existem muitos colégios nesse Brasil afora que
nem cadeiras possuem para os alunos sentarem. E é essa a nossa
realidade!
E, precisamos, também, urgentemente de educação para que
tudo que for fornecido ao aluno não seja destruído por ele mesmo

Em plena era digital, os professores ainda são obrigados a
preencher os tais livros de chamada, à mão: sem erros, nem borrões
(ô, coisa arcaica!), e ainda assim ouve-se falar em cronômetros.
Francamente!!!


Passou da hora de todos abrirem os olhos e fazerem algo
para evitar uma calamidade no país, futuramente. Os professores não
são culpados de uma sociedade incivilizada e de bandidismo, e
finalmente, se os professores até agora não responderam a todas as
acusações de serem despreparados e “incapazes” de prender a atenção
do aluno com aulas motivadoras é porque não tiveram TEMPO. Responder a
essa reportagem custou-me metade do meu domingo, e duas turmas sem as
provas corrigidas.

A culpa é do professor????

FAZENDO COM AMOR!!!!!!

FAZENDO COM AMOR!!!!!!

EDUCAR E BRINCAR...

PROJETO RESGATE DA PSICOMOTRICIDADE ATRAVÉS DOS RECURSOS NATURAIS.

TRAILERS - SLIDES - •Documentários, Entrevistas

EDUCAÇÃO - AMBIENTE - DESENVOLVIMENTO - POLÍTICA - ATITUDE - CULTURA 

NOSSOS MESTRES NA LITERATURA INFANTOJUVENIL

A voz do autor no rádio...

Falar e ouvir... uma questão pessoal...

Um pouco de sua história...

Conversando com autores...

Tatiana Belinky, a escritora que queria ser Emília...

Histórias que nos acompanham...

PAI DA TURMA DA MÔNICA...

Uma contadora especial...

Histórias para ouvir e contar... O clássico mundial A Árvore Generosa.

A ARTE DE CONTAR HITÓRIAS...

A História Mais Longa do Mundo (adaptação)

História Marcelino Pedregulho (adaptação)

Divirtam-se... CRIANÇAS.

Projeto UCA

CAMINHO JOVEM... ESPERANÇA!!!!

Música com o corpo "Barbatuques"

"TEMPO...TEMPO...TEMPO... VOU TE FAZER UM PEDIDO"

O Ponto de Mutação de Fritjof Capra

A TEIA DA VIDA...

Educação Ecológica... Entevista com Capra.

Humberto Maturana e Ximena - Encontro... Reflexão... 1 de 8 vídeos

REPORTAGEM: Brincadeiras

Professora Vania Cavalari Psicomotricidade. ...

entre no site e assista a entrevista http://www.sabertv.net/portal/mediacenter/view/276/psicomotricidade/

POESIA DE AMOR...

texto "O direito de ser criança" de Ruth Rocha e som "Dias Melhores" de Jota Quest.

EDUCAR...

Limites...

<a href="http://video.msn.com/?mkt=pt-BR&amp;from=sp&amp;vid=0f517149-43f6-4d81-b88c-e520ef3b4d42" target="_new" title="Como lidar com o filhos dos outros">Video: Como lidar com o filhos dos outros</a>

Brincar é aprender...

Aprendendo sempre... PSICOMOTRICIDADE

http://www.animacorpus.net/psicomotricidade/

APRENDER E EDUCAR.

EDUCAR E BRINCAR... CRESCER...

Aprender...Educação Infantil.

Educar e aprender...

Infância- Tempo de construir valores...

Educar... filho faz por imitação...

Educar e aprender... Transformação...

Video = Ciência estuda o que e passa no cérebro dos bebês

Educar... Aprender...

EDUCAR E BRINCAR. APRENDER COM A NEUROCIÊNCIAS...

PROJETO RESGATE DA PSICOMOTRICIDADE ATRAVÉS DOS RECURSOS NATURAIS.

A EMOÇÃO ESTAR NO AR....

MEU AMIGO BICHO!!!!!