segunda-feira, 5 de julho de 2010

ATITUDE!!!!!!

Quem de nós não ousaria ir nesta grande aventura... ESCOLA FRATERNIDADE.
Uma lição para a vida toda e quem embarcar nesta, nunca mais será o mesmo...
BOA VIAGEM!!!!!!

ATITUDE
Nilton Souza

MARINHEIROS DE PRIMEIRA VIAGEM

“Veleiro Escola Fraternidade” leva jovens para alto-mar

Depois de conseguir dar três voltas ao redor do mundo a bordo de um veleiro, o baiano Aleixo Belov lança o projeto “Veleiro Escola Fraternidade”, que recruta jovens de todo o Brasil interessados em realizar uma jornada pelos mares do planeta ao lado do especialista

Aos 22 anos, o ucraniano-baiano Aleixo Belov passou 16 dias a bordo de uma canoa no litoral da Bahia. Ficou tão apaixonado pelo mar que decidiu dar a volta ao mundo em um veleiro. Sua determinação e sua dedicação como engenheiro fi zeram com que juntasse recursos para, entre 1981 e 2002, completar três voltas ao mundo a bordo do Três Marias. Visitou lugares tão exóticos e distintos como Galápagos, Madagascar e o Sri Lanka. Sempre sozinho. Mas hoje, aos 67, Belov está de novo em alto-mar para completar sua quarta jornada pelos mares do planeta – dessa vez, porém, acompanhado de 11 alunos tripulantes que fazem parte de seu novo projeto, o Veleiro Escola Fraternidade.

Em 16 de janeiro, o grupo zarpou de Salvador, reunindo jovens recrutados em todo o Brasil. Engenheiros, oceanógrafos, cineastas e mergulhadores, entre outros, darão lugar a novos tripulantes a cada seis meses para que mais gente viva a bordo. “As principais vivências são o conhecimento e aproximação do mar, que, além de lindo e apaixonante, é uma eterna caixa de surpresas, o reino das incertezas”, diz Belov por e-mail enviado via satélite do meio do Pacífico.

Oito vezes maior que o Três Marias, o Fraternidade levou mais de cinco anos para ficar pronto. Segundo Belov, todo seu aprendizado está materializado no novo veleiro. Sua missão, agora, é acompanhar os navegantes de primeira viagem (pelo menos quando se trata de uma ao redor do mundo) e orientá-los a dialogar com os oceanos e seus mistérios.

*Colaboraram: Débora Didonê, Leandro Sarmatz, Marcia Bindo, Mariana Del Grande, Marina Borges, Rafael Tonon e Thiago Bennichio

Link da matéria: Aleixo Belov

Você também pode conhecer toda a história do projeto através do próprio site e ainda saber das notícias em tempo real... Vídeos e muitas curiosidades... Eu adorei a idéia... Lição de vida... Agradecer... Lei... Dever cumprido...

PARABÉNS!!!

Aleixo Belov lança o projeto “Veleiro Escola Fraternidade” NOTÍCIAS...

http://www.aleixobelov.com.br/noticias/2_aleixo-apresenta-o-fraternidade.html


CURRÍCULO

Na formação continuada para educadores através da Secretaria de Educação do Município, estamos seguindo a programação e refletindo durante todo o ano 2010 a 2011. Entre o material sugerido temos as Diretrizes Curriculares Nacionais para Educação Infantil, revisando a proposta elaborada no ano que se passou... O trabalho na verdade é um esforço para contribuir para elaboração das Propostas Pedagógicas das Instituições que oferecem Educação Infantil. Esperamos atentar para que se pense no melhor para os alunos e que como professores tenhamos um direcionamento nas questões trilhadas por outros...


GESTÃO EM FOCO

Por um currículo consistente

Entre tantas possibilidades, a escola deve optar por ensinar o que leva o aluno a desenvolver habilidades como o senso crítico e a ética


Fernando José de Almeida
Revista Nova Escola – 06/2010

Marcos Rosa
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Cabe à escola optar por um programa que contemple as necessidades dos alunos e as características da comunidade.Não é de hoje que os educadores de diversos países se perguntam o que as crianças e os jovens devem aprender em sala de aula. Antigamente não havia dúvida: era preciso transmitir aos alunos os saberes que a humanidade acumulou nos últimos 10 mil anos em Ciências, Matemática, Literatura, Arte e as demais áreas do conhecimento. Sim, era uma grande pretensão, mas ninguém duvidava de que esse era o papel da escola.

Na contemporaneidade, essas certezas ruíram. Novas necessidades de aprendizagem foram surgindo ao mesmo tempo em que outras demandas sociais e culturais apareciam. Por uma série de motivos, a escola foi aos poucos tomando para si a responsabilidade pelo ensino de tudo o que uma pessoa precisa aprender durante a sua formação. Como bem compara o educador português António Nóvoa, muita gente toma essa instituição como um pote, em que são colocadas diversas coisas: além das que já estão lá – as diversas disciplinas –, se juntam também aulas de cidadania e meio ambiente, atitudes para prevenir a aids, a violência sexual e os acidentes de trânsito, noções de higiene pessoal e de saúde pública etc., etc., etc.

Conheci Nóvoa há alguns anos em Genebra, Suíça. Impressionou-me a capacidade que tem para dar consistência às ideias e práticas educativas, elevandoas à dimensão de ciência e de política. Prova disso são os princípios que ele defendea respeito da formação do currículo, tema principal da entrevista concedida à revista NOVA ESCOLA GESTÃO ESCOLAR, edição de junho/julho, que está nas bancas. Ele afirma que não se pode pretender que a sala de aula resolva todos os problemas e que é preciso dar “à escola o que é da escola e à sociedade o que é da sociedade”. Ao ler esse texto, lembrei-me de outro grande educador, o nosso Paulo Freire (1921-1997), que costumava ressaltar em discursos e textos que educar não é aplicar conteúdos na cabeça das crianças, como se faz depósitos em contas bancárias – só que, nesse caso, seriam depositados trocados de conhecimentos. Freire e Nóvoa usam essas metáforas para superar a ideia de que o professor é o detentor de saberes contidos em matérias fechadas, e o aluno, o dono de uma cabeça oca e enorme para poder acomodar tudo dentro dela. Agora sabemos – depois de todas as contribuições de Jean Piaget (1896-1980), Lev Vygotsky (1895- 1934) e outros pesquisadores – que o conhecimento se forma depois de um longo processo de trocas, assimilações, adaptações e elaborações, influenciado por todos os aspectos humanos (valores, culturas, condições materiais etc.).

Sabendo disso, fica fácil se convencer de que a escola e a cabeça do aluno não são potes ou contas bancárias. Ela deve, portanto, pinçar, do leque de conteúdos, aqueles que trarão a maior possibilidade de a criança aprender e formar habilidades aliadas à cidadania, ao senso crítico e ao sentido de ética e estética. Cabe à escola optar por um programa que contemple as necessidades dos estudantes e as características da comunidade em que eles vivem, afinando-o ainda com as diretrizes dos currículos nacionais. Com esses parâmetros, é possível construir, sim, um projeto político pedagógico (PPP) para cada unidade de ensino, mas que não fique circunscrito a ela. Ele deve se refletir nos planos de Educação do município e da nação, já que nasceu da cultura atual, viva, produzida no seio da escola e de seus arredores, aliando-se politicamente à formação de uma nação democrática e republicana. Dessa forma, a escola nunca será uma oficina de formar agentes para o mercado flutuante de trabalho, mas uma instituição de onde saem cidadãos que se habilitam a trabalhar e participar da cultura e dos destinos da comunidade e do país.

* Fernando José de Almeida é filósofo, docente da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) e vice-presidente da TV Cultura – Fundação Padre Anchieta.

FONTE: http://planetasustentavel.abril.com.br/noticia/educacao/possibilidades-escola-ensinar-aluno-desenvolver-habilidades-senso-critico-e

MEIO AMBIENTE... LIÇÃO DE TODOS, TODOS OS DIAS...

Adoro entrar no site da Revista CRESCER, encontro novidades e dicas super legais e se ficar por lá, me conta do que mais gostou, eu não sei te dizer...rsrsrsrsrrsr
Todos os dias aprendendo a aprender...



Manual do Defensor do Planeta
Editora Casa da Palavra
Autores: João Alegria e Rodrigo Medeiros
Ilustrações: Beleléu
160 páginas

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Para contar a história de Theo e, assim, mostrar uma nova maneira de cuidar e defender o planeta, os autores João Alegria e Rodrigo Medeiros uniram suas diferentes experiências com o tema. Enquanto João é autor de livros infantis e gerente de programação do canal Futura, Rodrigo é professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro na área de ciências ambientais e já deu consultoria para o programa Globo Ecologia. Em comum, os dois tinham a vontade de dizer o que as crianças têm a ver com a situação atual do mundo e do meio ambiente. E o assunto não é algo presente só na carreira deles: os dois são pais e têm de lidar com isso em casa também. Em entrevista à CRESCER, Rodrigo e João falam mais sobre os desafios deles como pais e sobre conservação da natureza.

Confira no site



Como estimular as crianças a cuidar do meio ambiente

Confira as dicas que a CRESCER preparou de acordo com a faixa etária de seu filho


Simone Tinti

Shutterstock

Quer estimular as crianças a cuidar do meio ambiente, mas não sabe por onde começar? Para ajudar você nesta tarefa, a CRESCER separou algumas dicas de acordo com a faixa etária de seu filho. Confira.

Crianças de 1 a 3 anos

Nessa idade, você deve despertar a afetividade de seus filhos pelo meio ambiente e a natureza, além de propor atividades que prezem pela coordenação motora e que estimulem a curiosidade. -Ao contar histórias, transforme os animais considerados "vilões" (como o lobo mau) em personagens bons e que podem precisar da ajuda das crianças porque estão ameaçados (como no caso do lobo-guará, por exemplo). -Crie oportunidades para as crianças tocarem, cheirarem e sentirem árvores, sementes, flores, folhas, grãos de areia e de terra. Explique que tudo faz parte da "mãe natureza". -Outra boa ideia é apresentar diferentes animais e plantas que seus filhos veem apenas nos livros da escola. Para isso, vale ir a zoológicos, bosques, fazendas e sítios. -Envolva a criançada em atividades de plantio e ajude-os a compreender como é importante cuidar bem da muda (uma pequena horta, uma árvore ou uma flor) para que a planta cresça e se desenvolva. -Assim como aprendem a guardar os brinquedos, seus filhos podem começar a separar os diferentes tipos de lixo, como o seco do úmido e aquelas sucatas que podem ser usadas para brincadeiras lúdicas (amontoar, encaixar, colorir). Assim, fica mais fácil explicar que aquele lixo terá uma nova utilidade e não será descartado na natureza. -Já é hora de explicar às crianças que elas devem fechar a torneira quando não estiverem escovando os dentes e que a luz deve ser desligada sempre que saírem do quarto ou do banheiro. -Outra dica: estimule seu filho a sempre usar os dois lados de uma folha quando estiver desenhando.

Fontes: Instituto Supereco; Casinha na Árvore; Floresta Park Adventure e Turismo Ambiental

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Página 1 de 3 - Próxima página : De 4 a 6 anos

Página 1: Como estimular as crianças a cuidar do meio ambiente

Página 2 : De 4 a 6 anos

Página 3 : De 7 a 9 anos


VAMOS JUNTOS APRENDER A SER PLANETA!!!!!!

O ócio criativo das férias... FÉRIAS!!!!

Férias... Gosto muito deste momento, despertar com os sons da infinita variedade de pássaros, sem ter que olhar para o relógio, e calmamente acordar... Hoje o sol clareou na janela, mas quem me chamou foi a brisa, hum!!!! Hoje o dia estar especial, ainda um friozinho... Dia de sol... Lembra praia... passear, curtir... rede, livro... uma boa leitura, filme...pipoca... sorvete, rua, sol, calor, água, casa, jardim, flores... pássaros... Assim, cá estou no pc...rsrsrrsr...
Pensar no " ócio" resgatar o tempo, gosto muito do termo e de seus significados. Quando chega nesta época de férias, lá vou eu pesquisar sobre esta arte...
Penso como é difícil para maioria das pessoas em nossa cultura, com o nosso tempo e tantos afazeres... Mas em particular penso nas crianças...
Encontrei este artigo na Revista Dom Total

08/12/2008

O ócio criativo das férias

É certo que, como diz a regra
beneditina, "o não fazer nada é nocivo para a alma”

Por Marcelo Barros
Em julho, as escolas param. No centro-oeste é temporada de acampamentos no Araguaia,
como na Europa começam as férias de verão. Quem pode
aproveita para viajar ou simplesmente fica em casa curtindo coisas que no período de trabalho não pode fazer.
As crianças adoram quando as férias chegam, embora, no final do mês, às vezes, estão
ansiosas para voltar às aulas.

Cada pessoa tem sua medida de trabalho e
de descanso. Há pessoas que se refazem plantando uma
horta, outras recreiam fazendo comida, outras se renovam
dirigindo um carro. Também há quem prefira simplesmente viver alguns dias sem
obrigações de horário, embora a sociedade capitalista ainda
nos faça sentir mal e como em pecado grave, quando não estamos produzindo.

É certo que, como diz a regra
beneditina, "o não fazer nada é nocivo para a alma". Além de negativa, a ociosidade acaba
gerando neuroses, violências e outros vícios. Ninguém deve negar o valor do trabalho.
Existe, hoje, a filosofia do
Nadismo que propõe o simples não fazer nada. De fato, as tradições antigas valorizavam muito o que chamavam de
quietude espiritual, mas São Bento a equilibra com o seu ora e trabalha. É claro qu
e isso não pode ser confundido com a ânsia da produção a
qualquer custo, a idolatria do mercado considerado como regulador maior das relações
sociais e a exigência da competitividade como regra primeira da convivência
humana.

O Ocidente precisou de filósofos
contemporâneos como Domenico de Masi para valorizar o "ócio criativo" que
faz do tempo livre a alavanca
da criatividade para um amanhã mais humano e feliz. Em geral, a sociedade atual
só dá valor ao trabalho. Em
função do trabalho, incentiva o estudo, mas não planeja nem organiza o lazer. Na escola, as pessoas se preparam para
saber o que fazer com 1/7 do seu tempo útil. Mas, todo o resto do tempo fica sem
planejamento. O ócio criativo não propõe ausência de ocupação, mas deseja
relacionar melhor trabalho,
estudo e lazer. Ajuda as pessoas a planejar melhor o tempo livre e aprofundar o
sentido e o valor do lazer.

Sem falar em "ócio criativo", há séculos, as culturas negras e indígenas conhecem e cultivam a capacidade de integrar
trabalho e lazer, estudo da vida e gratuidade. Nestes dias, em Goiânia, Sergio Alberto
Dias, o vereador Serjão, está lançando o seu livro "O Canto do Quilombo: Músicas, Poemas e Orações do Povo Negro". Ali
se encontram registrados os cânticos e poemas que, mesmo sob o chicote do algoz, nos
campos da escravidão, os ancestrais negros cantavam e recitavam, unindo a lágrima da
dor com a resistência do sorrir e do cantar. Do mesmo modo, muitas culturas ind
ígenas têm cânticos e rituais
para se ir à roça, para partir à caça e para se acordar de
madrugada. Toda a vida tece em uma só costura os
momentos produtivos e a gratuidade da expressão
poética. A uma sociedade ocidental que insiste em considerar o tempo como
dinheiro, as culturas tradicionais teimam em
testemunhar que tempo é graça e espaço de convivência. Mesmo os grupos tradicionais,
obrigados a se contaminar pela ambição do lucro ou pelo encantamento da cultura
comercial, no fundo, não
conseguem perder o gingado e basta alguém ir ao Nordeste por ocasião das festas juninas
para constatar isso.

Em todas as regiões do Brasil,
as tradições populares contêm muito da criatividade proposta pela teoria do ócio positivo. Em meio à pobreza e a todas as
dificuldades, esta criatividade tem se tornado capaz de fecundar as atividades
cotidianas de amor e alegria.
Mesmo em nossa sociedade, alguns dos trabalhos sociais
mais importantes e
significativos para a educação da juventude e a promoção humana de comunidades
carentes consistem em laboratórios de artes plásticas,
grupos de música, escolas populares de dança e muitas outras formas de arte que dão sentido novo à vida das
pessoas, o que, às vezes, a escola formal não consegue proporcionar.

É claro que quem, hoje, consegue sobreviver com o
salário mínimo ou criar filhos a partir da economia informal não precisa de nenhum filósofo
europeu que lhe venha dar aulas de criatividade. A maioria
da população brasileira bem
merece o título de "sociedade da criatividade" que Alvin Tofler
julga ser uma possibilidade para o futuro. O importante é que esta criatividade seja
assumida como fonte de sabedoria para a organização da sociedade.

No Novo Testamento, para as comunidades pobres de
periferia urbana, Paulo propõe que procurem "resgatar o tempo", isto é, torná-lo tempo
de salvação e graça. Ordena
que quem quer comer deve
trabalhar, mas insiste que o tempo seja usado para
dialogar, para orar sem cansar e para a solidariedade. Viver a fé é também um exercício de
gratuidade e arte que, quando se vive com humanidade e abertura de coração, pode tornar a vida uma bela obra de
arte, capaz de nos indicar o
caminho da felicidade.
Marcelo Barros é monge beneditino, teólogo e escritor

sábado, 3 de julho de 2010

Somos Seres de Cuidado...


Recebi o Boletim EducaRede de número 364, como sempre, muitas idéias e sugestões...
Hoje em particular um convite ... Que por sinal adorei...é sempre muito bom desafios e olhando como acontece, o material e o blog... Fiquei encantada!!!
Quem dera eu possa me entusiasmar e participar. Na verdade é pensar, sonhar e criar que nos reanima em nossos trabalhos...
Fica a dica pra você que passa por aqui: "EDUCAR E BRINCAR"

Estou postando um dos materiais de referência, o belo livro "A Infância e o Livro"
disponível para donwload



Bartolomeu: poeta mineiro, Bartolomeu brinda a todos com uma prosa que revela a profunda afinidade com a natureza proporcionada pela literatura.

Mais do que um texto norteador, um recurso encantador, alimentador e inspiracional.

Respeitar e cuidar é o eixo que fundamenta o tema Saber cuidar, proposto pelo 2.º Prêmio Ecofuturo de Educação para a Sustentabilidade.

Convidamos os educadores brasileiros a conhecer, reconhecer e compartilhar ideias sobre como podemos ser mais cuidadores e cuidadosos com a vida.



Do material proposto no blog

http://blogpremio.ecofuturo.org.br/


Mito do Cuidado: Conheça um texto extraído da mitologia greco-romana que fundamenta a nossa proposta.

Somos Seres de Cuidado

Certo dia ao atravessar um rio, Cuidado viu um pedaço de barro. Logo teve uma ideia inspirada. Começou a dar-lhe forma. Chegou Júpiter e Cuidado pediu que ele soprasse espírito na nova criatura , o que ele fez de bom grado.

Quando Cuidado ia nomear a nova criatura, Júpiter o impediu e disse que o certo seria que ele, Júpiter, lhe desse o nome. Enquanto discutiam, surgiu a Terra que também entrou na disputa. Ela deveria originar o nome, pois a criatura era feita de seu material. Pediram então a Saturno que entrasse como árbitro. E ele assim o decidiu: “Você Júpiter, que lhe deu o espírito, receberá de volta este espírito quando a criatura morrer. Você, Terra, que lhe deu o corpo, também receberá seu corpo quando já não houver vida nesta criatura.” E como foi Cuidado quem primeiro a moldou, esta será uma criatura de Cuidado, enquanto ela viver. E uma vez que entre vocês há acalorada discussão acerca do nome, decido eu: esta criatura será chamada Homem, isto é, feita de húmus, que significa terra fértil.


Fonte: http://www.premioecofuturo.com.br/2010/index.php/saber-cuidar.html

quinta-feira, 1 de julho de 2010

“ajudar a olhar”...olhar!!!!!

Precisamos todos os dias repensar...como posso exercer esse papel... EDUCARDOR...
“ajudar a olhar”

"Crescer, aprender e amadurecer intelectualmente requer tempo, persistência e paciência. Requer um professor comprometido com o desempenho do aluno e não com a sua vaidade intelectual. Quem nunca ouviu comentários, como: “o professor sabe muito, mas não consegue ensinar...?”"

Mércia Falcini
Mércia Falcini • E-mail E-mail

Conversas Entrelinhas

Psicopedagoga com Especialização em Formação de Professores e Sistema de Gestão. Atualmente é Diretora da Consultoria e Assessoria Saberes, Consultora da Fundação Pitágoras e colunista do site Itu.com.br.

O menino de Eduardo Galeano

Publicado: Sábado, 26 de junho de 2010
Foto
Pai, me ajuda a olhar?

Ainda me lembro das palavras do meu professor de Psicologia dizendo do perigo dos extremos, sobretudo na formação da personalidade. Ter muito ou nada, fazer além ou aquém é igualmente arriscado no reino dos sentimentos... A felicidade e o bem-estar estão no equilíbrio e ainda que este tempo nos imponha tantos excessos, precisamos encontrar o meio termo e com ele conter os extremos.

Trabalhamos demais. Atropelamos o tempo necessário para criar, pensar e educar. Excedemos o limite do consumismo e embriagados pelo desejo do mais, ignoramos a nossa capacidade reflexiva. E assim, nessa vida louca, de poucas horas, de correria exagerada, de pressa e pressão, cobrança e prazo, penso que nos acorrentamos.

Passamos do ponto e, em algum ponto, perdemos o controle. Exageremos e entregamos aos jovens um mundo de incerteza, medo e insegurança. Não sabemos mais como ajudá-los, orientá-los, educá-los. Estamos todos perdidos.

A escola se perdeu... A velha didática não suporta mais a velocidade e a quantidade de informação, embora insista na ideia de dar conta de tudo. Os alunos reclamam, mas os professores não escutam: o volume de conteúdo a cumprir fala mais alto. Aulas corridas, explicações apressadas, projetos relâmpagos, livros volumosos e alunos solitários refletem a hiperatividade deste tempo, chamado pós-moderno.

A pressa domina a vida da escola e ignora o tempo do aprender. O livro de leitura, raramente de literatura boa, é jogado nas mãos dos alunos para que devolvam sua interpretação, poucos dias depois, em respostas a uma prova escrita. Cadê a roda de conversa que ensina o aluno a reconhecer a intenção do escritor e o sentimento ao redor da palavra? Cadê o desenvolvimento da competência de leitura das linhas e entrelinhas? Cadê a recuperação da aprendizagem que ficou no meio do caminho?

Não posso concordar com uma escola também embriagada pelo desejo do muito de nada. A escola precisa assumir-se como porto seguro, como chão firme que sustenta os passos dos meninos, sobretudo no enfrentamento do monstro assustador, que é o seu futuro.

Penso que a escola perdeu sua essência. Pesquisas mostram que diretores estão cada vez mais distantes da gestão pedagógica. Muitos deles dizem não ter responsabilidade com o baixo desempenho da aprendizagem. Alguns, ainda, nem são vistos pelos alunos, tamanha distância e ausência da atuação profissional.

Crescer, aprender e amadurecer intelectualmente requer tempo, persistência e paciência. Requer um professor comprometido com o desempenho do aluno e não com a sua vaidade intelectual. Quem nunca ouviu comentários, como: “o professor sabe muito, mas não consegue ensinar...?”

Com um pouco de vontade, muito interesse e bom-senso, algo a fazer ainda é possível. Basta recuperarmos o sentido da educação, em casa, na escola, que é cuidar das pessoas e “ajudar a olhar”, como pediu ao seu pai, o menino de Eduardo Galeano, com 04 anos de idade, quando viu o mar pela primeira vez.

Fonte:http://www.itu.com.br

EDUCAÇÃO...


Notícias de educação...




01/07/2010 - 19h27

Ideb 2009: especialista destaca parceria com município, mas diz que é preciso valorizar docente

Da Agência Brasil
Em Brasília



O coordenador-geral da Campanha Nacional pelo Direito à Educação, Daniel Cara, disse nesta quinta (1) que a parceria entre os municípios e a União é um dos grandes pontos responsáveis pelo crescimento do Ideb (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica) de 2009. Segundo ele, o índice é muito importante, mas ainda é insuficiente para melhorar a qualidade do ensino no país.

“A parceria entre a União e os municípios é a que mais contribui para um melhor nível nesse setor do ensino público. Além disso, as séries iniciais do ensino fundamental são as que mais recebem matrículas e profissionais.”

Na tarde de hoje, o Ministério da Educação (MEC) divulgou os dados nacionais que mostram que o índice subiu de 4,2 em 2007 para 4,6 no ano passado, superando em 0,4 a meta prevista (4,2).

Em entrevista à Agência Brasil, Cara disse que para melhorar a qualidade da educação no país é preciso superar algumas questões. “Não é possível dar um salto nos índices sem antes melhorar o salário dos professores, sem ter acesso contínuo à internet e sem valorizar de alguma forma a profissão da educação”.

Cara aponta essas carências como um dos motivos para os baixos índices do ensino médio, que apesar de ter ficado na média, foi a área que apontou menor crescimento.

“O problema do ensino médio é que ele tem uma alta taxa de evasão e o Ideb é sensível a esse fenômeno. O que tem que acontecer é uma igual parceria entre ele [governo federal] e o Estado, como ocorre ente o ensino fundamental e os municípios. Dessa forma, os índices ficarão mais equilibrados. As prioridades devem ser as mesmas”, disse Cara.

Para o presidente-executivo do Movimento Todos Pela Educação, Mozart Neves, é necessário trabalhar para que o ritmo de crescimento do Ideb não pare. “Cada degrau é mais difícil que o anterior. É preciso acelerar o ritmo e continuar com esse esforço para atingir a meta de 2022 de 6 pontos. Se foi difícil subir de 4,2 para 4,6 será ainda mais difícil chegar a 4,8 ou mais”.

Em entrevista à Agência Brasil, por telefone, Neves explicou que o Ideb foi uma estratégia nova de pensar a educação no Brasil porque incentivou escolas e municípios a adotarem métodos diferenciados para alcançar a qualidade. “Os números de hoje mostram que os municípios fizeram o dever de casa que os governos não fizeram anteriormente.”

fonte: http://educacao.uol.com.br




FAZENDO COM AMOR!!!!!!

FAZENDO COM AMOR!!!!!!

EDUCAR E BRINCAR...

PROJETO RESGATE DA PSICOMOTRICIDADE ATRAVÉS DOS RECURSOS NATURAIS.

TRAILERS - SLIDES - •Documentários, Entrevistas

EDUCAÇÃO - AMBIENTE - DESENVOLVIMENTO - POLÍTICA - ATITUDE - CULTURA 

NOSSOS MESTRES NA LITERATURA INFANTOJUVENIL

A voz do autor no rádio...

Falar e ouvir... uma questão pessoal...

Um pouco de sua história...

Conversando com autores...

Tatiana Belinky, a escritora que queria ser Emília...

Histórias que nos acompanham...

PAI DA TURMA DA MÔNICA...

Uma contadora especial...

Histórias para ouvir e contar... O clássico mundial A Árvore Generosa.

A ARTE DE CONTAR HITÓRIAS...

A História Mais Longa do Mundo (adaptação)

História Marcelino Pedregulho (adaptação)

Divirtam-se... CRIANÇAS.

Projeto UCA


CAMINHO JOVEM... ESPERANÇA!!!!

Música com o corpo "Barbatuques"

"TEMPO...TEMPO...TEMPO... VOU TE FAZER UM PEDIDO"

O Ponto de Mutação de Fritjof Capra

A TEIA DA VIDA...

Educação Ecológica... Entevista com Capra.

Humberto Maturana e Ximena - Encontro... Reflexão... 1 de 8 vídeos

REPORTAGEM: Brincadeiras

Professora Vania Cavalari Psicomotricidade. ...

entre no site e assista a entrevista http://www.sabertv.net/portal/mediacenter/view/276/psicomotricidade/

POESIA DE AMOR...

texto "O direito de ser criança" de Ruth Rocha e som "Dias Melhores" de Jota Quest.

EDUCAR...

Limites...

<a href="http://video.msn.com/?mkt=pt-BR&amp;from=sp&amp;vid=0f517149-43f6-4d81-b88c-e520ef3b4d42" target="_new" title="Como lidar com o filhos dos outros">Video: Como lidar com o filhos dos outros</a>

Brincar é aprender...

Aprendendo sempre... PSICOMOTRICIDADE

http://www.animacorpus.net/psicomotricidade/

APRENDER E EDUCAR.

EDUCAR E BRINCAR... CRESCER...

Aprender...Educação Infantil.

Educar e aprender...

Infância- Tempo de construir valores...

Educar... filho faz por imitação...

Educar e aprender... Transformação...

Video = Ciência estuda o que e passa no cérebro dos bebês

Educar... Aprender...

EDUCAR E BRINCAR. APRENDER COM A NEUROCIÊNCIAS...

PROJETO RESGATE DA PSICOMOTRICIDADE ATRAVÉS DOS RECURSOS NATURAIS.

A EMOÇÃO ESTAR NO AR....

MEU AMIGO BICHO!!!!!