sexta-feira, 23 de maio de 2008

Educação e Vida

PESQUISANDO... EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA.



Educação
Carteiras informatizadas
Mesas reúnem tela sensível ao toque para a escrita manual e computador
Dinorah Ereno
Edição Impressa 147 - Maio 2008

Pesquisa FAPESP -
© Ilustrações Laura Daviña/Foto Miguel Boyayan


No lugar do caderno, o aluno escreve com uma lapiseira comum de grafite diretamente numa tela de vidro sensível ao toque, ou tablet digital, que substitui o tampo de uma carteira escolar convencional. Para apagar o que foi escrito, basta usar pano, algodão ou estopa secos ou umedecidos com álcool. Enquanto as letras, textos ou desenhos estão sendo produzidos na tela sensível, um microcomputador integrado à carteira processa as informações. Dessa forma, o que está sendo escrito ou desenhado é simultaneamente exibido num monitor plano e delgado, que pode ser de cristal líquido (LCD) de dimensões até o limite da tela sensível e acoplado a ela. O tampo de vidro sensível ao toque pode também ser colocado em posição vertical ou inclinada por conta de um mecanismo de articulação, o que permite ao aluno utilizar opcionalmente um teclado e um mouse para operar o computador ou acessar a internet. Todas essas possibilidades encontram-se reunidas em um produto novo, que está em fase final de elaboração e validação, chamado Lap Tup-niquim, iniciais de Linha de Apoio Pedagógico Tupiniquim, desenvolvido em parceria pelo Centro de Pesquisas Renato Archer (Cenpra), de Campinas, instituição do Ministério da Ciência e Tecnologia, e pela Associação Brasileira de Informática (Abinfo), empresa abrigada na Companhia de Desenvolvimento do Pólo de Alta Tecnologia de Campinas (Ciatec), no interior paulista. A carteira informatizada, também chamada de prancheta ou carteira digital, tem como base uma sólida estrutura de aço. A tela sensível ao toque é simples e de baixo custo, sendo constituída por um vidro comum recoberto com um filme fino transparente e condutor de eletricidade, à base de dióxido de estanho. A tecnologia de fabricação do tablet digital foi desenvolvida pelo pesquisador Victor Pellegrini Mammana, chefe da Divisão de Mostradores de Informação do Cenpra, e já teve a patente concedida em 2001 nos Estados Unidos, além de um pedido em análise pelo Instituto Nacional da Propriedade Intelectual (INPI) no Brasil. “Uma importante inovação foi introduzida na carteira digital em relação à tecnologia anterior do tablet, que foi a sua construção em grandes áreas, da ordem de 25 polegadas de diagonal, o que requereu o desenvolvimento de novos processos”, diz Victor. Embaixo da tela de vidro sensível é instalado um computador com processador Intel Celeron, memória flash para armazenar dados e placa para conexão sem fio. “A ferramenta que estava restrita ao laboratório de informática vai entrar de forma definitiva na sala de aula, criando condições de convivência com o mundo digital”, diz Carlos Mammana, diretor da Abinfo e professor aposentado da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), que também dirigiu o Cenpra durante 28 anos. “Em vez de o aluno receber noções básicas de computação por um curto espaço de tempo, a carteira digital, inserida no contexto da sala de aula, fará parte do seu dia-a-dia.” Avaliação prática – O projeto de desenvolvimento, feito por encomenda da prefeitura de Serrana, cidade a 315 quilômetros de São Paulo, na região de Ribeirão Preto, teve início em agosto do ano passado, sob coordenação da Abinfo. Desde então, foram desenvolvidas oito versões da carteira digital, para chegar ao protótipo que começará a ser avaliado neste mês de maio pelos alunos e professores da rede municipal de ensino, inicialmente na Escola Maria Celina. Cerca de 200 carteiras Lap Tup-niquim e cinco lousas digitais comerciais serão colocadas em cinco salas de aula utilizadas por alunos do período da manhã e da tarde das quintas séries do ensino fundamental, além de duas turmas noturnas do curso de Educação de Jovens e Adultos (EJA). A integração da tela sensível ao toque com o computador vai permitir ao aluno escrever como se estivesse utilizando o caderno, ou seja, ele vai continuar a usar a escrita manual. Como ca­da sala de aula terá um servidor para gerenciar o conteúdo didático, os alunos só poderão acessar sites autorizados pelo professor. Um outro computador servidor, da escola, permitirá que disciplinas dadas em qualquer sala de aula possam ser acessadas pelo professor quando necessário. Sem sair da cadeira, ele também poderá acompanhar o desempenho de cada aluno. Victor credita a uma experiência anterior na área, quando coordenou uma das avaliações do projeto Um Computador por Aluno (UCA) do governo federal, que incluía ergonomia, tecno­logia de display, modelo de negócios e cadeia produtiva e tinha a colaboração da Universidade Estadual Paulista (Unesp) de Rio Claro, o aval e o direcio­namento necessários para o desenvolvimento do protótipo da carteira digital. “Isso atraiu muitas idéias para a educação, porque o assunto estava na mídia”, diz Victor. “Quando fui procurado pelos representantes de Serrana, eles vieram com idéias novas mais vantajosas do ponto de vista do custo e também da ergonomia, e isso incluía o uso do vidro sensível ao toque.” O projeto da carteira é baseado no software livre, no caso o Linux Educacional adotado pelo Ministério da Educação. Dessa forma, o professor poderá trabalhar com o conteúdo pedagógico que quiser. “Uma equipe multidisciplinar, composta por pedagogos e técnicos, está trabalhando no conteúdo pedagógico que será utilizado nesse projeto”, diz o diretor de Projetos e Desenvolvimento Econômico da prefeitura de Serrana, Miguel João Neto. Tudo o que for anotado pelo aluno em sala de aula ficará armazenado no computador e poderá ser copiado em uma memória portátil, como um pen-drive.

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