domingo, 16 de agosto de 2009

ESCOLA... Estamos no caminho...

Dos primeiros dias, da volta às aulas, retornar ao nosso palco natural, a recreação aconteceu também como parte das comemorações ao dia do estudante. Professores e alunos que ainda não conheciam e os que há muito tempo não vinham a praia e já haviam participado do projeto, puderam reviver a alegria das brincadeiras, que mesmo programadas, seguiram de forma espontâneas a liberdade de criação, integração e intenção dos alunos... Eles tiveram a oportunidade de vivênciar lúdicamente: brincadeiras, fantasias, jogos e curtiram o dia maravilhoso que a natureza cuidou de nos proporcionar...






PROJETO RESGATE DA PSICOMOTRICIDADE ATRAVÉS DOS RECURSOS NATURAIS

Psicomotricidade é a ciência que tem como objeto de estudo o homem através do seu corpo em movimento e em relação ao seu mundo interno e externo.
E o grupo integrante vem possibilitando aos alunos a oportunidade de conviver com o seu individual, com o grupo escolar e social de forma lúdica junto ao espaço maravilhoso que devemos aprender a amar... A NATUREZA.

O pensamento interdisciplinar

Filosofar é preciso... Sim é preciso...

"A transformação é, porém, possível e acontece. Os atores dessa mudança são em sua maioria anônimos, mas há um trabalho de formiga, às vezes contra todos e contra tudo."

Recebi este e-mail de uma amiga, em comum, nosso professor Daniel Lins... Somos todos professores...
OU FORMIGAS?

Por Daniel Lins: "Temos uma educação agonizante, com exércitos de crianças alfabetizadas, mas iletradas; uma política salarial sem comum medida com as exigências profissionais de um educador; a violência desmesurada; o entretenimento que ocupa de modo quase ditatorial o lugar das culturas; um pensamento único que torna idiota o mais "sabido" dos brasileiros; a violência inserida nas práticas pedófilas; a corrupção como prática política (triste Senado!), a lista é infinita." http://revistacult.uol.com.br/novo/entrevista.asp?edtCode=71E9A5EE-2056-4669-A27A-04A6575C7508&nwsCode=B4A2FE31-12B3-4B90-88E4-91D67793A256

REVISTA CULT - Edição137
ENTREVISTA
O pensamento interdisciplinar

Alheio aos jargões da história da filosofia, Daniel Lins fez da interdisciplinaridade o cerne de sua obra
06/07/2009
Marcia Tiburi
Daniel Lins é professor da Universidade Federal do Ceará e ativo em diversos setores da sociedade cearense. É também pesquisador da subjetividade e da vida contemporânea. Estudou profundamente a história da filosofia no Brasil e na França - onde fez a maior parte de sua formação acadêmica. Formou opiniões próprias, sem aderir ao jargão da história da filosofia. Investiu no rigor da experiência do pensar que não teme a escolha de objetos da vida comum.
As manifestações contemporâneas das teorias que enveredam pela sociologia e pela psicanálise forjam em seus diversos livros um diálogo em que a interdisciplinaridade e a pluralidade são básicas. Pensador para além das fronteiras, manifesta uma coragem da teoria que lança um novo programa para o contexto do debate brasileiro. Um debate em que estão em cena a coragem, a ousadia e a defesa de um ideal de resistência em que o desejo dê asas à escrita, ao diálogo e à reflexão sobre a realidade social e política.

CULT - Muito já se falou sobre a moda da filosofia no Brasil e na França. Existe alguma diferença entre o que acontece lá e o que acontece aqui?
Daniel Lins - Mais que um "efeito" ou uma moda, o boom da filosofia na França ou no Brasil é um fato indiscutível. Há um imenso sucesso editorial: a filosofia se vende bem. Fazer filosofia pode ser um bom negócio. Até aí, nada contra. Os problemas surgem quando os efeitos perversos de tamanho sucesso achatam os conceitos, banalizam as ideias, sacralizam o caráter leigo do pensamento reduzindo-o à mera autoajuda, à reflexão, à discussão ou, pior ainda, à comunicação, isto é, à palavra de ordem.
A filosofia nem reflete nem discute: ela pensa e cria conceitos. Ora, criar conceitos não é da ordem da reflexão, menos ainda da comunicação, pois só se pensa por necessidade.
Discussão, reflexão, comunicação, eis o tripé aniquilador de pensamento-tesão, pensamento amoroso, sempre à margem, que faz mal, dói, transforma um mundo, um país, uma pessoa, ideologias e credos. Pensamento, pois, como blocos de sensações, o oposto da representação, legitimadora maior do capitalismo primário, entre outros.
Eis, pois, a imensa diferença entre o boom da filosofia no Brasil e na França. O sucesso da filosofia, ao emergir na França com a força de um dragão, encontrou um terreno preparado, toda uma experimentação desejante, rebelde; uma tradição filosófica nutrida por uma plêiade de pensadores, múltiplas correntes e escolas. E, finalmente, os séculos 19 e 20 com Nietzsche, Deleuze, Heidegger, Derrida, Foucault, Lévi-Strauss, Pierre Bourdieu, Levinas, e a lista não para.
Não esquecer também que a filosofia faz parte do currículo de todo jovem francês.
A grande diferença entre o boom da filosofia na França e no Brasil pode ser assim resumida: a França é uma república leiga, um país praticamente agnóstico, amante inflamado das revoluções e das artes, da liberdade e do prazer de ler. Nesse contexto, dificilmente o boom filosófico se tornaria uma teologia chique para os pobres. Esse efeito perverso, que começa a ser observado em algumas publicações de certa "pop filosofia" no Brasil, denota a não autonomia de um pensamento implicado em uma história - que é a nossa - marcada pela discussão, pelos arranjos e pela "compreensão", sobremodo, vinculados ao mundo dos negócios, da lógica mercantil e do mito do enriquecimento rápido cujos símbolos proeminentes são a loteria e o futebol: dormir "pobre" e acordar milionário! Nascer na favela e tornar-se bilionário! Na falta de uma tradição filosófica rigorosa, uma nova filosofia babilônica emerge no Brasil: a filosofia lotérica.
CULT - No Brasil, Deleuze tornou-se um discurso pronto que se usa em diversos campos das ciências humanas, uma repetição em que se perdeu de vista o diálogo. Até que ponto o fascínio com uma teoria pode inviabilizar a liberdade de pensar o que essa mesma teoria propunha?
Lins - Eis uma excelente questão. A academia brasileira dificilmente estaria preparada para se deixar, de fato, contagiar ou ser afetada pela "cultura no plural", pela interdisciplinaridade. Todavia, a academia cria também suas linhas de fuga para não sufocar à repetição do mesmo, à redundância careta que tem afastado milhares de jovens de nossas faculdades públicas. Existem, em todo o Brasil, blocos de singularidades no âmbito da academia e, diria mesmo, apesar da academia.
O que domina, contudo, é ainda uma burocracia morna e lutas imaginárias - na sua maioria - ou reais de poder. A academia é muitas vezes uma arena, com combates resultantes de ressentimentos acumulados ao longo dos anos, em que, evidentemente, reinam a atmosfera edipiana, as guerras fratricidas, o desafeto sem limite que se instaura e paralisa a própria instituição.
A transformação é, porém, possível e acontece. Os atores dessa mudança são em sua maioria anônimos, mas há um trabalho de formiga, às vezes contra todos e contra tudo.

Foto: Acervo CPFL


CULT - Como você vê a questão da interdisciplinaridade no Brasil de hoje? Você acredita que nossa academia está preparada para o livre pensar e para novas conexões teóricas e práticas?
Lins - A interdisciplinaridade obedece às exigências do Programa Nacional de Educação de terceiro grau, mas de modo ainda simbólico. Ela é inimiga do improviso, da ausência de rigor etc. É algo muito sofisticado, exige uma formação inserida no mundo contemporâneo, no aprendizado das línguas, na relação mínima com as ciências e, sobremodo, na eliminação da ignorância: a transformação dos preconceitos que fundamentaram e ainda fundamentam a academia brasileira, em muitas de suas vertentes.
Eis o maior problema da interdisciplinaridade. Não a arte dos medíocres; ao contrário, é papo sério, supõe muita pesquisa, 99% de trabalho e 1% de talento. Teríamos, então, de revisitar, desconstruir e repensar a universidade

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Leia na íntegra a entrevista, no site: http://revistacult.uol.com.br

"OS REIS PREGUIÇOSOS"

Pense... Foi mágico assistir ao grande espetáculo "OS REIS PREGUIÇOSOS", nos divertimos muito.
Em comemoração do Ano da França no Brasil a companhia francesa Transe Express nos reservou uma apresentação nos dias 7 e 8 de agosto, na Praça 31 de Março - Praia do Futuro, inteiramente gratuitas... E é claro fui conferir... Nós fomos... e a cunhada registrou... O momento que eu amei... Aquele menininho... era o artista... força, equilíbrio... lá no alto... emoção.

FOTO: Rejane Lima


"Os Reis Preguiçosos" conta a história de uma viagem feita por reis e suas comitivas, que formam três cortejos saindo de locais pré-determinados e com percursos distintos com uma distância média de 800 metros e que se encontram ao final da Praça 31 de Março. espetáculo grandioso.




Para dar início no Ceará às comemorações do Ano da França no Brasil, o Governo do Estado do Ceará, por meio da Secretaria da Cultura (Secult), traz a Fortaleza a companhia francesa Transe Express. Com passagens apenas por São Paulo, Rio de Janeiro e Curitiba, a capital cearense será a única cidade da região Nordeste a receber as apresentações do espetáculo "Os Reis Preguiçosos", nos dias 7 e 8 de agosto, a partir das 19 horas, na Praça 31 de Março - Praia do Futuro, inteiramente gratuitas. Especializada na promoção de espetáculos de grande porte e com encontro direto com o público, a trupe francesa irá se apresentar para um público estimado em 40 mil pessoas.
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Ao todo, são 175 artistas participantes, sendo 55 franceses e 120 artistas cearenses, que irão compor os cortejos, cada qual com a participação de dois carros alegóricos. Ao final, os artistas e o público se reúnem em torno da Árvore dos Reis, uma estrutura metálica de 30 metros de altura montada na Praça. A apresentação ao ar livre une música ao vivo, teatro, dança, performances e um final imponente com acrobacias aéreas. Tudo isso próximo ao público, que acompanha de perto, sem cadeiras nem arquibancada, e vê os artistas se movimentarem ao seu redor. O espetáculo tem direção de Gilles Rhode e coreografias de Brigitte Burdin, Luc Moka e Sophie Sauvage.

Os 175 artistas participantes convidam o público para acompanhar os três cortejos. Os seis carros alegóricos abrilhantam o trajeto, que conta com muitas luzes, cores e sons. Os seis reis partem em uma intuitiva viagem saindo do Norte, do Sul e do Leste. O Norte é inspirado no conjunto da obra de Jerome Bosch, pintor holandês, e é a viagem em direção a um mundo surrealista com tonalidades do estilo fantástico. O Leste percorre o universo nostálgico de povos migrantes e do folclore com acentos bucólicos. Já no Sul, repousa a inspiração nos ritos do nascimento e dos funerais.

Assim, caminhando ao lado dos carros alegóricos, o público participa da comitiva dos reis, composta por músicos e bobos da corte, carregadores, guardas e chefes de protocolo e pequenos reinos ambulantes. Ao final, no encontro de todos na Árvore dos Reis, uma estrutura metálica se abre em três galhos para performances de nove acrobatas.
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VAMOS PARTICIPAR

Sobre a Companhia Transe Express

Fundada há vinte e cinco anos pelos artistas Gilles Rhode e Brigitte Burdin, a trupe francesa Transe Express se caracteriza por se apresentar em espaços abertos, indo ao encontro do público. Os fundadores também assinam a direção artística da companhia. As criações privilegiam principalmente a rua e os espaços não convencionais. Suas apresentações buscam surpreender o público em seu cotidiano com aventuras inéditas para envolver, embalar e brincar. Em seus espetáculos são utilizados uma gama de gêneros artísticos e modos de expressão como música, dança, artes plásticas, circo, fogo, literatura, metalurgia, entre outros elementos presentes em suas adaptações.

A Companhia Transe Express está instalada em Eurre, na região da Drôme. La gare à Coulisses é o nome desta base de Artes da Rua, onde a companhia desenvolve um trabalho de criação. No total a equipe de produção da companhia é composta por mais de 100 artistas, entre eles atores, violonistas, dançarinos, percussionistas, cantores, trapezistas, produtores, ferreiros e outros, que realizam regularmente os projetos da companhia: criações efêmeras, e espetáculos sempre muito próximos das pessoas, aéreos ou de evoluções em desfiles.

A Companhia já esteve no Brasil, em 2007, com passagens pelo Estado de São Paulo (Festival Internacional de Teatro de Rio Preto e Vale do Anhangabaú) e no Paraná. Eles também têm em seu currículo a Cerimônia de Abertura dos Jogos Olímpicos de Inverno de Albertville 1992, no Canadá, Jogos Olímpicos de Atenas 2004, Encerramento do Ano da França na China, em 2005, Abertura do Campeonato do Mundo de Esqui, em 2009, além de outras apresentações.

informações colhidas: Xauí Peixoto
(85) 88524544
xauipeixoto@gmail.com ou hotmail.com
www.xauipeixoto.blogspot.com

FAZENDO COM AMOR!!!!!!

FAZENDO COM AMOR!!!!!!

EDUCAR E BRINCAR...

PROJETO RESGATE DA PSICOMOTRICIDADE ATRAVÉS DOS RECURSOS NATURAIS.

TRAILERS - SLIDES - •Documentários, Entrevistas

EDUCAÇÃO - AMBIENTE - DESENVOLVIMENTO - POLÍTICA - ATITUDE - CULTURA 

NOSSOS MESTRES NA LITERATURA INFANTOJUVENIL

A voz do autor no rádio...

Falar e ouvir... uma questão pessoal...

Um pouco de sua história...

Conversando com autores...

Tatiana Belinky, a escritora que queria ser Emília...

Histórias que nos acompanham...

PAI DA TURMA DA MÔNICA...

Uma contadora especial...

Histórias para ouvir e contar... O clássico mundial A Árvore Generosa.

A ARTE DE CONTAR HITÓRIAS...

A História Mais Longa do Mundo (adaptação)

História Marcelino Pedregulho (adaptação)

Divirtam-se... CRIANÇAS.

Projeto UCA

CAMINHO JOVEM... ESPERANÇA!!!!

Música com o corpo "Barbatuques"

"TEMPO...TEMPO...TEMPO... VOU TE FAZER UM PEDIDO"

O Ponto de Mutação de Fritjof Capra

A TEIA DA VIDA...

Educação Ecológica... Entevista com Capra.

Humberto Maturana e Ximena - Encontro... Reflexão... 1 de 8 vídeos

REPORTAGEM: Brincadeiras

Professora Vania Cavalari Psicomotricidade. ...

entre no site e assista a entrevista http://www.sabertv.net/portal/mediacenter/view/276/psicomotricidade/

POESIA DE AMOR...

texto "O direito de ser criança" de Ruth Rocha e som "Dias Melhores" de Jota Quest.

EDUCAR...

Limites...

<a href="http://video.msn.com/?mkt=pt-BR&amp;from=sp&amp;vid=0f517149-43f6-4d81-b88c-e520ef3b4d42" target="_new" title="Como lidar com o filhos dos outros">Video: Como lidar com o filhos dos outros</a>

Brincar é aprender...

Aprendendo sempre... PSICOMOTRICIDADE

http://www.animacorpus.net/psicomotricidade/

APRENDER E EDUCAR.

EDUCAR E BRINCAR... CRESCER...

Aprender...Educação Infantil.

Educar e aprender...

Infância- Tempo de construir valores...

Educar... filho faz por imitação...

Educar e aprender... Transformação...

Video = Ciência estuda o que e passa no cérebro dos bebês

Educar... Aprender...

EDUCAR E BRINCAR. APRENDER COM A NEUROCIÊNCIAS...

PROJETO RESGATE DA PSICOMOTRICIDADE ATRAVÉS DOS RECURSOS NATURAIS.

A EMOÇÃO ESTAR NO AR....

MEU AMIGO BICHO!!!!!