sábado, 23 de maio de 2009

EDUCAR E BRINCAR...



Conhecer, brincar e aprender através do mundo da ciências, entre logo  no site, leia as revistas e assista seus vídeos e conhecerá o mundo mágico... 
Ciência Hoje das Crianças... e para todos nós!!!!
Saiba mais em 


Você sabe o que é um xilofone? Então, precisa clicar na tela e assistir a mais um trecho do programa Pequenos Cientistas, da TV Rá Tim Bum. Nesta edição, dedicada à música, a mascote da Ciência Hoje das Crianças, Diná, constrói esse instrumento de nome esquisito e ainda explica a você o que faz um som ser diferente do outro. 

A música está no ar 
value="http://www.youtube.com/v/2rnsydHBhW0&hl=pt-br&fs=1">

E são tantas novidades e curiosidades... 
é brincar...
é ciência HOJE! 

Será sonho? Cena de filme? Não! Trata-se da exposição Dinossauros no sertão, mostra permanente recém-inaugurada no Museu Nacional da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Nela, você pode ver a primeira reconstituição de um dinossauro carnívoro de grande porte do Brasil, justamente oAngaturama limai, que viveu há 110 milhões de anos no nordeste brasileiro, mais precisamente na Chapada do Araripe. “A Chapada do Araripe, que fica entre Ceará, Pernambuco e Piauí, é um dos lugares, não só do Brasil, mas também do mundo, mais importantes em relação a fósseis”, conta o paleontólogo Alexander Kellner, que, em 1996, junto com Diógenes Campos, descreveu o Angaturama limai, uma espécie até então desconhecida pela ciência. 

Viagem rumo à pré-história 
Exposição apresenta primeira réplica de dinossauro carnívoro de grande porte do Brasil 


Viagem rumo à pré-história 

 É só brincar e aprender pra valer!!!!!

APRENDER...


Os adolescentes Stephanie Pendl e Caio Eduardo Madeira 
mantêm o hábito da leitura desde a infância; pais são maiores incentivadores
21/05/2009 
Educação

População em idade escolar é a que mais lê no Brasil
Da Redação
Dados da pesquisa intitulada Retratos da Leitura no Brasil mostram que aproximadamente 39% dos 95,6 milhões de leitores do País têm idade entre cinco e 17 anos. O estudo revelou que 55% da população estudada (95,6 milhões de brasileiros) leram pelo menos um livro nos três meses anteriores a pesquisa. Deste percentual, 50% leram livro indicado pelas escolas (incluindo didáticos). 

O trabalho mostra, conforme explica a gerente de projetos do Instituto Pró-Livro, Zoara Faella, que a maioria da população leitora do País lê para cumprir com tarefas escolares e não de forma espontânea. "É um fato importante, sabemos que a escola tem a preocupação de incentivar o aluno e trabalhar melhor a leitura, mas infelizmente ainda a maioria das pessoas lê por obrigação", diz...

O ato de ler em família estimula, segundo a pedagoga, a criar o hábito da leitura. "Em casa, os pais devem estimular a rotina de ler para as crianças, com a tarefa de encantar a criança, dando entonação à obra, para que aos poucos os filhos passem a dominar os livros", diz. 
 leia a pesquisa completa

NOTÍCIAS...

Agência Senado
COMISSÕES / Educação
22/05/2009 - 18h47
CE vota projeto que torna obrigatória participação de pais em reuniões escolares para ter direito ao Bolsa-Família

A participação dos pais em reuniões escolares poderá ser incluída entre as condições exigidas para o recebimento de benefício do Programa Bolsa-Família. É o que prevê projeto do senador Cristovam Buarque (PDT-DF), primeiro item da pauta da reunião da Comissão de Educação, Cultura e Esporte marcada para a próxima terça-feira (26), às 11h. A matéria tramita em decisão terminativa.

A relatora, senadora Marisa Serrano (PSDB-MS), apresentou substitutivo ao projeto condicionando a obrigatoriedade da participação dos pais ou responsáveis, nas reuniões, à compatibilidade do seu horário de trabalho e à proposta pedagógica da escola.

Também está na pauta da Comissão de Educação projetos autorizando o Executivo a criar os centros federais de educação tecnológica de Guarabira (PB) e de Humaitá (AM), a Escola Técnica Federal de Navegação Interior em Tocantins e a Escola Técnica Federal de Loanda (PR). Outras proposições instituem o dia nacional do esteticista, do motociclista, do mototaxista, do cerimonialista e do combate e prevenção ao escalpelamento.

Roberto Homem / Agência Senado
(Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

O SUJEITO DO CONHECIMENTO

Quem será este sujeito... 
Sujeito ao tempo e espaço... 
entre outros sujeitos 
que se sujeitam, se rejeitam... 
se encontram ... Não se sabe onde...
e para onde iremos..

O Sujeito do Conhecimento

Autor: Guilherme Santinho Jacobik[1]

Que
 grande dilema vive a escola contemporânea, campo de nossa atuação como educadores, imersa na chamada “sociedade da informação” e perdida nas inúmeras rotulações que lhe são impostas: tradicionalista, atrasada, arcaica, chata etc.

Um grande número de “especialistas” e articulistas de jornais, revistas, rádios e canais de televisão, enfim, da mídia, apontam seus dedos críticos à instituição Escola e, por conseguinte, ao seu maior representante, o professor. Acusam tanto os que atuam quanto os em formação inicial pelo estado precário em que se encontra o ensino no país. De tempos em tempos listas e dados estatísticos, ora do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) ora da UNESCO (Órgão da Organização das Nações Unidas ligado às questões educacionais), entre outros, alimentam as críticas e, sem analisar a macro-conjuntura política, econômica e social, encontram facilmente o “bode expiatório” ideal: o professor. E surgem expressões que, de tão repetidas, já ecoam entre nossos próprios pares, entre os próprios educadores: “Os professores pararam no tempo”; “Os professores não querem inovar”; “Sua formação é péssima”; “O professor perdeu sua vocação”, entre tantas outras. 

Este é um registro sintomático, não da condição da Escola e de seus Educadores, mas de uma histórica falta de reflexão conjuntural daqueles que analisam o ensino formalizado. 

É fato que em termos quantitativos de informação e tecnologia, muito se mudou socialmente. A quantidade de meios de exposição à informação é imensa: internet, T.V., rádio, periódicos, livros etc. Mas será que todo esse contato permitiu a formação de sujeitos com opiniões críticas sustentadas? Terão estes estímulos tornado-se conhecimento a serviço da melhoria social, seja ela individual ou coletiva? Obviamente que não, é o que a realidade nos mostra e a culpa não é somente da Escola 

Hoje é lugar comum apontar a defasagem tecnológica de nossas escolas como ponto forte do fracasso da formação do aluno. Pergunto: abastecer a escola (essa mesma criticada) de computadores resolverá essa defasagem? A mudança necessária às escolas, para que estas formem alunos capacitados à vida social, passa apenas pela substituição material? 

Não pretendo neste artigo defender ou refutar as inovações materiais na escola, mas sim, levantar mais questões do que as pretensiosas certezas daqueles que criticam o professor, entre elas, duas iniciais: A formação do aluno, tão duramente questionada, deve servir a quê e a quem? Em que outro espaço social há a possibilidade de reflexão sobre o papel dos sujeitos na sociedade, do que a escola? 

Apesar de comumente a escola ser analisada, de forma unilateral por aqueles que se encontram fora dela, como um espaço estéril à mudança, é ela mesma que tem enfrentado o desafio de reconhecer seus limites e é dela que ecoam movimentos de mudanças que superam os anseios do mercado, porque a escola não surgiu como instituição social para satisfazer apenas “mão de obra” e sim para acolher sujeitos no seu pleno significado. 

Em primeiro lugar, é bom lembrar o que parece obviedade: é a escola, qualquer escola, que sistematiza e instrumentaliza o sujeito para ler as diversas facetas do mundo real sob a ótica da ciência, o que não significa um olhar melhor, mas é um dado irrefutável, o de que é o primeiro, e para muitos o único, espaço social que aproxima o sujeito da ciência. Como bem descreveu Arnay (2002, p.38):

    O fato de o sistema cognitivo humano atuar naturalmente para interpretar o mesomundo (Delbrück, 1989) e elaborar teorias populares sobre essa dimensão faz com que uma das características das aprendizagens escolares seja situar os alunos, desde o início da sua escolarização, diante de tarefas e problemas que não podem ser resolvidos com modelos elaborados mediante a percepção imediata ou os conceitos naturais aprendidos de maneira informal na interação social. A aprendizagem formal, entre outras coisas, tenta transformar a maneira como habitualmente se situa a análise das dimensões intermediárias da realidade e situar quem aprende diante dos processos de indagação sobre dimensões às quais não se pode ter acesso sem instrumentos técnicos adequados.

Com isso não se renega a importância do olhar não científico sobre as interações com o mundo, nem se privilegia a ciência como única verdade, como mito acabado, e sim como fruto de suas conexões históricas e sociais (Cortella, 2000, p.101). 

Algumas das críticas à escola são, infelizmente, verdadeiras, mas também têm emanado dela a necessidade e a busca por mudanças. Das tantas questões fundamentais que a escola vem refletindo, a distância entre o desejo de alunos e professores em vivenciar saberes necessários à vida e a lenta mudança dos saberes escolares tradicionais são algumas das mais contundentes. 

Morin (2001, p. 35) destaca a dicotomia existente entre os saberes ensinados na escola atual, desunidos, divididos e compartimentados e os problemas que são cada vez mais multidisciplinares, transversais, multidimensionais, transnacionais, globais e planetários. Para encontrar a devida pertinência é, segundo ele, necessário tornar evidente (visível): o contexto; o global; o multidimensional e o complexo.

  • O contexto. Morin afirma a importância de situar as informações e os dados no seu contexto, assim como as palavras dentro do texto. O conhecimento de informações ou dados isolados é insuficiente. 

  • O global (as relações entre o todo e as partes). É preciso ver o todo, o global é mais do que o contexto, é o conjunto da diversidade. Por exemplo, uma sociedade é o todo organizado de que fazemos parte. 

  • O multidimensional. O ser humano é uma unidade complexa e como tal multidimensional. É ao mesmo tempo biológico, psíquico, social, afetivo e racional. A sociedade, por conseguinte, comporta as dimensões históricas, econômicas, sociológicas, religiosas etc. O conhecimento deve levar em conta essa visão conjuntural, evitando isolar uma parte do todo, e as partes umas das outras. 

  • O complexo. O conhecimento pertinente deve aceitar os desafios da complexidade, da inseparabilidade entre os elementos constitutivos do todo, que pode ser econômico, político, psicológico etc e suas partes, as partes e o todo, as partes entre as partes e assim sucessivamente.
Segundo Penséss (Apud Morin, 2001, p.37):

    “sendo todas as coisas causadas e causadoras, ajudadas ou ajudantes, mediatas e imediatas, e sustentando-se todas por um elo natural e insensível que une as mais distantes e as mais diferentes, considero ser impossível conhecer as partes sem conhecer o todo, tampouco conhecer o todo sem conhecer particularmente as partes”.





    Autor: Guilherme Santinho Jacobik
    email: ravenamedel@yahoo.com.br
    Veja mais detalhes sobre o autor nas notas abaixo. 


    Notas: 
    [1] Mestre em Educação – USP- Professor da UNIBAN. 

quinta-feira, 21 de maio de 2009

PRA O DIA NASCER FELIZ!!!!

                    BILHETE

Se tu me amas, ama-me baixinho
Não o grites de cima dos telhados
Deixa em paz os passarinhos
Deixa em paz a mim!
Se me queres,
enfim,
tem de ser bem devagarinho, Amado,
que a vida é breve, e o amor mais breve ainda..."

Mário Quintana

quarta-feira, 20 de maio de 2009

PEDAGOGIA....



DAS UTOPIAS

Se as coisas são inatingíveis... ora!
Não é motivo para não querê-las...
Que tristes os caminhos, se não fora
A presença distante das estrelas!"
Mário Quintana

Lições para o resto da vida
Revista Nova Escola 
Ricardo Prado
04/2000

Trabalhar com cidadania em sala de aula é tarefa fundamental para formar alunos melhores e um país
também
"A melhor maneira que a gente tem de fazer possível amanhã alguma coisa que não é possível de ser feita hoje, é fazer hoje aquilo que hoje pode ser feito. Mas se eu não fizer hoje o que hoje pode ser feito e tentar fazer hoje o que hoje não pode ser feito, dificilmente eu faço amanhã o que hoje também não pude fazer." 
Paulo Freire
 

Seguir a receita proposta por Paulo Freire é mais do que uma boa lição para usar na escola. É uma grande lição de vida. Ou melhor, de cidadania. Sim, você já ouviu muitas vezes essa palavra. No dicionário, seu significado é extremamente simples: "s.f. Qualidade ou estado de cidadão". Na boca de políticos, ela também está presente com muita freqüência, ainda que nem sempre usada de forma digna — sobretudo em ano de eleições municipais, como este em que estamos. Na sala de aula, seu uso vem se tornando mais e mais recorrente. Até parece moda. Será mesmo? Esqueça qualquer tipo de preconceito e mergulhe fundo no estudo desse tema, não só fascinante mas essencial para garantir uma vida melhor para todos nós. 
Cidadania vem do latim civitas, cidade. O cidadão, porém, é mais do que apenas o habitante. É aquele que está interessado no que acontece em sua comunidade. Para alunos e professores, a cidade é a escola. 
Do ponto de vista do educador, a cidadania passa por boas relações com os colegas, com a direção, com os funcionários — pelo direito de ensinar, ou seja, formar cidadãos. Do ponto de vista do aluno, ela reside no direito de ir à escola e só começa a fazer sentido quando ele aprende. A pequena Jéssica Ferreira, de 11 anos, que aparece na foto ao lado lendo o jornal que ela ajudou a produzir, talvez não tenha consciência disso. Mas está exercitando sua cidadania pelo simples fato de que, vivendo numa comunidade em que a maioria das pessoas é analfabeta, ela domina a leitura e a escrita. E usa esses instrumentos para fazer o único veículo de comunicação no lugar onde vive. 
É na escola que crianças como Jéssica "nascem socialmente". Ali, elas conhecem as normas de convívio praticadas por todos e aprendem (até) a questioná-las, caso não se revelem justas. Por isso, ao praticar justiça e tolerância com seus alunos a comunidade escolar preenche uma palavra vazia com um conteúdo que vale para toda a vida. 
A relação com o estudante, assim, precisa estar centrada no respeito. E isso só acontece quando todos os contatos são baseados no bom senso, na ética, na capacidade de julgamento, na aplicação correta da razão — em resumo, os mesmos valores que toda escola séria deve seguir. É como diz o economista Claudio de Moura Castro, entrevistado do Fala, Mestre! desta edição : "Temos de dar o exemplo. Não adianta ensinar seus alunos a respeitar regras se você chega atrasado às aulas." 
No dia-a-dia, nem sempre é fácil pôr em prática tudo isso, certo? Certo. Segundo a nova Lei de Diretrizes e Bases, o ensino de Cidadania deve substituir a velha (e famigerada) Educação Moral e Cívica, usando os temas transversais: ética, meio ambiente, pluralidade cultural, saúde, orientação sexual, trabalho e consumo. A LDB não prevê, no entanto, de que forma encaixar essas lições nas quarenta semanas letivas. 
O problema já foi percebido pelo Ministério da Educação, que promete distribuir ainda neste semestre um kit sobre ética e cidadania para todas as escolas de Ensino Fundamental, mostrando experiências bem-sucedidas. Divulgá-las é uma boa forma de enterrar regrinhas e plantar princípios. É o que Nova Escola se propõe a fazer nas próximas páginas. Clique nos links abaixo e descubra o que professores do Brasil inteiro estão fazendo para formar melhor seus alunos e transformá-los em cidadãos conscientes, capazes de brigar por seus direitos e conhecer seus deveres. 

Leia na página,
http://www.nevusp.org/portugues/index.php?option=com_content&task=view&id=705&Itemid=29

UM PRESENTE PRA VOCÊ... AMIGOS(AS)!!!!

Este presente é  fruto... Aprender é descobrir que sou capaz de fazer algo, com trabalho, persistência, e principalmente com amor... sem medo de ser FELIZ!!!
Este vídeo é um dos muitos, que pretendo fazer... É muito legal aprender fazer, fazendo... Rsrrsrsrsrsrsrr...
RECADO:
...  AMIGAS DO MEU CAMINHO... POR MOTIVOS MIL, NÃO TENHO CIRCULADO EM SEUS BLOGS, MAS TENHO VISTO SUAS "ARTES E MANHAS"... DAS NOVIDADES, TUDO MUITO LINDO E LEGAL!!!! POR ESTE MOTIVO VENHO RETRIBUIR O MEU CARINHO! BEIJOS!!!

 
De uma flor nasceu Maria, de Maria nasceu uma flor...
ESPERO QUE GOSTEM!!!!


http://www.youtube.com/watch?v=O5Sq5dbKwVs

DA TRAVESSIA, DO CAMINHO... A ONDE QUERO CHEGAR...


Perdida em leituras... encontros e desencontros...  Meus sentidos percebem... do que sou ou posso vir a ser...  Nesse exercício mágico de aprender a ser e estar em espaços e tempos de educar  e  educar-se...
...Encontro ... os pensadores...


REVISTA EDUCAÇÃO - EDIÇÃO 133

Educadores da Travessia do Milênio

Escola reflexiva, realidade complexa, pedagogia da escuta, jogo e cultura infantil, produção de leitores: Essas são algumas das idéias que nasceram no século 20 e hoje pautam as práticas dos docentes deste novo milênio.
Conheça a seguir alguns dos seus principais enunciadores.


Sérgio Rizzo


Livros, dissertações e teses acadêmicas, publicações, web sites e blogs fazem com que a circulação de informações sobre educação atinja, hoje, um grau inédito. Não há mais desculpa, ao menos em relação a esse aspecto, para se manter distante de um assunto ou debate. Seja qual for o interesse, haverá modos de saciá-lo. A fartura de material à disposição embute, no entanto, um desafio: como navegar por esse oceano de referências sem ter, ao final, a sensação de que apenas se trombou com opiniões, conceitos e experiências, em jornada às vezes longa e trabalhosa que não produziu conhecimento?

A relação de pensadores apresentada neste dossiê de Educação pode ajudar o leitor a se orientar na compreensão mais aguda de temas-chave do cenário educacional no início do século 21. Altamente especializados em seus campos de atuação e pesquisa, eles se tornaram referência no Brasil durante as últimas duas décadas. Hoje, constituem uma espécie de novo marco: suas idéias - difundidas, em geral, não só em livros e artigos, mas também por meio de conferências, encontros e trabalhos de consultoria - contribuem para o desenvolvimento de práticas reconhecidas, em diversos países, como de vital importância para o alcance de novos parâmetros de ensino e aprendizagem, sintonizados com a mudança dos tempos.

...

PARA LÊ O DOSSIÊ:

http://revistaeducacao.uol.com.br/textos.asp?codigo=12415


FAZENDO COM AMOR!!!!!!

FAZENDO COM AMOR!!!!!!

EDUCAR E BRINCAR...

PROJETO RESGATE DA PSICOMOTRICIDADE ATRAVÉS DOS RECURSOS NATURAIS.

TRAILERS - SLIDES - •Documentários, Entrevistas

EDUCAÇÃO - AMBIENTE - DESENVOLVIMENTO - POLÍTICA - ATITUDE - CULTURA 

NOSSOS MESTRES NA LITERATURA INFANTOJUVENIL

A voz do autor no rádio...

Falar e ouvir... uma questão pessoal...

Um pouco de sua história...

Conversando com autores...

Tatiana Belinky, a escritora que queria ser Emília...

Histórias que nos acompanham...

PAI DA TURMA DA MÔNICA...

Uma contadora especial...

Histórias para ouvir e contar... O clássico mundial A Árvore Generosa.

A ARTE DE CONTAR HITÓRIAS...

A História Mais Longa do Mundo (adaptação)

História Marcelino Pedregulho (adaptação)

Divirtam-se... CRIANÇAS.

Projeto UCA

CAMINHO JOVEM... ESPERANÇA!!!!

Música com o corpo "Barbatuques"

"TEMPO...TEMPO...TEMPO... VOU TE FAZER UM PEDIDO"

O Ponto de Mutação de Fritjof Capra

A TEIA DA VIDA...

Educação Ecológica... Entevista com Capra.

Humberto Maturana e Ximena - Encontro... Reflexão... 1 de 8 vídeos

REPORTAGEM: Brincadeiras

Professora Vania Cavalari Psicomotricidade. ...

entre no site e assista a entrevista http://www.sabertv.net/portal/mediacenter/view/276/psicomotricidade/

POESIA DE AMOR...

texto "O direito de ser criança" de Ruth Rocha e som "Dias Melhores" de Jota Quest.

EDUCAR...

Limites...

<a href="http://video.msn.com/?mkt=pt-BR&amp;from=sp&amp;vid=0f517149-43f6-4d81-b88c-e520ef3b4d42" target="_new" title="Como lidar com o filhos dos outros">Video: Como lidar com o filhos dos outros</a>

Brincar é aprender...

Aprendendo sempre... PSICOMOTRICIDADE

http://www.animacorpus.net/psicomotricidade/

APRENDER E EDUCAR.

EDUCAR E BRINCAR... CRESCER...

Aprender...Educação Infantil.

Educar e aprender...

Infância- Tempo de construir valores...

Educar... filho faz por imitação...

Educar e aprender... Transformação...

Video = Ciência estuda o que e passa no cérebro dos bebês

Educar... Aprender...

EDUCAR E BRINCAR. APRENDER COM A NEUROCIÊNCIAS...

PROJETO RESGATE DA PSICOMOTRICIDADE ATRAVÉS DOS RECURSOS NATURAIS.

A EMOÇÃO ESTAR NO AR....

MEU AMIGO BICHO!!!!!