terça-feira, 17 de novembro de 2009

PEDAGOGIA

APRENDER A APRENDER... EXERCÍCIO NOSSO DE CADA DIA...
Estamos cada dia mais preocupados, como resolver os problemas, se estes estão inteiramente ligados ao cotidiano, não só escolar... socialmente, vivemos na desordem...
ENSINAR E APRENDER... APRENDER A ENSINAR?????
A escola coloca rotinas, cria regras, mas estas nem sempre são aquelas que os alunos
e crianças estão acostumados a seguir... E todos os dias temos enfrentar...
A realidade mostra a violência em nossas escolas... e fora delas...

NOTÍCIAS...


Tia, ele me bateu!

http://www.educador.brasilescola.com/As crianças reproduzem os pais - Amor e carinho afastam as atitudes agressivas


Escolas

Quando a violência interfere na educação

Professores e alunos têm de conviver com a violência em comunidades de Fortaleza. O POVO começa uma série sobre o desafio de uma boa educação em meio à violência

Yanna Guimarães
yanna@opovo.com.br

18 Nov 2009 - 00h00min

O POVO opta por não identificar as instituições, os alunos e os professores para protegê-los.

LEIA AMANHÃ
- O que professores e gestores podem fazer para enfrentar a situação de violência na área da escola?


...O movimento contínuo de construção e reavaliação de regras, mais o respeito a elas, é a base de todo convívio em sociedade. Da mesma forma que os conflitos nunca vão deixar de existir na vida em comunidade - no contexto escolar, especificamente, os conflitos também não vão desaparecer. Saber lidar com eles faz com que o professor consiga trabalhar melhor. Ensinar o tema aos alunos também é uma tarefa dele. "Esperar que os pequenos, de modo espontâneo, saibam se portar perante os colegas e educadores é um engano. É abrir mão de um dever docente", explica Luciene Tognetta, do Departamento de Psicologia Educacional da Faculdade de Educação da Unicamp.


Como se livrar da indisciplina

Qual é a causa do mau comportamento? Como pais, alunos e professores podem trabalhar juntos para contornar esse entrave da boa Educação



Foto: indisciplina na sala de aula
Nova-Escola

30/10/2009 11:41

Texto
Beatriz Vichessi



A garotada voa pelos corredores, conversa em sala, briga no recreio, insiste em usar boné e em trazer para a sala materiais que não são os de estudo. A paciência do professor está por um fio. Cansado e confuso, ele se sente com os braços atados e a autoridade abalada. Não suporta mais as cenas que vê e não sabe o que fazer. Quer obediência! Quer controle! Quer mudanças no comportamento dos alunos!

Para ter uma turma atenta e motivada, a primeira mudança necessária talvez esteja nos pais, na escola e nos professores. É hora de rever a ideia de indisciplina e o que há por trás dela. Pesquisa realizada porNOVA ESCOLA e Ibope em 2007 com 500 professores de todo o país revelou que 69% deles apontavam a indisciplina e a falta de atenção entre os principais problemas da sala de aula. Doce ilusão! O comportamento inadequado do aluno não pode ser visto como uma causa da dificuldade para lecionar. Na verdade, ele é resultado da falta de adequação no processo de ensino.


Para avançar nessa reflexão, é preciso entender que a indisciplina é a transgressão de dois tipos de regra.O primeiro são as morais, construídas socialmente com base em princípios que visam o bem comum, ou seja, em princípios éticos. Por exemplo, não xingar e não bater. Sobre essas, não há discussão: elas valem para todas as escolas e em qualquer situação.O segundo tipo são as chamadas convencionais, definidas por um grupo com objetivos específicos. Aqui entram as que tratam do uso do celular e da conversa em sala de aula, por exemplo. Nesse caso, a questão não pode ser fechada. Ela necessariamente varia de escola para escola ou ainda dentro de uma mesma instituição, conforme o momento. Afinal, o diálogo durante a aula pode não ser considerado indisciplina se ele se referir ao conteúdo tratado no momento, certo?

http://educarparacrescer.abril.com.br/comportamento/indisciplina-sala-aula-509283.shtml

Para ler, clique nos itens abaixo:

1. Com distinguir moralidade e convenção?
2. Como a criança aprende o valor das regras?
3. A formação moral tem de ser feita pela família?
4. Como a escola deve tratar as questões morais?
5. Como se forma a moral na criança?
6. A atuação dos professores pode causar a indisciplina?
7. É possível resolver a indisciplina?
8. A repressão funciona contra a indisciplina?
9. É importante distinguir as regras morais das convencionais
10. É importante pesar a reação a um problema
11. É importante conquistar autoridade com o saber e o respeito
12. É importante construir um ambiente cooperativo
13. É importante agir na hora certa e sempre manter a calma
14. É importante ficar alerta porque a indisciplina nunca acaba
15. É importante incentivar e respeitar a autonomia do jovem
16. Nada como uma boa conversa
17. Nada como uma dose a mais de interação
18. Nada como uma assembleia


BATER NÃO EDUCA...

E na escola??? Quais os reflexos??? Como lidar com as crianças que batem????

Ainda que o levantamento não tenha caráter científico, há o que pensar. Ao adotar a palmada, os pais passam a idéia de que a violência física é a maneira de lidar com conflitos e frustrações. Ou seja: você tem de encontrar outras formas de impor limites. Palmada é uma agressão. “Quando o adulto bate no filho, ele está reconhecendo que ficou impotente diante da atitude da criança. Mostra claramente que perdeu o controle de si mesmo e a agressão passa a ser a única maneira de manter o status da autoridade”, diz Célia Terra, professora de Psicoterapia Infantil da Psicologia da PUC-SP. Testar os limites dos pais é um comportamento típico que faz parte do aprendizado da convivência em família. Embora não seja fácil, os adultos devem lidar com as manhas com carinho. “Pais devem proteger os filhos. Não só do mundo exterior, mas das emoções que eles ainda não são capazes de controlar”, diz Célia Terra.

DESENVOLVIMENTO

Crianças que apanham são mais agressivas

Mais uma comprovação de que a palmada atrapalha na hora de educar. Segundo pesquisa norte-americana, a prática estimula a agressividade da criança e causa problemas de aprendizado


Simone Tinti


André Spinola e Castro



Como se não bastasse o próprio ato violento, um estudo norte-americano apontou outras consequências para o desenvolvimento da criança que apanha em casa. Em estudo recente com mais de duas mil famílias, os pesquisadores constataram que crianças que apanham quando têm 1 ano de idade ficam mais agressivas aos 2 e apresentam dificuldades de aprendizado aos 3. O estudo também concluiu que, por outro lado, punições verbais como broncas e sermões não causaram nenhum efeito negativo no desenvolvimento infantil.


Mas informação não é tudo. Apesar de muitos pais já se darem conta de que a palmada não é a melhor maneira de educar uma criança, a prática parece ser ainda bem frequente entre as famílias brasileiras, infelizmente. Em uma enquete realizada pelo Fantástico no último domingo, 69% dos pais afirmou que dá palmadas nos filhos. O resultado é bem parecido com o obtido em uma pesquisa que CRESCER realizou com leitores no ano passado, em que ficou claro que os pais tendem a achar que bater na criança é uma alternativa aceitável.
A ciência, por sua vez, está fazendo a sua parte em divulgar resultados e alertar as famílias. Mas sabemos que, muitas vezes, as crianças podem tirar você do sério. Abaixo, você confere dicas sobre o que fazer nestes momentos.







5 motivos para não bater no seu filho

• Pais que adotam a palmada passam a mensagem de que os problemas podem ser resolvidos na base da força física.

• Se a criança já não responde da mesma forma às palmadas, castigos físicos cada vez mais severos podem ter início.

• Quem apanha tem mais chance de se tornar um agressor.

• Nos casos mais graves, a criança pode desenvolver dificuldade de aprendizagem, postura de medo em relação aos pais e seqüelas físicas.

• Palmada não educa. Sem diálogo a criança fica sem entender porque não deve repetir o comportamento.

Leia mais em nossa matéria Bater não educa




http://revistacrescer.globo.com/Revista/Crescer/0,,EMI94351-15152,00.html


Pesquisando... Copiando... Idéias...

Andando, andei em caminhos pedregosos, mas encontrei sombra, água... Conforto, calma... e desviando, ou melhor contornando... o caminho... Cheguei ao encontro da felicidade...

Estamos por aqui, exercitando a passos longos...Trilhar caminhos...

EDUCAR E APRENDER... APRENDER A EDUCAR...

É preciso amar as pessoas como se não houvesse amanhã, porque se você parar para pensar, na verdade não há. (Renato Russo)


Pensar, sentir... Portanto, ser gentil

"É tempo de gerar gentileza! Deseje o melhor a todos, em especial ao companheiro ao lado; partilhe suas observações a respeito da paisagem, suas descobertas, seu lanche. Coma o suficiente para produzir energia, mas não se exceda."



Caderno de Campo


Projeto idealizado pela equipe pedagógica do Instituto Capibaribe

Quando pensamos em paz e justiça, é inevitável que nos venham à mente medidas urgentes para aliviar a situação delicada quanto à segurança em que nos encontramos. No entanto, muitas vezes nos esquecemos de que é sempre melhor atitudes de prevenção contra eventos que causem sofrimento, dor, principalmente se participarmos da ideia de que usufruímos de todas as benesses do planeta de forma gratuita e que sempre nos acolhem, mimam e proveem, inclusive, em abundância.

Assim, quando tratamos do comportamento humano, o que seria melhor para o bom entendimento entre as pessoas do que a lisura nas relações, a fidelidade, a simplicidade e humildade, isto é, a gentileza?

Há um profeta moderno que nos trouxe essa alternativa para sairmos da confusão. Seu nome, Profeta Gentileza. Gentileza caminhava pelas ruas do Rio de Janeiro exibindo sua obra escrita em tabuletas e nos muros. Sua mensagem: a mesma de um outro grande visionário e pregador das boas atitudes, que vivera há 2 mil anos — “Amar o próximo como a si mesmo”.

Unindo as ideias de necessidade imediata do estabelecimento da paz e da justiça em nossa sociedade, o projeto temático interdisciplinar do Ensino Fundamental II, em 2009, no Instituto Capibaribe, convida os alunos, professores, funcionários e demais parceiros em nossas atividades diárias a refletir sobre as várias formas de ser gentil. Vale salientar que o projeto teve adaptação a partir da vivência de outras instituições de ensino, como o Helena Lubienska e Maria Auxiliadora, ambos situados na capital pernambucana.

Como marco inicial, todo o corpo discente desse nível participou de uma aula-passeio a Nova Jerusalém, onde, orientados por oito professores de disciplinas diversas, tiveram a oportunidade de discutir sobre temas específicos das disciplinas, bem como refletir sobre nossas condutas no dia a dia, principalmente pensando nas palavras e experiências de Jesus, já que o lugar mimetiza os últimos dias da vida do Nazareno, sendo as propostas sempre relacionadas à razão de vivenciarmos este momento: a gentileza. As atividades são balizadas por um Caderno de Campo, contendo exercícios das disciplinas envolvidas no projeto, e momentos de reflexão geral.

Como já é tradição dos projetos temáticos anuais, a culminância será a Mostra de Conhecimentos, a ser realizada no mês de novembro, quando teremos a exposição dos trabalhos desenvolvidos a partir tanto da vivência na aula-passeio quanto de atividades que derivaram da proposta.

Abaixo, temos as atividades que compõem o Caderno de Campo.


Para conhecer o trabalho leia

http://www.construirnoticias.com.br/asp/materia.asp?id=1477


“Cordialidade significa aquele jeito de ser e de ver que faz descobrir um coração palpitando no interior de cada coisa, de cada pedra, de cada estrela e de cada pessoa. É aquela atitude tão bem retratada pelo Pequeno Príncipe de Antoine de Saint-Exupéry: ‘Só se vê bem com o coração’ [...]”

E, em nosso cotidiano escolar, vamos retomar nossos aprendizados!


Nosso 15 de Novembro... FALA BRASIL...

domingo, 15 de novembro de 2009

APRENDER A ESTUDAR...PESQUISAR...



Desafio da aprendizagem na escola... O aluno aprende bem com o professor que aprende bem...
"SER PROFESSOR É CUIDAR COM QUE O ALUNO APRENDA"
Pedro Demo
Entrevista com Pedro Demo, professor do departamento de Sociologia da Universidade de Brasília (UnB). PhD em Sociologia







Pedro Demo"...a pesquisa indica a necessidade da educação ser questionadora, do indivíduo saber pensar."
Pedro Demo

“A criança é um grande pesquisador.”

“Se a criança é levada a buscar seu material, a fazer sua elaboração, a se expressar argumentando, a buscar fundamentar o que diz, a fazer uma crítica ao que vê e lê, ela vai amanhecendo como sujeito capaz de uma proposta própria.”

Não tente se vangloriar dos méritos de sua aula expositiva diante do educador Pedro Demo. Ele é categórico: não há educação nenhuma em assistir a aulas, tomar notas e ser avaliado no final do bimestre. A isso ele chama ora de instrução, ora de transmissão de conhecimento. Pior: para instruir, os professores seriam dispensáveis. A eletrônica cumpriria esse papel sem maiores problemas.

Defensor da educação reconstrutiva, Pedro Demo sustenta que o “nível educacional se atinge quando aparece um sujeito capaz de propor, de questionar”. Para despertar esse espírito na criança, ele receita muita pesquisa e incentivo à elaboração própria de cada aluno. Nesse cenário, a aula tem papel coadjuvante. Indispensável mesmo só é a orientação e o acompanhamento atento do professor.

Ele não acredita, porém, ser preciso insurgir-se contra a aula ou o modelo instrucionista. Sua morte está anunciada pela ascensão das novas tecnologias na educação. E prevê: “Vai ser muito difícil no futuro fazermos qualquer proposta educacional que não seja em parte virtual.” Mas não serão as novas tecnologias que vão salvar a pátria. Novamente, o grande desafio será inserir pesquisa e elaboração própria em um espaço de aprendizagem virtual.

Antes de embarcar para o Chile, onde desenvolve um trabalho na Universidade Educares, Pedro Demo concedeu a seguinte entrevista.


...


O senhor considera que saber ler as imagens, compreender a função que elas ocupam na transmissão do saber é uma área do conhecimento já desenvolvida, ou ainda há muito que fazer nesse campo?

Pedro Demo - O mundo da informática, como o do cinema, está trazendo isso. Nós temos uma história do cinema com mais de cem anos. Mas a academia não aceita a imagem como argumento. E nós deveríamos nos abrir a isso. Quando o texto chegou na história da humanidade, ele também foi taxado de intruso, de coisa esquisita, e hoje ninguém mais acha estranho fazer um texto, um livro. Então nós não podemos estar fechados a essa nova perspectiva. Eu estou dizendo que é preciso saber pensar não só com texto. A nova geração possivelmente prefere pensar através de imagens. Isso ajudaria muito a escola, e o trajeto da formação em qualquer nível traria maior motivação e maior atualização.

*****


Vitor Casimiro
Exclusivo para o Educacional






“Vai ser muito difícil no futuro fazermos qualquer proposta educacional que não seja em parte virtual.”


FAZENDO COM AMOR!!!!!!

FAZENDO COM AMOR!!!!!!

EDUCAR E BRINCAR...

PROJETO RESGATE DA PSICOMOTRICIDADE ATRAVÉS DOS RECURSOS NATURAIS.

TRAILERS - SLIDES - •Documentários, Entrevistas

EDUCAÇÃO - AMBIENTE - DESENVOLVIMENTO - POLÍTICA - ATITUDE - CULTURA 

NOSSOS MESTRES NA LITERATURA INFANTOJUVENIL

A voz do autor no rádio...

Falar e ouvir... uma questão pessoal...

Um pouco de sua história...

Conversando com autores...

Tatiana Belinky, a escritora que queria ser Emília...

Histórias que nos acompanham...

PAI DA TURMA DA MÔNICA...

Uma contadora especial...

Histórias para ouvir e contar... O clássico mundial A Árvore Generosa.

A ARTE DE CONTAR HITÓRIAS...

A História Mais Longa do Mundo (adaptação)

História Marcelino Pedregulho (adaptação)

Divirtam-se... CRIANÇAS.

Projeto UCA


CAMINHO JOVEM... ESPERANÇA!!!!

Música com o corpo "Barbatuques"

"TEMPO...TEMPO...TEMPO... VOU TE FAZER UM PEDIDO"

O Ponto de Mutação de Fritjof Capra

A TEIA DA VIDA...

Educação Ecológica... Entevista com Capra.

Humberto Maturana e Ximena - Encontro... Reflexão... 1 de 8 vídeos

REPORTAGEM: Brincadeiras

Professora Vania Cavalari Psicomotricidade. ...

entre no site e assista a entrevista http://www.sabertv.net/portal/mediacenter/view/276/psicomotricidade/

POESIA DE AMOR...

texto "O direito de ser criança" de Ruth Rocha e som "Dias Melhores" de Jota Quest.

EDUCAR...

Limites...

<a href="http://video.msn.com/?mkt=pt-BR&amp;from=sp&amp;vid=0f517149-43f6-4d81-b88c-e520ef3b4d42" target="_new" title="Como lidar com o filhos dos outros">Video: Como lidar com o filhos dos outros</a>

Brincar é aprender...

Aprendendo sempre... PSICOMOTRICIDADE

http://www.animacorpus.net/psicomotricidade/

APRENDER E EDUCAR.

EDUCAR E BRINCAR... CRESCER...

Aprender...Educação Infantil.

Educar e aprender...

Infância- Tempo de construir valores...

Educar... filho faz por imitação...

Educar e aprender... Transformação...

Video = Ciência estuda o que e passa no cérebro dos bebês

Educar... Aprender...

EDUCAR E BRINCAR. APRENDER COM A NEUROCIÊNCIAS...

PROJETO RESGATE DA PSICOMOTRICIDADE ATRAVÉS DOS RECURSOS NATURAIS.

A EMOÇÃO ESTAR NO AR....

MEU AMIGO BICHO!!!!!