segunda-feira, 12 de abril de 2010

Educação... Educadores...

"Ninguém foge aos princípios de causa e efeito, mas ninguém está privado da liberdade de renovar o próprio caminho, renovando a si mesmo."André Luiz

Como será o amanhã?? Educação... Educadores...
Estamos na expectativa, caminhando a tanto tempo em busca de melhores condições...

Edição 231 | Abril 2010 Entrevista com Rubens Barbosa de Camargo, especialista em políticas educacionais, sobre qualidade da EducaçãoElisângela Fernandes(novaescola@atleitor.com.br)

Foto: Marina Piedade
RUBENS BARBOSA DE CAMARGO "Salários melhores têm impacto direto na atratividade e na permanência na carreira. Gente que gosta da profissão, mas a deixou por dinheiro, deve voltar."
Foto: Marina Piedade

Muito tem se falado na desvalorização da profissão de professor e da falta de atratividade da carreira docente. Mas o que fazer para reverter esse quadro? Rubens Barbosa de Camargo, especialista em gestão de sistemas e escolas, análise de políticas educacionais e financiamento público da Educação e professor da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (USP), acredita que a solução passa, necessariamente, pela ampliação dos recursos. "O salário tem impacto direto na qualidade", diz. "Salários melhores aumentam a atratividade e a permanência na carreira. Gente que gosta da profissão, mas a deixou por dinheiro, deve voltar." Com a experiência de ter sido secretário de Educação de dois municípios paulistas, Camargo defende que a determinação de reservar um terço do tempo de trabalho para atividades extraclasse é o maior destaque da chamada Lei do Piso, pois "terá grande impacto na qualidade da Educação e em termos de prestígio profissional". Nesta conversa com NOVA ESCOLA, ele aborda outros temas importantes e polêmicos, como o próprio piso salarial, as avaliações externas e a qualidade do ensino nas escolas públicas.

Recente pesquisa encomendada pela Fundação Victor Civita revela que os jovens não consideram a carreira docente uma boa opção. Como chegamos a essa situação?
RUBENS BARBOSA DE CAMARGO Basta lembrar alguns aspectos da nossa história. Na praça da República, no centro de São Paulo, foi erguida uma das primeiras escolas do século 20, onde hoje funciona a Secretaria de Estado da Educação. Sua arquitetura é linda e muitos a chamam de Palácio da Educação. Ela possuía auditório e laboratório e oferecia ótimas condições de atendimento aos estudantes. Existiram várias outras unidades como essa em todo o país, que tentavam demonstrar que, com a República, a escola pública de qualidade era a chave para a evolução da nação. Com o processo de industrialização e de forte urbanização, houve uma mudança no padrão de construção. Surgiram os "escolões", às vezes, para 5 mil jovens. Em meados do século passado, a relação aluno/professor e os recursos financeiros aplicados nos sistemas públicos já eram bem menores. Nos anos 1990, chegamos a ter escolas de lata! Em paralelo, os salários se degradaram, à medida que o ensino começou a ser universalizado. Isso se explica porque nunca tivemos um processo de expansão da escola pública pensado como um instrumento de nação, de identidade nacional - como ocorreu nos países desenvolvidos (Inglaterra, França e outros) e também em vizinhos (Argentina e Chile), que conseguiram manter o padrão de atendimento mesmo com muito mais estudantes incorporados ao sistema

... Leia a matéria na íntegra http://revistaescola.abril.com.br/politicas-publicas/legislacao/entrevista-rubens-barbosa-camargo-especialista-politicas-educacionais-qualidade-educacao-546806.shtml

Quer saber mais? CONTATO Rubens Barbosa de Camargo INTERNET Íntegra da Pesquisa Nacional Qualidade na Educação: Problematização da Qualidade em Pesquisa de Custo-Aluno-Ano em Escolas de Educação Básica.

domingo, 11 de abril de 2010

NOTÍCIAS...

Fiquemos atentos as notícias... O Conselho Nacional de Educação (CNE) aprovou novas diretrizes curriculares nacionais para a educação básica.

A ideia é que os gestores, diretores e professores de escolas tenham um documento que os apóie na hora da elaboração dos currículos, como tradução das leis vigentes.

08/04 - 18:02
Priscilla Borges, iG Brasília
O Conselho Nacional de Educação (CNE) aprovou, na quarta-feira, novas diretrizes curriculares nacionais para a educação básica. Pela primeira vez, o País tem um documento com orientações educacionais que tratem todas as etapas da educação de forma integrada.

O documento – que ainda precisa ser homologado pelo ministro da Educação, Fernando Haddad – tem como objetivo orientar gestores e professores dos sistemas de ensino estadual e municipal na formulação dos projetos pedagógicos para cada etapa. Define, por exemplo, que os sistemas têm de criar projetos pedagógicos diferenciados para as escolas de tempo parcial diurno e noturno e integral. Nesse caso, está definido que a carga horária diária deve ser de sete horas.

As diretrizes elaboradas pelo CNE não determinam quais conteúdos cada sistema deve adotar, apesar de indicar caminhos. Os projetos devem valorizar a contextualização de saberes, considerar as experiências culturais de cada região no aprendizado em sala de aula e valorizar a formação para o trabalho. As escolas também têm de oferecer aos estudantes a possibilidade de estudar uma língua estrangeira deve ser obrigatória, assim como o espanhol (a partir do 6° ano do ensino fundamental).

“Por lei, não temos a prerrogativa de determinar os currículos de cada sistema. Nossa obrigação é dar orientações gerais”, explica o presidente da Câmara de Educação Básica do CNE, César Callegari. Ele conta que o CNE tem se esforçado para atualizar as diretrizes curriculares de todas as etapas, que até hoje tinham sido definidas por pessoas diferentes em épocas diferentes. A integração, segundo ele, é importante para garantir continuidade de aprendizado em todas as etapas da educação básica.

O documento elaborado pelo CNE também determina que 20% do total da carga horária anual de atividades em todas as etapas deve ser destinada aos projetos e programas interdisciplinares criados por cada escola. Isso significa que a escola deve trabalhar com projetos temáticos que possam ser abordados por diferentes disciplinas. As diretrizes definem ainda que todos devem ser responsáveis pelo acesso e permanência na escola: poder público, família, professores e gestores.

Em 53 artigos, os conselheiros fizeram questão de ressaltar o papel de cada etapa da educação, desde a infantil ao ensino médio. Na última fase, eles alertam que é preciso ter currículos com diferentes definições para atender tanto ao jovem que pretende ingressar no ensino superior quanto àquele que quer entrar no mundo do trabalho. A ideia é que os gestores, diretores e professores de escolas tenham um documento que os apóie na hora da elaboração dos currículos, como tradução das leis vigentes.

“Admito que muita gente nos cobra mais detalhamento nas diretrizes, mas esse não é nosso papel. As escolas têm liberdade de discutir os próprios currículos”, afirma Callegari. “Nosso trabalho é estabelecer com clareza quais as expectativas de aprendizagem em cada etapa. Cabe aos sistemas estaduais e municipais definir como chegar lá”, sentencia o conselheiro. A expectativa do conselheiro é que o ministro valide o documento em aproximadamente um mês.

Fonte: Ig Educação http://educacao.ig.com.br

CORAÇÃO DE PROFESSOR


O início de um hábito é como um fio fino e quase invisível. Mas cada vez que repetimos o mesmo ato estamos acrescentando mais um fio, até que o hábito se torna uma corda espessa que prende nossos pensamentos e ações.

Orion Swett Marden

Entrevista com Maria Tereza Peres, diretora do Centro de Educação e Documentação para Ação Comunitária(Cedac).
Fonte: Revista
JUL/AGO/SET SUPER ESCOLA
Registrarei alguns trechos da entrevista...

Maria Tereza Peres é diretora do Centro de Educação e Documentação para Ação Comunitária (Cedac). Educadora há mais de 30 anos, ela coordenou o estudo “As emoções e os valores dos professores brasileiros”, encomendado pela Fundação SM e pela Organização dos Estados Ibero-Americanos para a Educação, a Ciência e a Cultura (OEI). O estudo apresenta as percepções dos docentes das redes pública e particular em relação à própria profissão. Em entrevista à Super Escola, Maria Tereza fala sobre a importância e as conclusões mais importantes da pesquisa, que
envolveu 3.584 professores de 89 escolas do Ceará, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Rio de Janeiro e São Paulo.
Super Escola: Por que conhecer e entender as emoções e os valores dos professores é tão importante?
Maria Tereza Peres: Emoções e valores, como confiança e auto-estima, constituem a base da
identidade profissional. Ambos os sentimentos supõem interiorizar objetivos, saber defendê-los, lidar com tranqüilidade com alunos e pais, sentir-se capaz de enfrentar novos desafios e
situações problemáticas, assim como reconhecer os próprios erros e aceitar sem angústia os
processos de transformação. A confiança no próprio trabalho, expressa na auto-estima profissional, reduz a ansiedade do professor e permite que ele enfrente riscos de forma mais tranqüila. Já a perda de confiança prejudica as relações interpessoais – inerentes à prática do ensino, em que as emoções estão sempre presentes: aborrecimento; conquistas; ansiedade;
preocupação; tristeza; frustrações; alegria... Além disso, mudanças intensas vêm acontecendo
na sociedade. A violência, a marginalização de determinados grupos, as desigualdades sociais, a falta de recursos familiares e pessoais contribuem para que as relações dentro da escola sejam ainda mais conflituosas, dificultando o diálogo e a negociação de soluções. Por isso a pesquisa enfocou a história pessoal e profissional dos professores, suas crenças e atitudes, suas condições de trabalho e o contexto sócio-educativo.
...
De outro lado, há o baixo nível educacional, as condições de ensino ruins, a suspeita da sociedade
em relação ao profissionalismo dos professores. Esses fatores têm grande impacto emocional, já
que os educadores estão imersos e implicados nesse contexto. Quero deixar claro que não estamos fazendo apologia ao professor coitadinho, bonzinho e romântico. Estamos apenas chamando a atenção para uma outra dimensão do trabalho, que muitas vezes é deixada de lado.
SE: Que fatores são mais decisivos para o desencadeamento de crises dos professores com a profissão?
MTP: Críticas permanentes sobre o nível educacional, cobranças e exigências excessivas são algumas das coisas que abalam os professores emocionalmente. Sem contar que o debate sobre as carências da educação escolar leva ao descrédito dos professores. Quando isso acontece, envia-se para eles uma mensagem de desconfiança. Desse modo, é de se esperar que os docentes fiquem com a autoestima baixa, insatisfeitos com eles mesmos e com o trabalho que desenvolvem. Não estamos querendo dizer que não se deve mostrar a situação da educação, que realmente é dramática. Mas que outros enfoques precisam ser adotados para não responsabilizar os professores por um problema que é de todos nós. Eles não são os únicos responsáveis.

SE: Em geral, os dados apontam muitas diferenças entre os valores e emoções dos professores
de escolas públicas e dos de escolas privadas?
MTP: Acho que sim. Mas existem vários pontos em que não há uma diferenciação ou que a diferenciação é muito pequena. Acredito que grandes diferenças de percepção dos professores acontecem devido às condições inferiores da rede pública, tanto no que se refere ao aspecto físico, de infra-estrutura, como no de exigência por parte dos gestores das escolas e da comunidade. Isso interfere diretamente na relação do professor com o trabalho. Nas escolas particulares, o grau de exigência com os professores é maior, e a infra-estrutura e as condições de ensino são melhores que na rede pública.

SE: De que forma o estudo contribui para a formulação de políticas de educação e para servir
de referência aos gestores educacionais?
MTP: Acho que a pesquisa humaniza o professor. Ele não é só um ser abstrato ou que pratica um ensino ruim nos nossos alunos, como os jornais e a imprensa, em geral, dizem. A pesquisa mostra um lado mais humano dos professores – o que eles sentem, do que eles gostam na profissão, o que eles querem continuar aprendendo. A pesquisa também mostra que há uma brecha de investimento nessa questão do conhecimento. É preciso que os professores entendam que o ensino, tanto quanto a manutenção de boas relações, é fundamental.

"A alegria não chega apenas no encontro do achado, mas faz parte do processo da busca. E ensinar e aprender não pode dar-se fora da procura, fora da boniteza e da alegria."
Paulo Freire
"Ninguém educa ninguém, ninguém educa a si mesmo, os homens se educam entre si, mediatizados pelo mundo." Paulo Freire

FAZENDO COM AMOR!!!!!!

FAZENDO COM AMOR!!!!!!

EDUCAR E BRINCAR...

PROJETO RESGATE DA PSICOMOTRICIDADE ATRAVÉS DOS RECURSOS NATURAIS.

TRAILERS - SLIDES - •Documentários, Entrevistas

EDUCAÇÃO - AMBIENTE - DESENVOLVIMENTO - POLÍTICA - ATITUDE - CULTURA 

NOSSOS MESTRES NA LITERATURA INFANTOJUVENIL

A voz do autor no rádio...

Falar e ouvir... uma questão pessoal...

Um pouco de sua história...

Conversando com autores...

Tatiana Belinky, a escritora que queria ser Emília...

Histórias que nos acompanham...

PAI DA TURMA DA MÔNICA...

Uma contadora especial...

Histórias para ouvir e contar... O clássico mundial A Árvore Generosa.

A ARTE DE CONTAR HITÓRIAS...

A História Mais Longa do Mundo (adaptação)

História Marcelino Pedregulho (adaptação)

Divirtam-se... CRIANÇAS.

Projeto UCA

CAMINHO JOVEM... ESPERANÇA!!!!

Música com o corpo "Barbatuques"

"TEMPO...TEMPO...TEMPO... VOU TE FAZER UM PEDIDO"

O Ponto de Mutação de Fritjof Capra

A TEIA DA VIDA...

Educação Ecológica... Entevista com Capra.

Humberto Maturana e Ximena - Encontro... Reflexão... 1 de 8 vídeos

REPORTAGEM: Brincadeiras

Professora Vania Cavalari Psicomotricidade. ...

entre no site e assista a entrevista http://www.sabertv.net/portal/mediacenter/view/276/psicomotricidade/

POESIA DE AMOR...

texto "O direito de ser criança" de Ruth Rocha e som "Dias Melhores" de Jota Quest.

EDUCAR...

Limites...

<a href="http://video.msn.com/?mkt=pt-BR&amp;from=sp&amp;vid=0f517149-43f6-4d81-b88c-e520ef3b4d42" target="_new" title="Como lidar com o filhos dos outros">Video: Como lidar com o filhos dos outros</a>

Brincar é aprender...

Aprendendo sempre... PSICOMOTRICIDADE

http://www.animacorpus.net/psicomotricidade/

APRENDER E EDUCAR.

EDUCAR E BRINCAR... CRESCER...

Aprender...Educação Infantil.

Educar e aprender...

Infância- Tempo de construir valores...

Educar... filho faz por imitação...

Educar e aprender... Transformação...

Video = Ciência estuda o que e passa no cérebro dos bebês

Educar... Aprender...

EDUCAR E BRINCAR. APRENDER COM A NEUROCIÊNCIAS...

PROJETO RESGATE DA PSICOMOTRICIDADE ATRAVÉS DOS RECURSOS NATURAIS.

A EMOÇÃO ESTAR NO AR....

MEU AMIGO BICHO!!!!!