quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

AMAR...EDUCAR...AMAR...



Educar é como amar

Elisângela Gomes dos Santos Ferreira

mensagem finalEducar é como amar.
É preciso se dedicar,
ter paciência de esperar
o resultado chegar.

Mesmo vindo devagar,
é preciso perceber
que quem ensina também aprende
com quem busca o saber.

Trabalho árduo,
complexo e desafiador,
mas, se feito com carinho,
com dedicação e amor,

o resultado é positivo e o futuro é promissor.
É nosso dever, é nossa obrigação
preparar as crianças, futuro da nação,
a ter esse direito chamado Educação.

Escola Tempo de Crescer

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

EDUCAR E BRINCAR...

No portal EducaRede se conhece como é bem mais fácil aprender brincando...
Educar e Brincar

visite o site


Brincando com ciência











Quem disse que ciência precisa ser aterrorizante? Ainda mais quando se trata de ensinar ciência a crianças. Algumas atividades desenvolvidas especialmente para os pequenos ajudam a entender fenômenos climáticos, como tornados e ventos, conceitos básicos de física e biologia, como cores, luzes e comportamento animal, princípios matemáticos, como probabilidade e multiplicação, e responsabilidade ambiental, como preservacionismo e reciclagem de lixo. E o que é melhor: tudo isso brincando.

É possível, por exemplo, estudar a força dos ventos fazendo um pequeno trabalho de detetive. Basta observar ao seu redor e descobrir pistas – na terra ou no mar - que revelem que tipo de vento está soprando, segundo a escala Beufort, criada em 1800 para descrever a força dos ventos e seus possíveis perigos. Ou criando um experimento que usa corda, papel, fita crepe e tiras de pano. Quer saber a direção do vento? Construa uma biruta caseira com copo plástico, tecido e barbante. Outras atividades para estudar o clima envolvem a observação de nuvens no céu ou em pequenos móbiles de algodão e a criação de um tornado dentro de uma garrafa PET.

Alguns conceitos da física, como filtro de cores, ilusão de ótica, pressão, temperatura e volume podem ser facilmente aprendidos com a ajuda de pratos de papelão, balões de festa, assadeiras e copos medidores. Em uma dessas atividades fáceis, a criança consegue entender como o espectro de cores do arco-íris forma a cor branca. Em outra, como as cores se misturam num experimento de ilusão de ótica. E nada como filtros de papel celofane para entender o conceito de comprimentos de onda, ou diferentes materiais para descobrir como o som de propaga.

Em dias quentes, as crianças podem realizar atividades ao ar livre e conhecer mais sobre o comportamento de certos animais e insetos, bem como o tipo de solo e de vegetação da região em que está. Podem, também, aproveitar para descobrir como a ação do homem leva à poluição sonora. Fazer uma pequena trilha no quintal de casa, no parque próximo ou na pracinha pode ainda ajudar a descobrir diferentes formas de vida e seus modos de vida.

Em dias chuvosos ou muito frios, as crianças podem realizar atividades lúdicas em ambientes fechados e aprender um pouco sobre comportamento animal, imitando os passos e movimentos de um bicho ou observando quais insetos e animais costumam aparecer quando a chuva cai. E se isso não bastar, ainda é possível aprender sobre probabilidade, criptografia e multiplicação em atividades que podem ser feitas em grupo ou individualmente.

Estimular o uso de material reciclável em todas as atividades ajuda a desenvolver a consciência ecológica e a responsabilidade ambiental. Você encontra um passo a passo para estas e outras atividades abaixo:




A DIFÍCIL TAREFA...

"Descobri como é bom chegar quando se tem paciência. E para se chegar, onde quer que seja, aprendi que não é preciso dominar a força, mas a razão. É preciso, antes de tudo, querer."

REFLETIR...REFLETIR...REFLETIR...REFLETIR...
AVALIAR...AVALIAR...AVALIAR...AVALIAR...AVALIAR...
Estamos sempre avaliando, avaliando tudo e todos... Pra que afinal avaliamos????
Para alguns a tarefa é muito simples, para mim continua sendo muito difícil...
Leia o artigo de MARCELO CUNHA BUENO
http://revistacrescer.globo.com/Revista/Crescer/0,,EMI103573-15565,00-REPETIR+PARA+FICAR+DIFERENTE+OU+REPETIR

Repetir para ficar diferente, ou repetir para punir?

Estamos cada vez mais próximos de um período difícil para alguns estudantes: Uma época de fechamentos, recuperações, avaliações, conversas e decisões


Shutterstock


Aproximamo-nos de uma época difícil para alguns estudantes, algumas famílias e professores.
Uma época de fechamentos, recuperações, avaliações, conversas e decisões. Passar de ano, ou repetir de ano. Sugiro que façamos uma reflexão que deveria ser chave na hora de se pensar quem vai e quem fica no ano.

Avaliar sempre foi um imbróglio para a escola. Atribuir notas e conceitos, mais ainda. Isso porque, em linhas gerais, o que se pretendia fazer era determinar um lugar para o estudante dentro de um conteúdo específico, ou do que entendemos (mesmo que erroneamente, por aprendizagem). O que se queria era mapear as suas respostas, encontrando resultados que possibilitassem identificar como se aprende. O estudante deixava de existir, com suas relações, conexões e costuras, para dar vida àquele que identificava e correspondia como certo o que era ensinado. O estudante reagente. Nascia o bom aluno, que reage corretamente aos conteúdos, reproduzindo-os na hora certa, da forma pré-determinada, e o mau aluno, que nem reagia, nem correspondia corretamente ao que se espera da condição de aluno.

Dessa forma, criava-se aquele que não sabia para justificar a explicação do mestre. Para justificar a presença do juiz do saber, o professor. A partir dessa lógica reagente, pensa-se avaliação. Avaliação como um dispositivo de justificação de conteúdos, de classificação binária daquele que sabe e daquele que não sabe. Nessa lógica, que ainda é dominante na educação, encontramo-nos com o eixo de nossa discussão... a “repetência”.

Avaliar é mais do que atribuir conceitos e mapear o estudante. Avaliar é abrir espaços para novos planejamentos, novas intervenções, novas invenções.Todos os dias! É uma forma generosa de se pensar no outro, em si, em nós-outros! É demonstrar confiança, dar voz ao outro, criar metáforas com o que se ensina e com o que se aprende. Avaliar é estabelecer um contrato de parceria entre professor e estudante. É fazer do professor o responsável pelos afetos do estudante. É positivar relações.

Nesse sentido, como educador, penso avaliação como uma possibilidade de aproximação sensível ao estudante. Uma possibilidade que permite ao estudante se colocar, redefinir trajetos e intervenções. Uma possibilidade única do professor repensar as suas ações, os seus planejamentos, o seu olhar atento às singularidades. Não se deve avaliar estabelecendo uma relação do estudante com “um todo”. Cada um está num território. Cada um se relaciona com conteúdos de uma forma. Por isso, sugiro que o professor pense mais a respeito do que quer ensinar. Pense em rede sobre os conteúdos marcados. Pense que, dentro de cada matéria, há uma infinidade de outros conceitos. Uns estruturais, outros conectivos, outros relacionais.

Quando pensamos em repetência a partir do ponto de que avaliar é reagir aos conteúdos, pensamos que repetir de ano é um castigo, um fracasso, uma punição. Mais uma vez, gostaria de convidá-los a pensar sob outra perspectiva. Uma perspectiva que leva em conta o que discutimos anteriormente para se fazer presente.

Sempre pensamos que existe uma separação entre ensino e aprendizagem. Costumo dizer que, afetivamente, não existe tal cisão... o que existe é uma união, uma “ensinagem”. Algo que se passa entre ensinar e aprender. O estudante precisa de espaço, precisa de tempo.

Nessa ensinagem, o tempo funciona como um dispositivo de assimilação, ampliação, relação e acomodação. Acomodação como criação de um espaço mais silencioso, mais singular, mais vagaroso. Um tempo para permanências.

Muitas vezes, vejo crianças que não acompanham os “anos correspondentes”, justamente porque não tiveram tempo para acomodar o que aprenderam. Essa impossibilidade de se relacionar com o tempo, de acomodar suas ensinagens, é vista como incompetência. Lembremos que sempre que se fala de ensino por competências, criamos espaço para o surgimento do incompetente, ou seja, daquele que não aprende adequadamente.

Uma avaliação mais sensível permite ao professor ver, sentir o estudante em sua dimensão desejante, criativa. Permite ao professor pensar em novos caminhos, em novas propostas... em suas propostas, em como criará espaços de ensinagem para aquele estudante que não acomodou suas ensinagens.

É por isso que o professor deve ter em mente que, quando para para avaliar o estudante, para também para se avaliar. Ensinagem tem relação com um tempo. Tempo de se criar um espaço para saberes.

Na hora de decidir quem vai ou quem fica, precisa estar presente a responsabilidade do professor. Precisa estar presente a escola, que, desde sempre, orientou, planejou, apontou intervenções, caminhos e ações para familiares e estudantes. Acúmulo de notas não deve ser o único fator nessa decisão. Novamente, digo que é preciso colocar o fator temporal nessa história. É preciso perceber se a criança teve tempo para acomodar as ideias, sensações, afetos. Apesar de termos 200 dias letivos de aula, tempo exaustivo para todos, a escola corre contra o tempo, com datas marcadas para tudo. E, no fim, não dá tempo de nada, nem de aprender, nem de acomodar, nem de ampliar, nem de chegar no “fim do livro”, como muitos professores falam.

Repetir tem de ser para ficar diferente! Repetir não pode ser para alcançar algo comum, o mesmo. Não para ser o mesmo que os outros já conseguiram ser, mas para se afirmar como um outro! Como único, composto de espaços, tempos e afetos.

Arquivo Pessoal

Marcelo Cunha Bueno é educador e diretor pedagógico da escola Estilo de Aprender, em São Paulo

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FELIZ ANO NOVO!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Pensei em desejar FELIZ ANO NOVO!!!!!!
Mas já se foi uma semana... E parece-me que nem tudo é novo...
Ou devo me sentir renovada???
Marcas do que se foi... Sonhos que vamos ter... Como todo dia nasce... Novo, em cada amanhecer... Esperança...
Para muitos de nós ainda não terminou o ano letivo de 2009 ... E que venha o ano de 2010!!!!!
... E então, recebo de uma amiga esta mensagem maravilhosa!!! E por que não desejar???
... Repasso a mensagem.
Desejando com toda a minha força de amor e paz...

FELIZ ANO NOVO!!!!!!!!!!!!!!!!

31 de dezembro de 2009
Feliz Ano Novo - Por Frei Betto

POR QUE DESEJAR feliz ano novo se há tanta infelicidade à nossa volta?
Será feliz o próximo ano para afegãos, iraquianos e para os soldados americanos sob ordens de um presidente que qualifica de "justas" guerras de ocupações genocidas?
Serão felizes as crianças africanas reduzidas a esqueletos de olhos perplexos pela tortura da fome?
Seremos todos felizes, conscientes dos fracassos de Copenhague, que salvam a lucratividade e comprometem a sustentabilidade?

O que é felicidade?
Aristóteles assinalou: é o bem maior a que todos almejamos.
E alertou meu confrade Tomás de Aquino: mesmo ao praticarmos o mal.
De Hitler a madre Teresa de Calcutá, todos buscam, em tudo o que fazem, a própria felicidade.

A diferença reside na equação egoísmo/altruísmo.
Hitler pensava em suas hediondas ambições de poder.
Madre Teresa, na felicidade daqueles que Frantz Fanon denominou "condenados da Terra".

A felicidade, o bem mais ambicionado, não figura nas ofertas do mercado.
Não se pode comprá-la, há que conquistá-la.
A publicidade empenha-se em nos convencer de que ela resulta da soma dos prazeres.
Para Roland Barthes, o prazer é "a grande aventura do desejo".
Estimulado pela propaganda, nosso desejo exila-se nos objetos de consumo.
Vestir esta grife, possuir aquele carro, morar neste condomínio de luxo, reza a publicidade, nos fará felizes.

Desejar feliz ano novo é esperar que o outro seja feliz. E desejar que também faça os outros felizes?
O pecuarista que não banca assistência médico-hospitalar para seus peões e gasta fortunas com veterinários
para o seu rebanho espera que o próximo tenha também um feliz ano novo?

Na contramão do consumismo, Jung dava razão a são João da Cruz: o desejo busca, sim, a felicidade, "a vida em plenitude" manifestada por Jesus, mas ela não se encontra nos bens finitos ofertados pelo mercado. Como enfatizava o professor Milton Santos, acha-se nos bens infinitos.

A arte da verdadeira felicidade consiste em canalizar o desejo para dentro de si e, a partir da subjetividade impregnada de valores, imprimir sentido à existência. Assim, consegue-se ser feliz mesmo quando há sofrimento. Trata-se de uma aventura espiritual. Ser capaz de garimpar as várias camadas que encobrem o nosso ego.

Porém, ao mergulharmos nas obscuras sendas da vida interior, guiados pela fé e/ou pela meditação, tropeçamos nas próprias emoções, em especial naquelas que traem a nossa razão: somos ofensivos com quem amamos; rudes com quem nos trata com delicadeza; egoístas com quem nos é generoso; prepotentes com quem nos acolhe em solícita gratuidade.

Se logramos mergulhar mais fundo, além da razão egótica e dos sentimentos possessivos, então nos aproximamos da fonte da felicidade, escondida atrás do ego.
Ao percorrer as veredas abissais que nos conduzem a ela, os momentos de alegria se consubstanciam em estado de
espírito. Como no amor.

Feliz ano novo é, portanto, um voto de emulação espiritual. É claro que muitas outras conquistas podem nos dar prazer e a alegre sensação de vitória. Mas não são o suficiente para nos fazer felizes. Melhor seria um mundo sem miséria, sem desigualdade, sem degradação ambiental, sem políticos corruptos!

Essa infeliz realidade que nos circunda, e da qual somos responsáveis, por opção ou por omissão, se constitui num gritante apelo para nos engajarmos na busca de "um outro mundo possível".
Contudo, ainda não será o feliz ano novo.

O ano será novo se, em nós e à nossa volta, superarmos o velho. E velho é tudo aquilo que já não contribui para tornar a felicidade um direito de todos.
À luz de um novo marco civilizatório, há que se superar o modelo produtivista- consumista e introduzir, no lugar do
PIB, a FIB (Felicidade Interna Bruta), fundada numa economia solidária.

Se o novo se faz advento em nossa vida espiritual, então, com certeza, teremos, sem milagres ou mágicas, um feliz ano novo, ainda que o mundo prossiga conflitivo; a crueldade, travestida de doces princípios; o ódio, disfarçado de discurso amoroso.

A diferença é que estaremos conscientes de que, para ter um feliz ano novo, é preciso abraçar um processo ressurrecional: engravidar-se de si mesmo, virar-se pelo avesso e deixar o pessimismo para dias melhores.

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Por CARLOS ALBERTO LIBÂNIO CHRISTO, o Frei Betto, 65, frade
dominicano, que é assessor de movimentos sociais e escritor, autor de
"Calendário do Poder" (Rocco), entre outros livros. Foi assessor
especial da Presidência da República (2003-2004).
Extraído da Folha de S. Paulo, 31 de dezembro de 2009.

O amor deve ser como os perfumes: quem os traz já não sente o que sente quem passa.

Guilherme de Almeida

FAZENDO COM AMOR!!!!!!

FAZENDO COM AMOR!!!!!!

EDUCAR E BRINCAR...

PROJETO RESGATE DA PSICOMOTRICIDADE ATRAVÉS DOS RECURSOS NATURAIS.

TRAILERS - SLIDES - •Documentários, Entrevistas

EDUCAÇÃO - AMBIENTE - DESENVOLVIMENTO - POLÍTICA - ATITUDE - CULTURA 

NOSSOS MESTRES NA LITERATURA INFANTOJUVENIL

A voz do autor no rádio...

Falar e ouvir... uma questão pessoal...

Um pouco de sua história...

Conversando com autores...

Tatiana Belinky, a escritora que queria ser Emília...

Histórias que nos acompanham...

PAI DA TURMA DA MÔNICA...

Uma contadora especial...

Histórias para ouvir e contar... O clássico mundial A Árvore Generosa.

A ARTE DE CONTAR HITÓRIAS...

A História Mais Longa do Mundo (adaptação)

História Marcelino Pedregulho (adaptação)

Divirtam-se... CRIANÇAS.

Projeto UCA

CAMINHO JOVEM... ESPERANÇA!!!!

Música com o corpo "Barbatuques"

"TEMPO...TEMPO...TEMPO... VOU TE FAZER UM PEDIDO"

O Ponto de Mutação de Fritjof Capra

A TEIA DA VIDA...

Educação Ecológica... Entevista com Capra.

Humberto Maturana e Ximena - Encontro... Reflexão... 1 de 8 vídeos

REPORTAGEM: Brincadeiras

Professora Vania Cavalari Psicomotricidade. ...

entre no site e assista a entrevista http://www.sabertv.net/portal/mediacenter/view/276/psicomotricidade/

POESIA DE AMOR...

texto "O direito de ser criança" de Ruth Rocha e som "Dias Melhores" de Jota Quest.

EDUCAR...

Limites...

<a href="http://video.msn.com/?mkt=pt-BR&amp;from=sp&amp;vid=0f517149-43f6-4d81-b88c-e520ef3b4d42" target="_new" title="Como lidar com o filhos dos outros">Video: Como lidar com o filhos dos outros</a>

Brincar é aprender...

Aprendendo sempre... PSICOMOTRICIDADE

http://www.animacorpus.net/psicomotricidade/

APRENDER E EDUCAR.

EDUCAR E BRINCAR... CRESCER...

Aprender...Educação Infantil.

Educar e aprender...

Infância- Tempo de construir valores...

Educar... filho faz por imitação...

Educar e aprender... Transformação...

Video = Ciência estuda o que e passa no cérebro dos bebês

Educar... Aprender...

EDUCAR E BRINCAR. APRENDER COM A NEUROCIÊNCIAS...

PROJETO RESGATE DA PSICOMOTRICIDADE ATRAVÉS DOS RECURSOS NATURAIS.

A EMOÇÃO ESTAR NO AR....

MEU AMIGO BICHO!!!!!