sábado, 15 de maio de 2010

Carta da Terra: começa com você...



CAMPANHA DE MOBILIZAÇÃO... JUNTOS SOMOS MAIS...





CARTA DA TERRA
Primeira campanha internacional de divulgação é brasileira
Batizada de “Começa com você”, a nova campanha internacional de divulgação da Carta da Terra foi desenvolvida no Brasil e tem versões em português, inglês e espanhol. Como aconteceu na campanha do ano passado, as crianças da ONG Casa do Zezinho também participam com seus desenhos
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Natália Mello
Planeta Sustentável - 21/04/2010

No ano passado, o Brasil já havia produzido campanha para a difusão da Carta (assista ao vídeo). Mas, este ano, o trabalho foi ampliado e ganhou dimensões internacionais. “O Brasil sempre foi parte importante desta iniciativa. Os primeiros textos da Carta foram redigidos na Eco-92, no Rio de Janeiro. Quase 20 anos depois, a primeira campanha mundial nasce aqui e é lançada no mesmo dia do descobrimento do país", ressalta Mirian Vilela, diretora executiva do movimento Carta da Terra Internacional.

A campanha abrange televisão, rádio, internet, jornais e revistas – em português, inglês e espanhol. O destaque fica por conta do
filme publicitário que, assim como em 2009, conta com a participação das crianças da ONG Casa do Zezinho.

O material foi desenvolvido pela agência EC Comunicação, pela produtora Santo Forte Digital e pela produtora de áudio Sonido. O planejamento e a execução de mídia são da consultoria Mi4, de Porto Alegre.


http://planetasustentavel.abril.com.br


Educar para a responsabilidade ambiental

QUEM DE FATO FARÁ ESTA MUDANÇA?
COMO FAREMOS ??????
EDUCAR...

"Fazemos escolhas como indivíduos e como instituições. O quanto de intencionalidade existe em nossos discursos e documentos institucionais? Queremos realmente transformar valores e atitudes, construir autonomia e participação social, contribuir efetivamente para a existência de uma sociedade mais responsável em termos sociais e ambientais? O que defendemos verbalmente e o que está registrado nos documentos das instituições nas quais atuamos está em sintonia com o que praticamos cotidianamente no espaço escolar? Agimos de acordo com o que acreditamos? Grandes transformações começam com boas perguntas, e talvez essas sejam algumas das perguntas com as quais tenhamos que nos defrontar."

Leia o artigo de Sheila Ceccon da Revista Pátio, um convite a engajar-se na tarefa de Educar para a responsabilidade...




Perceber a existência da poluição e da degradação ambiental como ameaças a essas maravilhas pode contribuir para a formação da consciência ecológica e motivar à ação. Observar uma plantinha que cresce viçosa no meio de uma parede de cimento, acariciá-la, contemplar com ternura o pôr do sol, aspirar o perfume de uma folha de pitanga, de laranjeira ou de cipreste, são múltiplas maneiras de viver em relação permanente com este planeta generoso e compartilhar a vida com todos os que o habitam ou compõem. A vida tem sentido, mas ele, o sentido, só existe na relação (Gadotti, 2008).

Os sistemas educacionais do mundo todo têm sido provocados a assumir sua responsabilidade frente à necessidade de formação de cidadãos com uma nova postura em relação à sociedade e à natureza, com valores e atitudes diferentes daqueles que levaram o planeta à situação atual de grandes desigualdades sociais e intenso desequilíbrio ambiental.

Debates recentes em relação à divulgação de dados catastróficos relativos à situação atual de diversos ecossistemas não eximem a sociedade mundial da sua responsabilidade em relação ao destino que está construindo para si mesma e para o planeta. Independentemente da maior ou menor gravidade da situação, é inquestionável a impossibilidade de a Terra suportar a demanda de consumo atual, cotidianamente alimentada por diferentes meios de comunicação. É igualmente evidente a necessidade de políticas públicas diferentes para povos em situações diferentes.

Pensar em responsabilidade ambiental em um sentido amplo demanda enfrentar também o desafio da responsabilidade social. Uma imensa população deve consumir mais, tendo assim garantidas suas necessidades básicas historicamente negadas, enquanto outro grande percentual de cidadãos deve rever seu padrão de consumo, reduzindo-o em busca do equilíbrio ambiental tão amplamente difundido nos discursos, mas tão distante de nossas práticas diárias. Trata-se, portanto, de rever a ótica pela qual enxergamos o mundo. Essa mesma sociedade humana que surgiu da lógica da competição e do consumo deverá aprender a posicionar-se de maneira solidária e responsável em relação a todas as formas de vida.

...

A formação de sujeitos éticos, criativos, críticos e participativos, conscientes e responsáveis em termos sociais e ambientais, impõe repensar os currículos escolares. É preciso estreitar a relação da escola com o bairro e com a comunidade na qual está inserida, ao mesmo tempo em que se realiza um diálogo com lugares e comunidades mais distantes, com o mundo e suas múltiplas realidades, tão diversas e tão semelhantes, dependendo de como as observamos. Responsabilidade implica comprometimento.

Ao mesmo tempo, comprometemo-nos com aquilo que compreendemos, com o que acreditamos que deva ser preservado ou transformado. Não se constrói responsabilidade socioambiental apenas lendo livros sobre o tema. A experiência pessoal é fundamental. Plantar e seguir o crescimento de uma árvore ou de uma flor, caminhar pelas ruas da cidade ou aventurar-se numa floresta, sentir o cantar dos pássaros nas manhãs ensolaradas, observar como o vento move as plantas, sentir a areia quente de nossas praias ou olhar para as estrelas numa noite escura são formas de encantamento e de emoção frente à natureza que podem ser provocadas pela escola.

...

Sheila Ceccon é engenheira agrônoma, especialista em Horticultura, mestre em Ensino e História de Ciências da Terra e atua no Instituto Paulo Freire nos Projetos Município que Educa e Educação para a Cidadania Planetária.
sheila@paulofreire.org

REFERÊNCIAS

FREIRE, P. Pedagogia da indignação: cartas pedagógicas e outros escritos. São Paulo: Unesp, 2000.

GADOTTI, M. Educar para a sustentabilidade. São Paulo: Instituto Paulo Freire, 2008.

____. A carta da Terra na educação. São Paulo: Instituto Paulo Freire, 2010.

UNESCO. Década das Nações Unidas da educação para o desen­volvimento sustentável (2005-2014). Brasília: Unesco, 2005.

LEIA O ARTIGO NA ÍNTEGRA, SITE VISITADO: http://www.revistapatio.com.br


EDUCAR E BRINCAR...

"Educação é o que resta depois de ter esquecido tudo que se aprendeu na escola..."Albert Einstein


Refletindo sobre nosso trabalho com as crianças, a brincadeira , torna-se prioridade em nossas rotinas.
Quando e como vivenciar as mais variadas formas de jogar e brincar é uma questão de conhecermos melhor o próprio desenvolvimento da criança, para que ela possa expressar suas emoções e conhecimentos... É o próprio viver e conviver...
Segundo a educadora Adriana Friedmann o "brincar" é composto por vários elementos: uma estrutura (começo, meio e fim), os meios (como brincar), os fins (por que brincar), o conteúdo (a temática da brincadeira), as regras, o espaço, o tempo, os brinquedos, os parceiros e um comportamento lúdico (ações e reações daqueles que brincam). "Historicamente o homem sempre brincou, através dos diversos povos e culturas e no decorrer da história, sem distinção, nas ruas, praças, feiras, rios, praias, campos.
Então vamos promover o despertar desta ação com mais criatividade e quantidade, abusando da qualidade...

Dicas http://educarparacrescer.abril.com.br

A melhor diversão

Educar


14/12/2009 16:21

Texto

Marina Azaredo

A educadora Adriana Friedmann, autora dos livros A Arte de Brincar e Desenvolvimento da Criança através do Brincar, indica a melhor brincadeira para cada faixa etária















Foto: Mauricio Mello
Foto: brincadeiras


As crianças precisam de desafios, iniciação aos esportes, contato com a natureza e visitas a museus


Você já parou para pensar no que o seu filho faz quando está fora da escola? Assiste TV, pratica esportes, brinca com amiguinhos? Nas férias, nos fins de semana ou no contraturno, é natural que as crianças (e os pré-adolescentes, claro) queiram se divertir, mas os pais devem estar atentos às brincadeiras dos pequenos (e mesmo daqueles que não são mais tão pequenos), pois há atividades adequadas e inadequadas para cada faixa etária.

A educadora Adriana Friedmann, autora dos livros
A Arte de Brincar e Desenvolvimento da Criança através do Brincar, explica que o "brincar" deve ter lugar prioritário na vida da criança. "Brincar é fundamental na infância por ser uma das linguagens expressivas do ser humano. Proporciona a comunicação, a descoberta do mundo, a socialização e o desenvolvimento integral", afirma.

De acordo com a educadora, o "brincar" é composto por vários elementos: uma estrutura (começo, meio e fim), os meios (como brincar), os fins (por que brincar), o conteúdo (a temática da brincadeira), as regras, o espaço, o tempo, os brinquedos, os parceiros e um comportamento lúdico (ações e reações daqueles que brincam). "Historicamente o homem sempre brincou, através dos diversos povos e culturas e no decorrer da história, sem distinção, nas ruas, praças, feiras, rios, praias, campos. Mas, ao longo do tempo, as formas de brincar, os espaços e tempos de brincar, os objetos de brincar e os brincantes foram se transformando", afirma Adriana Friedmann. Leia mais sobre a história da infância na reportagem
O fim da infância.

Segundo a educadora, brincar sempre foi essencial para o ser humano, mas é uma ação que está perdendo seu espaço físico e temporal. Entre as causas dessa perda de espaço estão o crescimento das cidades, a ausência de locais públicos voltados para o lazer, o fato de as crianças terem muitas atividades extracurriculares, a falta de segurança e a inserção da mulher no mercado de trabalho, o que diminuiu o tempo das crianças perto da família.

Tudo isso provocou uma redução na quantidade de tempo que as crianças dedicam a brincadeiras. Para não deixar que o seu filho cresça sem saber o que são brincadeiras como
esconde-esconde e amarelinha, é preciso que você entre em ação, acompanhe as atividades dele e incentive-o a brincar de forma saudável e adequada para a idade. A educadora Adriana Friedmann alerta: cada faixa etária exige um tipo diferente de brincadeira. Veja a seguir quais as atividades mais indicadas para cada idade e, depois, responda ao teste elaborado pela educadora para descobrir se você sabe incentivar o seu filho a brincar de forma saudável e educativa.

Para ler, clique nos itens abaixo:
A melhor brincadeira de 0 a 3 anos
A melhor brincadeira de 3 a 7 anos
O que a criança curte nessa fase: A criança já tem uma certa independência e gosta de brincar sozinha com irmãos ou amiguinhos.

O que os pais devem lembrar: A partir dos 3 anos, é importante que as crianças participem das escolhas dos programas. Elas já não precisam estar sempre acompanhadas do pai ou da mãe, podendo ficar em companhia de outros adultos, mas sempre sabendo que os pais voltarão para buscá-las. Também é interessante conversar com elas após os programas, tentar descobrir o que elas sentiram, se gostaram, se têm vontade de repeti-lo.

Atividades ideais: Contato com a natureza, com animais, passeios e brincadeiras ao ar livre com equipamentos que as desafiem, como bolas, triciclos ou bicicletas, são ótimas atividades para dias bonitos. Quando estiver frio ou chovendo, atividades artísticas em casa e visita a museus, de preferência interativos, são boas opções.

Ponto de atenção: TV e vídeos já são permitidos, mas apenas por curtos períodos diários.

Dica da Adriana: "Nesta idade, a crianças já falam e sabem explicar o que gostam, o que lhes provoca medo, o que querem ou não".
A melhor brincadeira de 7 a 10 anos
A melhor brincadeira de 10 a 12 anos

FAZENDO COM AMOR!!!!!!

FAZENDO COM AMOR!!!!!!

EDUCAR E BRINCAR...

PROJETO RESGATE DA PSICOMOTRICIDADE ATRAVÉS DOS RECURSOS NATURAIS.

TRAILERS - SLIDES - •Documentários, Entrevistas

EDUCAÇÃO - AMBIENTE - DESENVOLVIMENTO - POLÍTICA - ATITUDE - CULTURA 

NOSSOS MESTRES NA LITERATURA INFANTOJUVENIL

A voz do autor no rádio...

Falar e ouvir... uma questão pessoal...

Um pouco de sua história...

Conversando com autores...

Tatiana Belinky, a escritora que queria ser Emília...

Histórias que nos acompanham...

PAI DA TURMA DA MÔNICA...

Uma contadora especial...

Histórias para ouvir e contar... O clássico mundial A Árvore Generosa.

A ARTE DE CONTAR HITÓRIAS...

A História Mais Longa do Mundo (adaptação)

História Marcelino Pedregulho (adaptação)

Divirtam-se... CRIANÇAS.

Projeto UCA

CAMINHO JOVEM... ESPERANÇA!!!!

Música com o corpo "Barbatuques"

"TEMPO...TEMPO...TEMPO... VOU TE FAZER UM PEDIDO"

O Ponto de Mutação de Fritjof Capra

A TEIA DA VIDA...

Educação Ecológica... Entevista com Capra.

Humberto Maturana e Ximena - Encontro... Reflexão... 1 de 8 vídeos

REPORTAGEM: Brincadeiras

Professora Vania Cavalari Psicomotricidade. ...

entre no site e assista a entrevista http://www.sabertv.net/portal/mediacenter/view/276/psicomotricidade/

POESIA DE AMOR...

texto "O direito de ser criança" de Ruth Rocha e som "Dias Melhores" de Jota Quest.

EDUCAR...

Limites...

<a href="http://video.msn.com/?mkt=pt-BR&amp;from=sp&amp;vid=0f517149-43f6-4d81-b88c-e520ef3b4d42" target="_new" title="Como lidar com o filhos dos outros">Video: Como lidar com o filhos dos outros</a>

Brincar é aprender...

Aprendendo sempre... PSICOMOTRICIDADE

http://www.animacorpus.net/psicomotricidade/

APRENDER E EDUCAR.

EDUCAR E BRINCAR... CRESCER...

Aprender...Educação Infantil.

Educar e aprender...

Infância- Tempo de construir valores...

Educar... filho faz por imitação...

Educar e aprender... Transformação...

Video = Ciência estuda o que e passa no cérebro dos bebês

Educar... Aprender...

EDUCAR E BRINCAR. APRENDER COM A NEUROCIÊNCIAS...

PROJETO RESGATE DA PSICOMOTRICIDADE ATRAVÉS DOS RECURSOS NATURAIS.

A EMOÇÃO ESTAR NO AR....

MEU AMIGO BICHO!!!!!